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Os exames nacionais do ensino secundário terão um formato diferente dos anos anteriores, de forma a salvaguardar que nenhum estudante seja avaliado por matérias que possa não ter estudado e ser prejudicado dessa forma. O Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), o organismo responsável pela conceção destas provas, emitiu esta sexta-feira uma nota informativa em que avança com mais pormenores.

Cada exame do 11º e do 12º será assim composto por um conjunto de perguntas cujas respostas são obrigatoriamente contabilizadas na nota e um lote de várias questões, todas com a mesma cotação, em que o aluno pode optar por não responder a algumas sem ser penalizado ou, respondendo a todas, apenas contarão as melhores.



O IAVE dá um exemplo de uma prova composta por 20 itens, em que cinco são obrigatoriamente contabilizados – independentemente da prestação do aluno e que dizem respeito a “competências e conhecimentos desenvolvidos e consolidados ao longo do percurso escolar ou na informação facultada pelos suportes associados ao item” – e 15 que poderão ser respondidos pelos estudantes, mas em que apenas são considerados para a classificação final da prova os 10 cujas respostas obtenham melhor pontuação.

O IAVE reconhece que “nem todos os alunos possam estar em condições equivalente para responder à totalidade dos itens das provas de exame”, devido à interrupção do ano letivo, precipitada pela pandemia e pelas soluções de ensino à distância que foram encontradas, e afirma que esta solução encontrada pretende garantir aos candidatos ao ensino superior as “melhores condições de desempenho e equidade na realização e classificação das mesmas”.

O documento completo poderá ser acedido aqui.