O mestrado em Gestão da Nova School of Business and Economics (Nova SBE) é o que mais sobe na lista dos melhores do mundo que foi divulgada esta semana pelo Financial Times. Trepa 17 lugares em relação à posição que tinha no ‘ranking’ do ano passado. A Católica Lisbon School of Business & Economics (Católica Lisbon) é a segunda presença portuguesa, que surge mais atrás na classificação geral, mas está na lista das dez melhores do mundo, ao nível da empregabilidade. Estas são as posições conseguidas pelas escolas de gestão portuguesas na avaliação dos 80 melhores mestrados do mundo em gestão que é publicada hoje no Financial Times (FT)

Nesta classificação do jornal britânico, o mestrado em gestão da Nova SBE é o número 1 em Portugal e o 31º mundial. Além, disso, o FT atribuiu ao CEMS MIM o 4º lugar mundial e ao International Masters in Management a 31ª posição, 17 lugares acima da sua classificação no ano passado, fazendo da Nova a única portuguesa a leccionar um mestrado e integrar outros dois entre os melhores do mundo. A escola de negócios da Nova volta a ser líder em internacionalização, reconhecendo-lhe o Financial Times a supremacia na experiência internacional, no número de estudantes estrangeiros e na mobilidade além-fronteiras.

Já Católica Lisbon consta pelo quinto ano consecutivo neste ‘ranking’, com o mestrado, marcando presença entre os dez melhores do mundo no que toca à empregabilidade dos programas. A Católica-Lisbon coloca 98% dos diplomados no mercado de trabalho, três meses após a conclusão do programa.

A somar a esta classificação, o Financial Times salienta que esta escola de negócios oferece aos alunos uma experiência global, que inclui o acesso a três dos dez melhores programas de mestrado do mundo: em França – a ESCP Europe; na Alemanha – WHU Beisheim; e em Itália – Università Bocconi. Também a internacionalização da Católica-Lisbon tem vindo a crescer ao nível do número de alunos estrangeiros, do corpo docente e das parcerias institucionais. A escola acaba de lançar dois novos programas: as licenciaturas internacionais em Economia e Gestão e o International Master of Science in Management, cuja participação é maioritariamente de alunos estrangeiros. Já na Nova, o aumento acima de 50% no número de candidaturas de estudantes internacionais (de mais de 80 países) aos mestrados, obrigou a um aumento de vagas, das habituais 400 para 600.