Atletas da UMinho voltam a tirar a roupa para calendário solidário

Marta Coelho e Diogo Branquinho | Foto de Nuno Gonçalves

Marta Coelho e Diogo Branquinho | Foto de Nuno Gonçalves

No seguimento da iniciativa lançada com sucesso no início deste ano, um grupo de judocas da Universidade do Minho despiu-se, novamente, para angariar verbas para o Fundo Social de Emergência. A novidade passa pela inclusão de atletas de outras modalidades.

O calendário inclui membros da equipa de judo da universidade e atletas de outras como é o caso do Diogo Branquinho, de andebol, ou da Mariana Falcão e Sara Gonçalves, voleibol. A ideia de incluir outros atletas partiu do mestre Nuno Gonçalves, treinador da equipa de judo que também é o fotógrafo. No total, 22 atletas despem-se no calendário.

Ângela Carvalho | Fotografia de Nuno Gonçalves

Ângela Carvalho | Fotografia de Nuno Gonçalves

“Mal o calendário foi posto em circulação e se tornou mediático, o Diogo Branquinho, atleta do ABC, aluno de Engenharia Têxtil e meu amigo, veio falar comigo e em tom de brincadeira disse que podia contar com ele para o próximo calendário”, refere Nuno Gonçalves em comunicado.

A Mariana Falcão, aluna do 6º ano de Medicina, declara que “aceitei o convite consciente do trabalho sério e honesto desta proposta. O facto de ter tido oportunidade de trabalhar com um excelente profissional, conhecido por projetos solidários similares, também foi importante na minha decisão”.

Mariana Falcão, Pedro Candeias e Sara Gonçalves | Fotografia de Nuno Gonçalves

Mariana Falcão, Pedro Candeias e Sara Gonçalves | Fotografia de Nuno Gonçalves

Poderás adquirir este calendário nas sedes da AAUM, nas reprografias do campi, gabinetes de apoio ao aluno e pavilhões desportivos. Cada calendário custa cinco euros.

A apresentação da iniciativa ocorre amanhã, às 19h, no Restaurante Panorâmico da Universidade do Minho, em Braga.

José Martins | Fotografia de Nuno Gonçalves

José Martins | Fotografia de Nuno Gonçalves

O Fundo Social de Emergência é uma prestação pecuniária atribuída a fundo perdido, isenta de quaisquer taxas, que tem como objetivo solucionar situações pontuais decorrentes de dificuldades económico-sociais, com impacto negativo no normal aproveitamento escolar do estudante, e que não possam ser convenientemente resolvidas no âmbito dos apoios previstos pelo sistema de Acção Social para o Ensino Superior.

No ano letivo anterior, foram apresentadas 167 candidaturas e atribuídos mais de 137 mil euros. Este ano, já foram apresentadas 28 candidaturas.

A inciativa do ano passado recolheu perto de 8000 euros, tendo a Federação Internacional de Judo contribuído com 5000 dólares desta verba.