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A paixão. Quando o amor te aperta quando estudas… Quando pensas que o amor é o teu estudo. Quando pensas que tudo o que fazes é por amor. Quando tudo em que pensas é nela. Quando é mais forte do que tu. Quando sabes que vale a pena. Quando sabes que é sobrevivência. Quando reconheces que é parte da vida universitária, numa serenata que reconhecemos.

Penso em ti. Em plena aula rabisco, sem malícia, num caderno repleto de coisa nenhuma – dizem que aprender a ser alguém é ideia do futuro, mas sou presente e quero-te pelo presente. Talvez esteja além, aquém do que me exigem – todavia escrevo, porque estás ao meu lado: olho para ti, estás atrás, à frente, onde quer que estejas. És a professora a deambular em questões fúteis nesse momento em que a tinta crava o teu sorridente nome no papel… E entro em abstração, num globo alheio ao de todos, porque em mais penso.



Gravo a ferro momentos. Hiperbolizo sentimentos. Preencho um vazio nesse tempo em que não podemos ser, estar e querer. Gasto a única força que me move. Estudo-te e nada estudo. Descrevo e nada calculo. Jorro a esperança de poder terminar e agarrar-te como agarro este poema, versos do nosso amor, estruturalmente e carinhosamente edificados. Por ti, sim. No fundo, por nós. No fundo, para que sejamos o verdadeiro, o sentido, espírito Universitário.

Amar é Universidade. Ver-te é Universidade. Escrever o que escrevi é Universidade. Reconhecer que ela está é Universidade. E tudo começou quando pus a folha do meu caderno no teu, como se te faltassem folhas para escrever. Mas quero escrever ao teu lado, na minha carteira, da próxima vez.

Esse caderno será o nosso primeiro livro de histórias. E a experiência nunca a esqueço!

E esse caderno será recordação, um dia, da nossa primeira memória e acontecimento – a primeira pedra, a tua primeira descrição, o nosso primeiro beijo, o meu profundo agradecimento à escola que nos fez ser o que presentemente somos.

Obrigado, Universidade! Sejamos eternamente estudantes, apaixonados por sê-lo, por quem merece ser connosco, algo superior a nós próprios – simplesmente, ser amor.

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Este texto faz parte de uma série de textos de opinião de alunos do ensino secundário e superior sobre a sua visão do ensino e da educação.

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