Se és estudante, provavelmente vais rever-te ao leres este meu pequeno desabafo, que se de um sopro de dragão se tratasse, muitas delas estariam ainda mais tostadas que a face de outras tantas que passam as poucas férias que lhes são dadas ao Sol dos pobres.

Como qualquer ser humano que se preze, Eu, odeio ser incompreendido. Faço os possíveis para entender toda a gente e por isso, estimo que tentem, (pelo menos que tentem) compreender-me.



Disciplinas de treta que sou obrigado a “aprender” na escola à parte, e adultos prepotentes a um canto, acho que na plenitude dos meus 18, uns 12 ou 13 que já ando pelos corredores da morte (A Mui Nobre Instituição, minha escola), tenho argumentos suficientes para dizer que muitos daqueles que me ensinam, vá, pelo menos os que tentam, não têm jeito nenhum.

Século XXI, 2016 e entram nas salas com grandes e cínicos sorrisos amarelos, métodos do tempo do Antigo Regime, bem, só falta usarem a cana e a régua com furos.

Pensando melhor, para quê uma cana quando podem usar e abusar do poder que pensam que têm? Mandam os alunos que, muitas das vezes, por serem incompreendidos, são mandados para a rua, porque simplesmente são os professores ”Que mandam.” Até quando?

Dr.? senhor Dr.? Daqui a pouco, e sem descurar da perícia que têm e que muitos professores deviam ser obrigados a ter, o trolha é Dr., o ferreiro é Dr., o aluno é Dr..

A tão celebre mas igualmente medíocre frase ”Eu ganho mesmo ao fim do mês!”, fica-vos tão mal.

Qual ”ressabiamento” qual quê? Afinal de contas, ganho o mesmo ao fim do mês.

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Este texto faz parte de uma série de textos de opinião de alunos do ensino secundário e superior sobre a sua visão do ensino e da educação.

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