O programa Faz-Te Forward, que tem como objetivo aumentar a empregabilidade e a inclusão socioprofissional de jovens adultos está de volta à área metropolitana do Porto, com candidaturas abertas até ao próximo dia 3 de fevereiro para a sua 7ª edição, segunda nesta região.

As inscrições podem ser realizadas em facebook.com/fazteforward e após a seleção de um novo grupo de 30 participantes, o programa de capacitação arrancará no início de março e terminará em julho deste ano. Ao longo de cinco meses o plano prevê workshops em soft skills, em grupo, com formadores convidados, uma vez por semana, em horário pós-laboral, assim como sessões individuais de coaching, com coaches profissionais certificados, duas vezes por mês, em horário combinado e ainda, reuniões individuais de mentoria, cerca de quatro, com profissionais das suas áreas de interesse.

O Faz-Te Forward tem apresentado um impacto crescente, sendo que em média mais de 70% dos participantes encontraram emprego, comprovando que o reforço de competências transversais e o acesso a ferramentas práticas e novas estratégias diferenciadoras na procura de emprego podem ser decisivos na transição para o mercado de trabalho.

Na 6ª edição, primeira na Invicta, que está atualmente a decorrer até março deste ano, participam 30 “Fazters”, com idades entre os 18 e os 29 anos, residentes em 12 concelhos distintos da Área Metropolitana do Porto, com formação, quer profissional quer superior, em áreas tão diversas quanto engenharia, gestão, ciências sociais, línguas e literatura ou gestão desportiva, entre outras. Ao entrarem no programa a maioria estava à procura do 1º emprego, existindo também jovens desempregados e no ano de conclusão da sua formação.

Rui Costa, finalista na área de engenharia e atual participante da 6ª edição, destaca que nos primeiros meses do programa “a mudança mais importante tem sido de atitude. Além das ferramentas práticas que as formações têm dado, sinto que o coaching me tem feito pensar e refletir sobre aspetos da minha vida que até então não fazia (…). Para além disso, das questões práticas abordadas nas formações as que mais me impactaram com novas coisas que tento implementar no dia-a- dia foram: comunicação interpessoal, marketing pessoal e ferramentas de procura de emprego”.

Já Catarina Pereira, que iniciou o programa como recém-licenciada e que entrou recentemente no mercado de trabalho salienta que “a participação no programa ajudou-me a estabelecer e priorizar ações na procura de emprego e encorajou-me a sair da minha zona de conforto e combater alguns receios do mercado de trabalho. Toda a experiência tem-me proporcionado um maior autoconhecimento, ajudado a estar mais consciente das minhas capacidades, reconhecer áreas de melhoria e acompanhar o meu progresso”.

O projeto é realizado em parceria pela TESE – Associação para o Desenvolvimento, o Laboratório de Investimento Social, a Fundação Calouste Gulbenkian, a Deloitte, o Instituto de Emprego e Formação Profissional e a Câmara Municipal do Porto.