FMUP Faculdade de Medicina da Universidade do Porto

Root

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7 Julho 2015
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Curso
Medicina
Instituição
FMUP
#1


Oficialmente criada em 1911 pelo decreto-lei de 22 de Fevereiro, a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) descende da Régia Escola de Cirurgia do Porto, criada no ano de 1825 por D. João VI.

Atualmente, a FMUP leciona o curso de Mestrado Integrado em Medicina e participa no ensino dos cursos de Medicina Dentária e Ciências Nutrição da Universidade do Porto. Promotora de 14 cursos de 3.º ciclo/Programas Doutorais, a Faculdade leciona ainda 15 cursos de 2.º ciclo/ Mestrados, 18 cursos de Especialização e 24 cursos de Formação Contínua.

Com cerca de três milhares de estudantes nos vários ciclos de ensino e um corpo docente altamente qualificado (cerca de 50% são doutorados), a Faculdade desenvolve e promove as suas relações institucionais dentro e fora do país, como comprovam os vários protocolos firmados com instituições tão reputadas como as Faculdades de Medicina da Universidade de Gent (Bélgica) e da Universidade de Milão (Itália), que integram o Top 50 do Ranking de Shanghai.

Recordista na produção de investigação, o seu contributo para o avanço da ciência aplicada à Medicina é incontestável, sendo prova disso os dados referentes à produção científica nacional, que revelam o lugar cimeiro da FMUP na produção de conhecimento, com 553 publicações originais indexadas de circulação internacional (em inglês) em 2012.

Esta faculdade mantém-se fiel à reputação de exigência que conquistou junto dos seus estudantes. É este rigor que está na base da excelência dos médicos que forma. A excelência do ensino que pratica, a sua intensa atividade científica e a sua prática assistencial são pontos-chave da vida e do nome desta instituição que tem sido premiada de forma consistente com a preferência dos estudantes que ambicionam uma carreira na Medicina.
Descrição do Plano Curricular

O plano de estudos para o ano letivo 2015/2016 encontra-se disponível aqui. É importante referir que o plano curricular foi alvo de alterações recentemente, sendo consequência de um processo de reforma iniciado no ano letivo 2013/2014 com o 1.º ano curricular. A respetiva alteração global inclui agora os restantes anos curriculares, os quais serão implementados da seguinte forma faseada: 2.º ano curricular deu início no ano letivo de 2014/2015; 3.º ano dará início no ano letivo de 2015/2016; 4º ano dará início no ano letivo 2016/2017; 5.º e 6.º anos curriculares darão início no ano letivo de 2017/2018.

Os primeiros três anos (anos científicos) são extremamente teóricos. Existem unidades curriculares (UC) mais fáceis e UCs mais difíceis. Na FMUP, cada ECTS corresponde a 27h de trabalho, seja trabalho de contacto ou individual (p.ex., estudo). Isso significa que uma UC de 9 ECTS, como é o caso das morfofisiologias do 1.º ano, assume 243h de trabalho, sendo que, dessas, 85h são de contacto. Sobram, portanto, em teoria, 158h de trabalho individual, que, supostamente, é o necessário para ter sucesso numa determinada UC. Na prática, poderão precisar de mais ou menos estudo, conforme a UC em questão. Mas o número de ECTS é um bom indicador da dificuldade da UC.

A prática clínica a sério começa apenas no 4.º ano, com o início dos últimos três anos (anos clínicos). Existem, no entanto, disciplinas optativas nos 2.º e 3.º anos que permitem um contacto precoce com os doentes (e famílias). Além disso, a Associação de Estudantes da FMUP (AEFMUP) e a Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM) também promovem estágios e outras atividades (p.ex., rastreios) nos quais podes participar.

Avaliação

A avaliação do teu desempenho depende da UC em questão. Regra geral, a avaliação faz-se por exame final (podendo ser necessária nota mínima [9,5] nesta prova ou não), que normalmente conta mais de 70% da nota final. Obviamente, depende da UC, existindo unidades curriculares em que o exame conta 75%, 80% ou mesmo 100% da nota final. Nos casos em que o exame não conta 100%, existem outras componentes de avaliação, como um (ou mais) minitestes ao longo do semestre, normalmente de escolha múltipla gerada aleatoriamente por computador, que valem 5% ou 10% da nota. Outras unidades curriculares têm outros métodos de avaliação, como a participação nas aulas práticas, a avaliação de relatórios de atividades experimentais, a aprendizagem problem-based learning, ... Isto aplica-se apenas aos primeiros três anos científicos. Não sei como irá funcionar nos anos clínicos, pois correm rumores de que, com a reforma curricular, existirão mudanças nesse aspeto.

Vou explicar como funciona nas morfofisiologias, pois são as unidades curriculares que mais assustam os caloiros nos dois primeiros anos. As morfofisiologias são um misto de anatomia, histologia e fisiologia, cada uma destas componentes com o seu peso na avaliação. No primeiro ano, anatomia vale grande parte da nota (perto de 70%), enquanto Histologia e Fisiologia valem menos, por esta ordem (algo na ordem dos 18% para Histologia e 12% para Fisiologia). No segundo ano, em algumas morfofisiologias, as posições invertem-se, ficando Fisiologia na 1.ª posição, Anatomia na 2.ª e Histologia na 3.ª.

Ao longo do ano, tens aulas de anatomia, fisiologia e histologia separadamente. As aulas de anatomia são maioritariamente lecionadas no Teatro Anatómico, sendo sempre lecionadas com recurso a cadáveres. Não utilizamos modelos anatómicos de plástico. Podes tocar e analisar as peças cadavéricas durante as aulas, mas também podes estudar no Teatro Anatómico nas horas livres, uma vez que tens acesso ao material cadavérico. As vantagens de estudar anatomia em cadáveres e não em modelos anatómicos são várias: a variabilidade, pois, enquanto os modelos anatómicos fazem uma representação perfeita e igual do corpo humano, na realidade existem variações anatómicas de pessoa para pessoa e o estudo em cadáveres permite que nos apercebamos disso; a confusão, pois os modelos anatómicos são demasiado perfeitos e o corpo humano não é assim; a realidade, pois os cadáveres são o que mais se aproxima à anatomia humana do vivo. As aulas de histologia consistem numa introdução teórica e observação histológica das preparações relacionadas com a aula no microscópio ótico no final da aula. Por fim, as aulas de fisiologia consistem numa introdução teórica e análise de artigos científicos, simulações e casos clínicos no final da aula.

Quanto à avaliação, em teoria exame vale 100% da nota final, mas isto não é bem assim, pois o exame tem duas componentes: uma componente prática, que vale 30%, avaliada num dia, e uma componente teórica, que vale 70%, avaliada no dia seguinte. Para poderes realizar a componente teórica tens de obter aprovação (i.e., 9,5 v.) na componente prática e, para obteres aprovação à UC, tens de ter também 9,5 v. na componente teórica (i.e., se tiveres 20 v. na componente prática, mas 9,4 v. na componente teórica, estás reprovado). A avaliação da componente prática é diferente conforme seja de anatomia, histologia ou fisiologia: em anatomia, no primeiro ano, tens 20 peças (cadavéricas) espalhadas por duas salas, aos pares, e em cada uma dessas peças está uma seta a apontar para uma estrutura. Tens 10 minutos (i.e., 1 minuto por par de peças) para escrever, numa folha que te é dada, qual é a estrutura que está a ser apontada (é a isto que se chama, comummente, de "gincana"); em Histologia tens um determinado número de estruturas escritas num papel e tens de as apontar no microscópio ótico, chamando um professor para ver se estás a apontar a estrutura correta; em Fisiologia, a avaliação prática é por escolha múltipla e está relacionada com conceitos práticos. O exame teórico consiste em 80 questões para 2h, sendo que, no primeiro ano, a maior parte é de anatomia. As questões de anatomia são de resposta curta, enquanto as de Fisiologia e Histologia são de escolha múltipla (com descontos).

As notas finais de curso na FMUP são das mais baixas de Portugal. Isto não deverá prejudicar-te no acesso à especialidade, pois serão aplicados testes estatísticos para equiparar as notas entre as diferentes faculdades de medicina.

in infocursos.mec.pt​

Ambiente


É muito importante não prejudicar o ambiente, ter em atenção o aquecimento global e proteger a biodiversidade. :D
Ok, agora a sério. O ambiente na faculdade é feito pelas pessoas que a frequentam, e isso inclui os futuros caloiros. Isto não funciona do género "ele era muito prestável, mas entrou na FMUP e passou a ser competitivo". A competitividade não é uma doença infecciosa que se transmita nos ares da FMUP (teoria miasmática ftw :D). A competitividade que possa existir na FMUP é semelhante à que existe noutras faculdades e que já existia até no ensino secundário. Essas histórias de na FMUP o ambiente ser competitivo são falsas.

Aliás, apesar de eu achar que o estudo deve ser feito pela bibliografia recomendada e material disponibilizado pelos professores, como apresentações, também podes estudar por uma das muitas sebentas que existem para todas as unidades curriculares. As sebentas são uma espécie de "livro" escrito por estudantes que reúne apontamentos dos estudantes, juntamente com coisas das apresentações e, por vezes, traduções da bibliografia recomendada. Podem conter erros, obviamente, mas não são erros propositados. Também existem compêndios das observações histológicas ou de microscopia eletrónica (fotografias das observações, para que possas estudar o aspeto destas em casa), gravações das aulas para poderes ouvir em casa (normalmente, são gravadas pela comissão de curso e disponibilizadas a toda a gente nos dias a seguir à aula) e mesmo "desgravadas", ou seja, a transcrição (em texto) das aulas gravadas, para que possas ler, se preferires. Se o ambiente fosse competitivo, ninguém perdia tempo a fazer estas coisas para ajudar os outros.

Investigação

Queres contribuir para o avanço do conhecimento? Ao contrário do que a maioria pensa, e embora este seja o percurso mais frequente, ao entrares numa faculdade de Medicina podes, ainda assim, tornar-te investigador. Na FMUP, é dada grande importância à vertente de investigação no plano de estudos, com UCs direcionadas para isso logo no primeiro ano, ou não fosse a FMUP a faculdade de medicina com mais publicações originais indexadas em revistas internacionais. A saber: Bioestatística, Informação e Decisão em Saúde I; Introdução à Investigação em Saúde; Dinâmica Molecular da Célula (permite-te desenvolver um projeto de investigação que conta para avaliação na nota final da UC). Além disso, tens, nos 2.º e 3.º anos, a possibilidade de escolher UCs optativas direcionadas para a investigação, nomeadamente: Introdução à Investigação em Patologia Molecular Aplicada em Oncologia; Investigação Laboratorial – Avaliação Molecular Cardiovascular; Investigação Laboratorial – Avaliação funcional in vitro; Investigação em Microbiologia Médica; Metodologias de Investigação em Educação Médica; Investigação Laboratorial – Avaliação funcional in vivo.

Além disso, não tens de estar dependente de uma unidade curricular para satisfazeres o bichinho pela investigação. Na maioria dos casos, se falares com um professor do departamento que te interessa (p.ex., Bioquímica, Biologia Experimental, Ciências da Informação e Decisão em Saúde, ...) e demonstrares o teu interesse em fazer investigação, poderão integrar-te em algum projeto de investigação. É uma questão de procurar!

Tradição e Vida Académica

O primeiro ponto, a praxe: nunca tive conhecimento de problemas relacionados com atividades praxísticas na FMUP. Participando ou não na praxe, vais conhecer pessoas e eventualmente fazer amigos. Aconselho a que participes e, caso depois pretendas desistir, podes fazê-lo, nunca houve problemas com isso.

Quanto a festas, há imensas atividades e vou deixar apenas algumas, as principais. O primeiro grande evento é a Semana de Recepção ao Caloiro. Na semana a seguir há o arraial de engenharia, que não participa na semana de recepção ao caloiro e por isso têm um evento separado (mas ninguém é proibido de comprar bilhete ;) ). O grande evento de medicina é o Baconal Amarelo (podes ver algumas imagens neste vídeo). Por "fim", claro que também tens a semana académica, mas acho que sobre isto nem é preciso falar... Mas estas aqui são só os principais eventos, ao longo do ano há muitos outros eventos e festas, de salientar, por exemplo, o Jantar Regional, onde podes pagar para comer ou cozinhar um prato regional da tua terra e entrar de graça, a Noite de Tascos, ...

Além disso, junto ao Hospital São João existem duas paragens de metro e, em menos de 10 minutos de metro, estás na Trindade ou nos Aliados, onde se reúne uma boa parte dos estudantes do Porto às quintas-feiras.

Instalações

Terás aulas em dois locais diferentes, pelo menos: no novo Centro de Investigação Médica (CIM-FMUP), principalmente nos primeiros 3 anos, e no Hospital São João, principalmente nos últimos 3 anos. Estes dois edifícios estão interligados: não precisas de sair de um para entrar no outro.
O HSJ, obviamente, já tem alguns anos, mas as instalações são boas. Percorres os corredores do hospital desde o primeiro dia em que entras na faculdade. O CIM é, obviamente, muito bom e moderno, estando maioritariamente virado para a investigação biomédica.

Existem duas cantinas: a da faculdade, no CIM, e o refeitório do HSJ, onde almoçam visitas, médicos, ... Também existe, dentro do hospital/faculdade (porque a FMUP tem uma relação simbiótica tal com o HSJ que é impossível distinguir onde acaba o hospital e começa a faculdade em si) mais três bares onde é possível almoçar.

A biblioteca da FMUP é no CIM. Não é gigante, mas é suficiente para os estudantes da FMUP. Na biblioteca, tens acesso a livros relacionados com o curso, para estudares, mas também computadores e mesas para estudar. O horário da biblioteca é estendido durante a época de exames. Além da biblioteca, existe também a sala de estudo, nas instalações do HSJ (mas que na realidade pertence à FMUP), que está aberta 24h/dia, durante todo o ano.


CIM-FMUP


HSJ


Biblioteca​


Associativismo e desporto

Os estudantes da FMUP são representados pela AEFMUP, que, além de muitas outras coisas, desenvolve várias atividades nas quais podes participar enquanto estudante da FMUP.
Cada ano é representado pela sua comissão de curso, responsável, entre outras coisas, pela representação dos interesses dos estudantes do seu ano em reuniões com professores, organização do material de estudo disponível, organização dos horários e turmas, marcação de exames, ...

Entre muitos grupos existentes na FMUP, posso nomear:
- a Tuna de Medicina (atuação);
- a Tuna Feminina de Medicina (atuações);
- o grupo de fados (atuações)
- o orfeão da UP (atuações);
- o QUORUM - Forum Politico;
- a comissão organizadora de noitadas académicas;
- o grupo amador de teatro universitário.
Posso estar a esquecer-me de algum(ns), se isso aconteceu, peço desculpa!

Se és desportista, ou se não és mas achas que podes vir a ser, ou se não tens jeito nenhum mas mesmo assim queres ser saudável, a AEFMUP tem diversas equipas, masculinas e femininas, a participar nos CAPs (Campeonatos Académicos do Porto) e CNUs (Campeonatos Nacionais Universitários). Temos alguns dos melhores atletas e equipas a nível nacional, como a equipa de voleibol feminino que tem arrasado (pelo que sei, pois não sou desse escalão :D). Não há desculpas para ficares sentado no sofá. ;)

Porto.

Viver no Porto.

Viver na Asprela


A FMUP situa-se no polo da Asprela, juntamente com faculdades como a FEUP (do outro lado da rua), a FADEUP (em frente ao CIM), a FEP, a FCNAUP, ... É, portanto, uma zona jovem e onde encontrarás muitos estudantes universitários. Além disso, enquanto estudante da Universidade do Porto, terás acesso às outras faculdades e, por exemplo, às suas cantinas ou bibliotecas.
De acordo com a informação disponível no Zizabi, a 10 minutos a pé do HSJ tens acesso a: 3 escolas, 2 parques, 2 bares, 7 restaurantes, 5 cafés, 2 correios, 1 banco, 1 centro comercial, 29 lojas, 2 metros, ... Não te falta nada nesta zona. Ainda assim, porque tens metro (e autocarro) disponível, com o mesmo cartão Andante podes ir até onde quiseres na área metropolitana do Porto. De certeza que não vais sentir falta de nada.

Quanto a custos, viver no Porto é mais barato do que viver em Lisboa, mas mais caro do que viver em Braga, Coimbra, Covilhã, ... Ainda assim, a zona da Asprela é ligeiramente mais barata do que a zona do centro do Porto. No entanto, existem bons negócios em todos os lugares, é uma questão de procurares quartos/apartamentos com bons preços e hás de encontrá-los, com certeza. Também existem as residências universitárias, que poderão ser uma solução económica. ;)

Tens outras questões?

Se tiveres outras questões, estás à vontade para as deixar aí. Aconselho, ainda, a leitura dos seguintes tópicos:

Boa sorte!
 

Root

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#2
Reservado (para a eventualidade de necessitar de acrescentar informação).
 
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Ana Leite

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#4
Muito obrigada! Este post (pelo qual tenho de te dar os parabéns, dado que está muito bom e bastante esclarecedor) ajudou imenso. :)
 
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Root

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#6
Se tiverem questões, coloquem-nas, pois assim posso acrescentar mais informação ao guia! :)
 

gbmadureira12

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#7
Eu sei que isto é um tema um bocado repetitivo mas como é que são as praxes da FMUP? O que nos fazem? Qual a regularidade e assim
 

Root

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#8
Eu sei que isto é um tema um bocado repetitivo mas como é que são as praxes da FMUP? O que nos fazem? Qual a regularidade e assim
Nas primeiras duas semana, a praxe é todos os dias das 8h01 às 20h01 (ou 19h59, não me lembro). No geral, nessas semanas, além de algumas atividades interessantes, como a visita às caves do vinho do Porto, também aprendes canções sobre o curso. :) Depois dessas duas semanas, passa a ser 2x por semana, durante a hora de almoço, mas podem existir outras atividades além destas fixas.
 

gbmadureira12

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#9
Nas primeiras duas semana, a praxe é todos os dias das 8h01 às 20h01 (ou 19h59, não me lembro). No geral, nessas semanas, além de algumas atividades interessantes, como a visita às caves do vinho do Porto, também aprendes canções sobre o curso. :) Depois dessas duas semanas, passa a ser 2x por semana, durante a hora de almoço, mas podem existir outras atividades além destas fixas.
Ok obrigado :)
 

sheepy

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#11
Ainda sobre o tópico praxe (não sei se vou participar ou não, provavelmente sim mas eu já fui praxada na FFUL e tenho com a praxe uma relação que varia de "que trabalheira, já passou, tenho mais que fazer" para "omg ser praxada em medicina que giro, coleguinhas e cenas" conforme os dias), as actividades mais genéricas como as visitas guiadas à faculdade (acho que vou precisar imenso disto porque quando me fui matricular não cheguei sozinha à divisão académica mesmo com as placas e a indicação do caminho no site haha) são da AE ou da comissão ou wtv lhe chamem da praxe? É que a visita guiada à faculdade vi no plano de actividades da AE :\ (sim, tenho demasiado tempo livre) e acho que já vou perder infos importantes porque não me vou matricular com os do concurso nacional de acesso :\ -> apesar de que se quiserem combinar nas matrículas um encontro fmup-uniarea eu vou!!
 

Root

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#12
Ainda sobre o tópico praxe (não sei se vou participar ou não, provavelmente sim mas eu já fui praxada na FFUL e tenho com a praxe uma relação que varia de "que trabalheira, já passou, tenho mais que fazer" para "omg ser praxada em medicina que giro, coleguinhas e cenas" conforme os dias), as actividades mais genéricas como as visitas guiadas à faculdade (acho que vou precisar imenso disto porque quando me fui matricular não cheguei sozinha à divisão académica mesmo com as placas e a indicação do caminho no site haha) são da AE ou da comissão ou wtv lhe chamem da praxe? É que a visita guiada à faculdade vi no plano de actividades da AE :\ (sim, tenho demasiado tempo livre) e acho que já vou perder infos importantes porque não me vou matricular com os do concurso nacional de acesso :\ -> apesar de que se quiserem combinar nas matrículas um encontro fmup-uniarea eu vou!!
A visita guiada à faculdade é organizada pela AEFMUP e não está dependente das matrículas. Se for como nos últimos anos, vão ser anunciadas datas em que quem quiser participar nessas visitas apenas terá que estar presente no local a designar.

O grande problema será o hospital São João. Há imensos caminhos, subir e descer escadas, portas escondidas... nos primeiros dias não será fácil encontrar o caminho para os sítios certos. :p
 
Gostos: sheepy

ClaraMonteiro

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#14
Olá!!! Excelente post!
Em relação ao assunto da nota final, achas que um 14 na FMUP pode ser um 16 em Coimbra (por exemplo), e que tal facto pode prejudicar os alunos do Porto? :)
 

Root

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#15
Olá!!! Excelente post!
Em relação ao assunto da nota final, achas que um 14 na FMUP pode ser um 16 em Coimbra (por exemplo), e que tal facto pode prejudicar os alunos do Porto? :)
Não sei como são as notas na FMUC, mas, como eu escrevi, vão existir acertos estatísticos de modo a que as notas sejam comparáveis. :)
 

gbmadureira12

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#16
Eu tenho duvidas numa coisa: as matrículas. Como se processam as matrículas? É por letras? Posso mudar o dia em que me vou matricular?
 
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#17
Eu tenho duvidas numa coisa: as matrículas. Como se processam as matrículas? É por letras? Posso mudar o dia em que me vou matricular?
Sim é por letras e depois penso que há um dia da semana das matrículas dedicado para quem por algum motivo não pôde ir no seu dia. Mas essa informação (datas e horários, documentos necessários, etc...) é toda disponibilizada a seu tempo aqui: https://sigarra.up.pt/fmup/pt/web_page.inicial
 

Droggy

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#18
Eu tenho duvidas numa coisa: as matrículas. Como se processam as matrículas? É por letras? Posso mudar o dia em que me vou matricular?
Uma coisa que podes fazer, quando saírem os dias por letras (e caso não possas no dia que te indicam) é telefonar para a secretaria e perguntas qual será o melhor dia (daqueles que podes). Por vezes, pode interessar, logisticamente ir noutro dia para além daquele que está designado como "sobras".
Fiz isso quando me matriculei na NOVA e correu tudo muito bem :)

PS: depreendo que na FMUP o procedimento seja semelhante :p
 

Root

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FMUP
#20
Eu posso dizer que fiz a inscrição num dia que não era destinado à minha letra, sem problemas. Mas aconselho que contactes a divisão académica para confirmares.