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Caitlin Kirby enfrentou a rejeição de frente. A estudante de doutoramento  da Michigan State University realmente aprendeu a aceitar a rejeição. Ao ponto da saia que usava ao defender a sua dissertação ter sido feita à partir de cartas de rejeição que recebeu.

Kirby diz ao Lansing State Journal que usou 17 cartas de rejeição que recebeu de bolsas de estudos, conferências e revistas académicas. Ela usou no processo as suas falhas e acabou por ser catártico.



“Todo o processo de revisitar aquelas cartas antigas, e fazer esta espécie de saia, lembrou-me que tu precisas de tentar muitas coisas para ter sucesso”, disse ela. “Uma parte natural do processo é seres rejeitada ao longo do caminho.”

A peça artesanal, à altura dos joelhos, comunicava o que sua apresentação não fazia. Foi um percurso cansativo e cheio de obstáculos de cinco anos para a levar até esse dia.

“Eu queria algo na minha apresentação que mostrasse que realmente não é como parece. Existem muitos contratempos ao longo do caminho.”

Os membros do júri a quem ela apresentou, e seus professores, riram da sua coragem. 

Kirby ficou grata por o traje ter sido bem recebido e mais grata pela sua dissertação ter sido aceite pelo júri.