A moda dos Massive Open Online Courses (MOOC), cursos online gratuitos, não é de hoje. O pioneiro George Siemens mostrava em 2008, a partir da Universidade de Manitoba, no Canadá, a primeira formação do género.

Uma década depois, a tendência continua. Segundo as contas feitas pela plataforma Class Center, nos últimos seis anos mais de 800 universidades criaram mais de 10 mil cursos. E nos últimos quatro meses, 190 universidades anunciaram 600 novos MOOC. Foram estes últimos números que levaram o portal a criar uma lista útil para quem quiser aventurar-se nesta aprendizagem pelo ecrã, que foi agora também divulgada pela revista Quartz.



Informática, matemática, programação, humanidades, análise de dados, ciências sociais, educação e ensino, saúde e medicina, negócios, desenvolvimento pessoal, engenharia, arte e design e ciências. A lista divide-se em temas e os interessados só têm de a explorar — há mesmo cursos orientados por instituições como Harvard, MIT ou Princeton. Nos cursos da Coursera, avisam, a dificuldade em fazer a inscrição foi maior, mas nada para o qual não haja uma solução.

Os MOOC são apontados como uma forma de democratização do ensino, uma vez que cada aluno pode gerir o seu próprio tempo, sem a pressão nem a formalidade de uma aula tradicional. E muitas vezes de forma gratuita. Algumas universidades portuguesas também já têm MOOC disponíveis.