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Manuel Heitor disse à agência Lusa que o programa vai ser lançado no Conselho de Ministros de quinta-feira, que se realiza em Bragança, começa a ser aplicado em 2020 e vai-se prolongar pela legislatura.

“Sobretudo facilitar mais bolsas para estudantes de todo o país virem fazer trabalhos, projetos finais de curso, teses de mestrado ou doutoramento sobre o Interior de Portugal”, afirmou.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior explicou que serão atribuídas 1.500 bolsas, num programa de cinco milhões de euros, com o objetivo dos estudantes poderem estar “entre três a seis meses a trabalharem sobre problemas específicos de Portugal, do direito à engenharia, da computação à agricultura, da medicina à enfermagem”.



“Virem fazer trabalhos, projetos finais de curso, teses de mestrado ou partes do doutoramento no Interior do país e assim conhecendo o país podem, depois, vir planear a sua vida no Interior do país”, sustentou.

Este é, acrescentou, “mais um projeto que complementa os mecanismos que já existem como o “Mais Superior”.

O ministro falava à Lusa à margem de uma visita ao Instituto Politécnico de Bragança (IPB), onde acompanhou o primeiro-ministro e participou numa sessão de perguntas colocadas por vários estudantes.

O ministro destacou este ano em que é a primeira vez que metade dos jovens com 20 anos, residentes em Portugal, estão no Ensino Superior.

O executivo socialista está entre hoje e quinta-feira no distrito de Bragança, a dar o arranque da iniciativa “Governo mais próximo”, que inclui visitas à região de ministros e secretários de Estado e uma reunião do Conselho de Ministros, “cuja agenda é maioritariamente dedicada à valorização do interior”.

O executivo socialista está entre hoje e quinta-feira no distrito de Bragança, a dar o arranque da iniciativa “Governo mais próximo”, que inclui visitas à região de ministros e secretários de Estado e uma reunião do Conselho de Ministros, “cuja agenda é maioritariamente dedicada à valorização do interior”.