Um estudante universitário e dois ex-universitários criaram um novo modelo de ensino de tecnologias em Portugal, de baixo custo e flexível. A startup foi lançada depois da participação do fundadores no programa de pre-aceleração da Upframe e já conta com 40 inscrições.

O Eddisrupt é um novo modelo de bootcamp de programação flexível porque funciona aos fins-de-semana, ou seja, é possível compatibilizar com trabalho e/ou estudo, com a duração de 16 semanas. É composto por uma aula presencial por semana e por desafios e pequenos projetos que os alunos devem realizar durante a semana em casa.

Os alunos não precisam de qualquer conhecimento prévio na área e terminam o bootcamp a saber desenvolver aplicações web em node.js. Um dos pontos diferenciados relativamente a outros programas é o preço acessível, de 45 euros por mês.

O foco do programa são jovens empreendedores que querem ter skills técnicas para lançar as suas ideias, bem como estudantes universitários e jovens que queiram ser developers profissionalmente.

“A nossa missão é oferecer uma educação de tech de qualidade para todos, sem restrições num meio aberto”, refere em comunicado ao Uniarea o Pedro Bruno, um dos elementos da equipa, constituída por estudante de marketing e dois ex-alunos de engenharia electrotécnica e de computadores e engenharia informática. Confessa ainda que “hoje em dia este tipo de educação esta vedada a pessoas que não tem possibilidades financeiras e nosso objetivo é democratizar esse acesso. Não exigimos contratos profissionais ou outros requisitos, queremos levar a tecnologia a todos os empreendedores, criadores, estudantes e curiosos de forma acessível.”