Acesso a Medicina para Licenciados

Blasty

ModFofa
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29 Abril 2016
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Medicina
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Esta ministra ainda vai colocar, como obrigação os médicos recém-formados a ficar a exercer no SNS por "x" anos...
Isso é completamente ridículo, só penso no que me vim meter quando leio essas coisas. 🤦‍♀️🤦‍♀️🤦‍♀️
 

Mstudent17

Membro Dux
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16 Novembro 2015
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Curso
Medicina
Instituição
FCM|NMS
Este ano, ainda, os concursos deverão ocorrer... mas não sei se continuarão.
Esta ministra ainda vai colocar, como obrigação os médicos recém-formados a ficar a exercer no SNS por "x" anos... não sei onde isto vai acabar... Amanhã os Médicos recém-formados irão realizar a prova de AE (novo formato)... supostamente após os resultados, nem todos terão acesso à especialidade, mas coloco, aqui uma questão simples: o governo/ OM (não sei de quem é a responsabilidade) se abrissem mais vagas nas especialidades, especialmente as mais necessitadas (anestesiologia, pediatria ou até MGF - com a dificuldade de fixar médicos de família no interior) menos médicos ficariam indiferenciados.
A diminuir as vagas... deveria ser feito de forma justa. Perante a lei se há 250 vagas (15% de licenciados = 37 alunos), diminuindo para 150 vagas (haveria 23 vagas para licenciados).
É esperar para ver, e bora apostar neste ano.
Muita ***** 💩 😋
Sim, apostar em apenas diminuir vagas e não fazer mais nada também não resolve o problema. Este curso não é mais do que os outros, mas parece que é tratado como tal, já que não há vagas para transferência ou maiores de 23, algo que acontece em todos os restantes cursos. Retirar este acesso alternativo, o único existente para além do concurso nacional, é muito injusto e uniformiza ainda mais o tipo de estudante que acede a este curso. Nem todos conseguimos entrar diretamente em medicina, e isso não tem de ser motivo de vergonha ou diminuição de capacidades, mas sim de orgulho em ter um percurso académico mais vasto ☺
Muita sorte a todos os que vão tentar o concurso este ano, vocês são incríveis 🤗
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Isso é completamente ridículo, só penso no que me vim meter quando leio essas coisas. 🤦‍♀️🤦‍♀️🤦‍♀️
É mesmo ridículo quando te obrigam a trabalhar durante vários anos num sítio por vezes sem as mínimas condições para tal, apenas te "despejam" lá, vão-se embora e deixam-te a ti a responsabilidade de fazer aquilo funcionar para o bem dos doentes
Poderia concordar com esta proposta se os serviços dos hospitais estivessem com as mínimas condições 😒
 

MedFCS-UBI

Membro Veterano
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23 Agosto 2016
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Curso
Medicina - 5º ano
Instituição
FCS-UBI

Parece que este tópico tem os dias contados. (O mais cómico é já ter ouvido, quem beneficiou deste concurso vir agora aplaudir esta possibilidade) 😒
A notícia é de 2016, não sei se repararam.

o governo/ OM (não sei de quem é a responsabilidade) se abrissem mais vagas nas especialidades, especialmente as mais necessitadas (anestesiologia, pediatria ou até MGF - com a dificuldade de fixar médicos de família no interior) menos médicos ficariam indiferenciados.
Isso seria uma solução "fácil" se não trouxesse também as suas consequências. Quem define a idoneidade dos serviços e as vagas é a OM. Todos os anos a OM tem tentado aumentar ao máximo as vagas, mas há limites. Abrindo vagas sem limites reduz-se a qualidade do internato de formação específica (IFE) e dificulta-se a sua conclusão. Por exemplo: durante o internato de neurocirurgia tens de participar em pelo menos 600 intervenções, das quais 30 cirurgias de tumores intracranianos, 50 cirurgias raquidianas, etc. Já ouvi falar de malta a fazer mais um ano de especialidade para ter o currículo completo, e aumentando o número de internos diminui-se a oferta de procedimentos para cada um. É importante ter vagas para o IFE, mas também é importante formar bons especialistas.
A meu ver, a idoneidade e vagas podem aumentar tendo mais especialistas no SNS (ou seja, tornar o SNS atrativo para que não vão saiam), porque mais especialistas possibilitam mais capacidade formativa, e diminuindo o número de alunos que entra no curso (até porque as próprias faculdades têm excesso de alunos). Este último demora sempre uns bons anos a ter efeito, por isso tem de ser feito atempadamente, que é o que não foi feito, e por isso estamos como estamos (mesmo com todos os avisos muitos anos antes de começar a haver falta de vagas).
Quanto aos médicos no interior, mais do que abrir mais vagas para o IFE, é preciso atrair os médicos para o interior. Mas não esquecer os que já lá estão! Muitas vezes os incentivos são só para quem vai agora, e os outros ficam na mesma. Só abrindo mais vagas temos mais especialistas, mas ficam todos no litoral, como já acontece. Os médicos existem, só não estão no SNS e no interior.
Mas sim, o nosso futuro está negro. Eu só entrei no curso há 4 anos, mas entretanto sinto que isto piorou muito (e nem quero pensar no que acontece nos 3 anos até eu poder escolher uma vaga).
 
Última edição:

Jacinto Avila

Membro Veterano
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21 Novembro 2017
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A notícia é de 2016, não sei se repararam.
"Médicos sem acesso à especialidade, um número de estudantes muito superior ao recomendado, um rácio estudante-tutor elevado, ausência de planeamento de necessidade de médicos em Portugal, falta de médicos especialistas no SNS...estes são problemas com que te confrontas diariamente mas que aos quais não lhes é apresentada nenhuma solução.
Quer sejas candidato à Formação Especializada ou estudante de Medicina, junta-te aos teus colegas, no dia 18 de novembro às 19h, nos locais onde se irá realizar a PNA:
• Porto - Centro de Congressos da Alfândega do Porto;
• Coimbra - Caves de Coimbra;
• Lisboa - Centro de Congressos do Estoril.
Este é o momento ideal para darmos voz aos principais problemas do Serviço Nacional de Saúde.
Nestes locais, serão distribuídas cartas a todos os participantes. Nesta carta, consta uma proposta de resolução aos problemas que afetam os estudantes de medicina, os doentes em Portugal e o SNS.
Ao assinares esta carta como forma de apoio, estás a dar força a esta proposta e a reivindicar que as entidades responsáveis comecem a atuar.
Todas cartas endereçadas ao Ministério da Saúde e ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, serão recolhidas por elementos da ANEM e, no dia seguinte, entregues em mão junto dos Ministérios."

Isto é o que estão a querer fazer...
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"Médicos sem acesso à especialidade, um número de estudantes muito superior ao recomendado, um rácio estudante-tutor elevado, ausência de planeamento de necessidade de médicos em Portugal, falta de médicos especialistas no SNS...estes são problemas com que te confrontas diariamente mas que aos quais não lhes é apresentada nenhuma solução.
Quer sejas candidato à Formação Especializada ou estudante de Medicina, junta-te aos teus colegas, no dia 18 de novembro às 19h, nos locais onde se irá realizar a PNA:
• Porto - Centro de Congressos da Alfândega do Porto;
• Coimbra - Caves de Coimbra;
• Lisboa - Centro de Congressos do Estoril.
Este é o momento ideal para darmos voz aos principais problemas do Serviço Nacional de Saúde.
Nestes locais, serão distribuídas cartas a todos os participantes. Nesta carta, consta uma proposta de resolução aos problemas que afetam os estudantes de medicina, os doentes em Portugal e o SNS.
Ao assinares esta carta como forma de apoio, estás a dar força a esta proposta e a reivindicar que as entidades responsáveis comecem a atuar.
Todas cartas endereçadas ao Ministério da Saúde e ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, serão recolhidas por elementos da ANEM e, no dia seguinte, entregues em mão junto dos Ministérios."

Isto é o que estão a querer fazer...
Aliás não tenho nada contra... até a favor, agora espero que haja justiça em todos os pontos. Até seria ótimo que o governo acolhesse medidas que otimizassem/melhorassem o SNS e o próprio ensino da arte.
 
Última edição:

MedFCS-UBI

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Medicina - 5º ano
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"Médicos sem acesso à especialidade, um número de estudantes muito superior ao recomendado, um rácio estudante-tutor elevado, ausência de planeamento de necessidade de médicos em Portugal, falta de médicos especialistas no SNS...estes são problemas com que te confrontas diariamente mas que aos quais não lhes é apresentada nenhuma solução.
Quer sejas candidato à Formação Especializada ou estudante de Medicina, junta-te aos teus colegas, no dia 18 de novembro às 19h, nos locais onde se irá realizar a PNA:
• Porto - Centro de Congressos da Alfândega do Porto;
• Coimbra - Caves de Coimbra;
• Lisboa - Centro de Congressos do Estoril.
Este é o momento ideal para darmos voz aos principais problemas do Serviço Nacional de Saúde.
Nestes locais, serão distribuídas cartas a todos os participantes. Nesta carta, consta uma proposta de resolução aos problemas que afetam os estudantes de medicina, os doentes em Portugal e o SNS.
Ao assinares esta carta como forma de apoio, estás a dar força a esta proposta e a reivindicar que as entidades responsáveis comecem a atuar.
Todas cartas endereçadas ao Ministério da Saúde e ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, serão recolhidas por elementos da ANEM e, no dia seguinte, entregues em mão junto dos Ministérios."

Isto é o que estão a querer fazer...
Na notícia de 2016 há efetivamente uma proposta de abolição do concurso para licenciados, mas na publicação recente da ANEM que partilhaste não vejo nenhuma menção deste concurso. E na tua publicação dizias que este tópico tem os dias contados...
 
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Jacinto Avila

Membro Veterano
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21 Novembro 2017
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Na notícia há efetivamente uma proposta de abolição do concurso para licenciados, mas na publicação recente da ANEM que partilhaste, não vejo nenhuma menção deste concurso.
Não existe efetivamente, mas na redução de alunos, apenas se deve exigir a proporcionalidade e não a diminuição incluindo a eliminação do concurso...
Como é óbvio, o conteúdo da Carta só os assinantes sabem o seu conteúdo, mas estaremos sempre aqui para ver.
Os pontos que citaste, estão bem claros... obrigado. A realidade que conheço (de amigos) apenas se insere na Cirurgia Geral e Medicina Interna e no que toca aos procedimentos obrigatórios, por ano, não têm qualquer problema em atingi-los.
 
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MedFCS-UBI

Membro Veterano
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23 Agosto 2016
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Não existe efetivamente, mas na redução de alunos, apenas se deve exigir a proporcionalidade e não a diminuição incluindo a eliminação do concurso...
Como é óbvio, o conteúdo da Carta só os assinantes sabem o seu conteúdo, mas estaremos sempre aqui para ver.
Os pontos que citaste, estão bem claros... obrigado. A realidade que conheço (de amigos) apenas se insere na Cirurgia Geral e Medicina Interna e no que toca aos procedimentos obrigatórios, por ano, não têm qualquer problema em atingi-los.
Sim, também não conheço o conteúdo das cartas. E não sei qual é atualmente a posição da ANEM relativamente ao concurso para licenciados. Desde a direção do André Fernandes (presidente na altura da notícia) já existiram outras 3 direções, e dezembro entrará em funções uma 4ª.
Para além disso, a ideia que tenho é que essa e outras posições da ANEM são determinadas de acordo com a opinião dos estudantes, manifestada em assembleias gerais em cada faculdade. Periodicamente são realizadas estas assembleias, e depois cada associação/núcleo transmite à ANEM quais as posições tomadas na sua faculdade, e a ANEM toma uma posição de acordo com estes resultados. Durante o meu tempo no curso, existiram estas assembleias em 2016 e acho que em 2018, e em pelo menos em 2016 falou-se do concurso para licenciados. Portanto, é muito importante ir a estas assembleias, até porque as posições devem ser o mais representativas possível dos alunos daquela faculdade.
Também não conheço os IFE em todas as especialidades e locais, acredito que haja quem não tenha problema em atingir os números necessários. E penso que é mais um problema das especialidades cirúrgicas e dos hospitais centrais.
 

Sofia C.

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Não existe efetivamente, mas na redução de alunos, apenas se deve exigir a proporcionalidade e não a diminuição incluindo a eliminação do concurso...
Como é óbvio, o conteúdo da Carta só os assinantes sabem o seu conteúdo, mas estaremos sempre aqui para ver.
Os pontos que citaste, estão bem claros... obrigado. A realidade que conheço (de amigos) apenas se insere na Cirurgia Geral e Medicina Interna e no que toca aos procedimentos obrigatórios, por ano, não têm qualquer problema em atingi-los.
Sim, também não conheço o conteúdo das cartas. E não sei qual é atualmente a posição da ANEM relativamente ao concurso para licenciados. Desde a direção do André Fernandes (presidente na altura da notícia) já existiram outras 3 direções, e dezembro entrará em funções uma 4ª.
Para além disso, a ideia que tenho é que essa e outras posições da ANEM são determinadas de acordo com a opinião dos estudantes, manifestada em assembleias gerais em cada faculdade. Periodicamente são realizadas estas assembleias, e depois cada associação/núcleo transmite à ANEM quais as posições tomadas na sua faculdade, e a ANEM toma uma posição de acordo com estes resultados. Durante o meu tempo no curso, existiram estas assembleias em 2016 e acho que em 2018, e em pelo menos em 2016 falou-se do concurso para licenciados. Portanto, é muito importante ir a estas assembleias, até porque as posições devem ser o mais representativas possível dos alunos daquela faculdade.
Também não conheço os IFE em todas as especialidades e locais, acredito que haja quem não tenha problema em atingir os números necessários. E penso que é mais um problema das especialidades cirúrgicas e dos hospitais centrais.
Durante o estágio que fiz em Med Interna no hospital da cidade de onde sou natural, apercebi-me que eles estavam sob um risco enorme de perder a idoneidade e já não poderem receber e formar internos em anos seguintes, portanto, claro que precisamos de mais vagas nas especialidades para diminuirmos o número de indiferenciados, mas com a falta de condições de alguns hospitais para receberem e formarem internos, isto torna-se um problema ainda mais complexo...

Eu acho que se fosse assim tão fácil acabar com o concurso de licenciados, já o teriam feito.. Já teriam cortado vagas de entrada por aí...
Portanto, não acredito que isso aconteça... Talvez haja alguma vantagem para as faculdades em guardar uma determinada fatia de vagas para concursos especiais (??)...
 
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davis

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Eu acho que se fosse assim tão fácil acabar com o concurso de licenciados, já o teriam feito.. Já teriam cortado vagas de entrada por aí...
Portanto, não acredito que isso aconteça... Talvez haja alguma vantagem para as faculdades em guardar uma determinada fatia de vagas para concursos especiais (??)...
As vagas dos concurso especiais são sempre alunos extra numerus clausus, pelo que às faculdades não lhes interessa eliminar esses concursos. Se algum dia decidirem diminuir as vagas, que não contem com isso nos próximos 4 anos, dado que se mantém em funções um ministro que já referiu publicamente várias vezes como é contra essa medida, será nos numerus clausus, que se reflectirá proporcionalmente no número de vagas do concurso especial.
 

Jacinto Avila

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As vagas dos concurso especiais são sempre alunos extra numerus clausus, pelo que às faculdades não lhes interessa eliminar esses concursos. Se algum dia decidirem diminuir as vagas, que não contem com isso nos próximos 4 anos, dado que se mantém em funções um ministro que já referiu publicamente várias vezes como é contra essa medida, será nos numerus clausus, que se reflectirá proporcionalmente no número de vagas do concurso especial.
Vá lá... menos mal. Acaba por ser o mais justo.
 
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Sofia C.

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JTM10

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12 Dezembro 2019
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Olá, estou a pensar concorrer a medicina no final da licenciatura e tenho algumas duvidas. Ter a licenciatura onde te vais candidatar a medicina dá alguma vantagem? É preciso voltar a fazer as provas de ingresso do secundário? Podemos-nos candidatar a mais que uma universidade? No caso de enfermagem temos de trabalhar algum tempo antes de nos podermos candidatar depois a medicina?
Se me pudessem explicar um pouco sobre a candidatura, o concurso, um pouco sobre o assunto todo.
 

davis

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Ter a licenciatura onde te vais candidatar a medicina dá alguma vantagem?
Depende dos critérios da instituição em causa. No concurso especial de acesso a Medicina para licenciados cada uma define os seus.
É preciso voltar a fazer as provas de ingresso do secundário?
Podes usar exames que já tenhas feitos.
Podemos-nos candidatar a mais que uma universidade?
Sim.
No caso de enfermagem temos de trabalhar algum tempo antes de nos podermos candidatar depois a medicina?
Não. Mas a experiência profissional poderá dar pontos extra.
Se me pudessem explicar um pouco sobre a candidatura, o concurso, um pouco sobre o assunto todo.
Se fores umas páginas atrás irás ver discussões de vários candidatos aos vários concursos de acesso deste ano.
 

Marisa Costa

Membro Caloiro
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24 Julho 2019
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Boa noite,

Alguém me sabe dizer se o pessoal que desempenha funções de TEPH no INEM, tem alguma vantagem e/ou concurso especial ao concorrer a um curso de medicina e/ou enfermagem?

Cumps :)
 

Jacinto Avila

Membro Veterano
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21 Novembro 2017
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Boa noite,

Alguém me sabe dizer se o pessoal que desempenha funções de TEPH no INEM, tem alguma vantagem e/ou concurso especial ao concorrer a um curso de medicina e/ou enfermagem?

Cumps :)
Olá Marisa! Para concorreres a Medicina (tens duas vias - uma é pelo concurso nacional e a outra pelos licenciados).
Pela 2° via, é obrigatório teres uma licenciatura, pelo menos.
Se fores concorrer para enfermagem, tens a opção dos maiores de 23 anos além da opção do concurso nacional. Na 1 opção é possível que pela revisão profissional tenhas alguma vantagem (mas neste concurso fazes um exame especifico, ditado por cada uma das faculdades - eles dão sempre uma matriz, e baseia-se, acho eu, em matérias de 10, 11 biologia e química).