Os rankings de formação executiva do Financial Times foram publicados esta segunda-feira. A Católica Lisbon School of Business and Economics é a primeira instituição portuguesa a aparecer no ranking, em 40.º lugar. Mas não está sozinha: a Nova School of Business and Economics conquistou a 50º posição. Já a Porto Business School e o INDEG ISCTE conseguiram classificar-se na categoria de programas abertos, em 69.º e 80.º lugares, respectivamente.

A “grande vencedora” entre as pares portuguesas fica na frente, tanto ao nível dos programas abertos, aos quais qualquer indivíduo se pode candidatar, como também na categoria de programas costumizados, aqueles que são feitos à medida das empresas que os solicitam. O dean desta faculdade, Nuno Fernandes, atribui a distinção a “projectos ambiciosos como são aqueles que os profissionais e empresas hoje exigem”, avança a instituição em comunicado.



A Nova SBE orgulha-se do 50.º lugar do ranking e vê os programas como uma oportunidade para “estimular ainda mais o nosso mercado, no qual as necessidades de formação e desenvolvimento são muito significativas. As empresas e os executivos portugueses têm de despertar para a necessidade crítica de investir no seu desenvolvimento”, defende Luís Rodrigues, CEO da Nova SBE Executive Education. A faculdade aproveita ainda para se anunciar como novo membro da Unicon, uma rede mundial de escolas que a Nova SBE considera uma “referência global na formação de executivos”.

Católica e Nova SBE conseguem estas posições tendo em conta todos os programas de formação para executivos que oferecem, tanto abertos como customizados. Individualizando, a Católica fica em 42.º lugar no ranking de programas abertos e em 50.º nos customizados. Já a Nova SBE alcança também a 57.ª posição como a melhor escola para programas abertos e a 62.ª posição como a melhor escola para programas dirigidos às empresas.

No ranking de programas abertos, há ainda espaço para mais duas escolas portuguesas, a Porto Business School, em 69.º, e a INDEG ISCTE, em 80.º. Paulo Bento, responsável pela formação executiva e presidente do INDEG ISCTE, mostra-se satisfeito com a entrada da instituição nos rankings, mas garante que não pretende ficar por aqui. “Os rankings e acreditações são incontornáveis para as escolas de Gestão, pelo que esta presença tem de ser realçada e estamos muito felizes. Há aqui um trabalho prévio no sentido de chegar ao ranking e de nele progredir. O primeiro objectivo, de entrar, já foi alcançado. Nos próximos anos queremos consolidar a posição e avançar no ranking. E o reconhecimento internacional é extraordinário”, afirmou ao Jornal de Negócios.