Aspirantes a Medicina 2020/2021

Qual é a faculdade de medicina que vais escolher em 1ª. opção?


  • Total voters
    608
Matrícula
17 Janeiro 2020
Mensagens
38
Curso
Medicina
Instituição
Universidade do Minho
Bom dia caros aspirantes!

Passo aqui novamente para relembrar da existência do grupo de Facebook, assim como os chats de Messenger e Whatsapp dos Aspirantes a Medicina. São bem vindos todos aqueles que pretendem entrar assim como alunos que já frequentam o curso.

Podem aderir através deste link: Grupos do Facebook

Grande abraço,

Simão
 
  • Like
Reactions: Sedcpm

Droggy

Membro Dux
Matrícula
20 Julho 2015
Mensagens
880
Curso
Medicina
Instituição
NMS | FCM
Eu compreendo todos esses aspetos e apoio essa opinião. Os hospitais públicos acabam por ser mais "reais" do que os privados, no entanto também eles estão lotados de alunos das públicas. Se tudo correr bem, também enfratarei esse problema ao longo dos próximos seis anos e sinceramente não sei como será para o acesso à especialidade, mas isso são problemas que têm de ser debatidos e resolvidos a um nível mais elevado (OM...)
Post automatically merged:


Eu entendo. O acesso à especialidade devia ser mais facilitado. Temos demasiados profissionais indiferenciados que, depois de uma inteira formação em Portugal, na sua maioria paga pelos contribuintes, acabam por prestar serviços no estrangeiro. É pena
Nao vais ter acesso muito mais facilitado da especialidade. Estamos no limite de formação de especialistas. Nao depende propriamente da vontade dos politicos (num aspecto apenas - número de médicos contratados). Os serviços para conseguirem formar especialistas (idoneidade) precisam de um conjunto de critérios - um deles tem a ver com o número de doentes. Se determinada patologia tem uma incidência de 1% na população, e tu para seres bom a tratá-la tens que a ver um determinado número de vezes, percebes rapidamente que há um limite máximo possível. Por exemplo, apendicites agudas. Se assumirmos a incidência do EUA (nao ha dados portugueses que conheça de repente) que são 10 casos por 100.000 habitantes anuais e olhares para o número minimo de apendicites agudas que um único interno de Cirurgia Geral tem de fazer percebes a dificuldade - este deve no 1º ano fazer 12 apendicites e 60 apendicites ao fim dos 5 anos. Fazer 60 apendicites é considerado "pouco" em Portugal. Provavelmente a incidência de apendicite seja um pouco mais alta em Portugal que nos EUA mas nao tenho dados. Mas mesmo assim, há internos com dificuldade em conseguir ter o numero minimo de apendicites nos grandes centros... (são muitos internos a competir, incluindo de outras especialidades cirúrgicas).
 

FranciscoG.

Membro Veterano
Matrícula
28 Outubro 2017
Mensagens
247
Curso
Medicina (Dentária)
Instituição
FM(D)UL
Talvez serão semelhantes às notas de entrada de 2011. Com bastante sorte iguais a 2015.
Uma surpresa seria serem iguais a 2017, mas improvável.
Lembrando que a média do exame de matemática em 2015 foi 12 e este ano foi 13.3. Visto que as médias já são altas admito um aumento de 2/3 décimas em relação à 2015 pelo que a média mínima de medicina deverá se situar nos 17.9/18...
Medo!

Resultado: Colocado
Instituição: Clínica psiquiátrica
Não te esqueças que em 2015 todos os alunos fizeram exame de matemática e este ano apenas aqueles que a queriam usar como prova de ingresso fizeram. (e mesmo assim a subida nem foi das maiores). Mais: em 2015 Medicina era o curso de ouro do ensino superior, o que não sucede hoje. As Engenharias levam a melhor!
 

Mariam99

Membro
Matrícula
21 Maio 2017
Mensagens
21
Não te esqueças que em 2015 todos os alunos fizeram exame de matemática e este ano apenas aqueles que a queriam usar como prova de ingresso fizeram. (e mesmo assim a subida nem foi das maiores). Mais: em 2015 Medicina era o curso de ouro do ensino superior, o que não sucede hoje. As Engenharias levam a melhor!
Então achas que não vai ser assim tao dramático como estamos a pensar?
 

FranciscoG.

Membro Veterano
Matrícula
28 Outubro 2017
Mensagens
247
Curso
Medicina (Dentária)
Instituição
FM(D)UL
Então achas que não vai ser assim tao dramático como estamos a pensar?
Na minha humilde opinião, que não pode ser tomada como absoluta, creio que deverá subir menos de 5 décimas. Mas não sei. Acho que somos fatalistas por natureza. Antes assim que depois nos desiludirmos.
 

NMSF

Membro Caloiro
Apoiante Uniarea
Matrícula
13 Setembro 2020
Mensagens
4
ESBOÇO DO QUE JULGO SEREM AS MÉDIAS MÍNIMAS PARA MEDICINA EM 2020.
Questão prévia e como registo de interesses: tenho um familiar que vai concorrer à FMUC.
Pelo que, teria todo o interesse em que as médias não diferissem muito do ano transacto.
Todavia, considerando todo o acervo factual existente, penso que estão criadas as condições para uma subida substancial das médias.
Analisemos os fundamentos.
Entendo que as médias vão subir mais na base (UA, UMa ou UBI) do que no topo (ICBAS, FMUP ou UM).
Parece obvio. Desde logo, porque se há x alunos com média de 190 a 200, há 4, 5 ou 6 x alunos com médias de 170 a 180. Logo, a pressão de subida é muito maior onde há mais quantidade e concorrência.
Por outro lado, o ICBAS já só tem 1,5 valores (ou 15 décimas, como preferirem) para subir até chegar à nota máxima.
Em sentido inverso, a UA ainda tem um longo caminho de 2,52 valores até chegar ao 20.
Por fim, sou da opinião que a melhoria generalizada das médias vai fazer com que haja um encurtamento considerável das diferenças abissais das médias actuais entre as várias Universidades.
E isso vai ser à custa duma diminuição gradual do aumento das décimas nas médias não tão elevadas quando comparadas com um aumento menor nas médias mais altas.
Ou seja, em 2019, entre a nona (UA) e a 6.º Universidade (FMUL), exclusivamente do ponto de vista das médias menos elevadas, só houve 1 décima de diferença (174,8 vs 175,8), o que está correcto e homogéneo. Mas para a Nova (5.ª no ranking) houve1,5 décimas… e desta para a 4.ª (FMUC), 2,4 décimas! E para a 3.ª, pasme-se, 2,5 décimas. E só da segunda (FMUP) para a 1.ª(ICBAS), apenas do ranking com média mais elevada, insisto, uma subida de 2,3 décimas!
Em 2020, penso que das 10.2 décimas, iremos assistir a uma diferença de 7,3 décimas entre a média menos elevada e a mais elevada.
Concluindo:
1) ICBAS =189,0 (40 centésimas de subida).
2)FMUP = 187,5 ( + 48 centésimas).
3) UM = 187,2 ( + 50 c).
4) FMUC = 185,2 (+ 52 c).
5) NMS = 183,3 ( + 60 c).
6) FMUL = 182,3 (+ 65 c).
7) UBI = 182,0 ( + 67 c).
8) UMa = 181,8 (+ 68 c) e
9) UA = 1817 (+ 69 c).
Tenho uma ténue esperança que o duplo reforço (em dois momentos temporais distintos) das vagas nos cursos com médias mais elevadas (com excepção das Medicinas, como sabemos), bem como a polémica com a Prova Nacional de Acesso à Formação Especializada (PNA), a propósito da Católica (que veio na melhor altura, diga-se), tenha permitido desviar (de 9 a 11/9) muitos alunos com médias superiores a 190 para as Engenharias altamente especializadas e promissoras.
Boa sorte a todos.
 

Droggy

Membro Dux
Matrícula
20 Julho 2015
Mensagens
880
Curso
Medicina
Instituição
NMS | FCM
ESBOÇO DO QUE JULGO SEREM AS MÉDIAS MÍNIMAS PARA MEDICINA EM 2020.
Questão prévia e como registo de interesses: tenho um familiar que vai concorrer à FMUC.
Pelo que, teria todo o interesse em que as médias não diferissem muito do ano transacto.
Todavia, considerando todo o acervo factual existente, penso que estão criadas as condições para uma subida substancial das médias.
Analisemos os fundamentos.
Entendo que as médias vão subir mais na base (UA, UMa ou UBI) do que no topo (ICBAS, FMUP ou UM).
Parece obvio. Desde logo, porque se há x alunos com média de 190 a 200, há 4, 5 ou 6 x alunos com médias de 170 a 180. Logo, a pressão de subida é muito maior onde há mais quantidade e concorrência.
Por outro lado, o ICBAS já só tem 1,5 valores (ou 15 décimas, como preferirem) para subir até chegar à nota máxima.
Em sentido inverso, a UA ainda tem um longo caminho de 2,52 valores até chegar ao 20.
Por fim, sou da opinião que a melhoria generalizada das médias vai fazer com que haja um encurtamento considerável das diferenças abissais das médias actuais entre as várias Universidades.
E isso vai ser à custa duma diminuição gradual do aumento das décimas nas médias não tão elevadas quando comparadas com um aumento menor nas médias mais altas.
Ou seja, em 2019, entre a nona (UA) e a 6.º Universidade (FMUL), exclusivamente do ponto de vista das médias menos elevadas, só houve 1 décima de diferença (174,8 vs 175,8), o que está correcto e homogéneo. Mas para a Nova (5.ª no ranking) houve1,5 décimas… e desta para a 4.ª (FMUC), 2,4 décimas! E para a 3.ª, pasme-se, 2,5 décimas. E só da segunda (FMUP) para a 1.ª(ICBAS), apenas do ranking com média mais elevada, insisto, uma subida de 2,3 décimas!
Em 2020, penso que das 10.2 décimas, iremos assistir a uma diferença de 7,3 décimas entre a média menos elevada e a mais elevada.
Concluindo:
1) ICBAS =189,0 (40 centésimas de subida).
2)FMUP = 187,5 ( + 48 centésimas).
3) UM = 187,2 ( + 50 c).
4) FMUC = 185,2 (+ 52 c).
5) NMS = 183,3 ( + 60 c).
6) FMUL = 182,3 (+ 65 c).
7) UBI = 182,0 ( + 67 c).
8) UMa = 181,8 (+ 68 c) e
9) UA = 1817 (+ 69 c).
Tenho uma ténue esperança que o duplo reforço (em dois momentos temporais distintos) das vagas nos cursos com médias mais elevadas (com excepção das Medicinas, como sabemos), bem como a polémica com a Prova Nacional de Acesso à Formação Especializada (PNA), a propósito da Católica (que veio na melhor altura, diga-se), tenha permitido desviar (de 9 a 11/9) muitos alunos com médias superiores a 190 para as Engenharias altamente especializadas e promissoras.
Boa sorte a todos.
Polémica com a PNA??
 

FranciscoG.

Membro Veterano
Matrícula
28 Outubro 2017
Mensagens
247
Curso
Medicina (Dentária)
Instituição
FM(D)UL
ESBOÇO DO QUE JULGO SEREM AS MÉDIAS MÍNIMAS PARA MEDICINA EM 2020.
Questão prévia e como registo de interesses: tenho um familiar que vai concorrer à FMUC.
Pelo que, teria todo o interesse em que as médias não diferissem muito do ano transacto.
Todavia, considerando todo o acervo factual existente, penso que estão criadas as condições para uma subida substancial das médias.
Analisemos os fundamentos.
Entendo que as médias vão subir mais na base (UA, UMa ou UBI) do que no topo (ICBAS, FMUP ou UM).
Parece obvio. Desde logo, porque se há x alunos com média de 190 a 200, há 4, 5 ou 6 x alunos com médias de 170 a 180. Logo, a pressão de subida é muito maior onde há mais quantidade e concorrência.
Por outro lado, o ICBAS já só tem 1,5 valores (ou 15 décimas, como preferirem) para subir até chegar à nota máxima.
Em sentido inverso, a UA ainda tem um longo caminho de 2,52 valores até chegar ao 20.
Por fim, sou da opinião que a melhoria generalizada das médias vai fazer com que haja um encurtamento considerável das diferenças abissais das médias actuais entre as várias Universidades.
E isso vai ser à custa duma diminuição gradual do aumento das décimas nas médias não tão elevadas quando comparadas com um aumento menor nas médias mais altas.
Ou seja, em 2019, entre a nona (UA) e a 6.º Universidade (FMUL), exclusivamente do ponto de vista das médias menos elevadas, só houve 1 décima de diferença (174,8 vs 175,8), o que está correcto e homogéneo. Mas para a Nova (5.ª no ranking) houve1,5 décimas… e desta para a 4.ª (FMUC), 2,4 décimas! E para a 3.ª, pasme-se, 2,5 décimas. E só da segunda (FMUP) para a 1.ª(ICBAS), apenas do ranking com média mais elevada, insisto, uma subida de 2,3 décimas!
Em 2020, penso que das 10.2 décimas, iremos assistir a uma diferença de 7,3 décimas entre a média menos elevada e a mais elevada.
Concluindo:
1) ICBAS =189,0 (40 centésimas de subida).
2)FMUP = 187,5 ( + 48 centésimas).
3) UM = 187,2 ( + 50 c).
4) FMUC = 185,2 (+ 52 c).
5) NMS = 183,3 ( + 60 c).
6) FMUL = 182,3 (+ 65 c).
7) UBI = 182,0 ( + 67 c).
8) UMa = 181,8 (+ 68 c) e
9) UA = 1817 (+ 69 c).
Tenho uma ténue esperança que o duplo reforço (em dois momentos temporais distintos) das vagas nos cursos com médias mais elevadas (com excepção das Medicinas, como sabemos), bem como a polémica com a Prova Nacional de Acesso à Formação Especializada (PNA), a propósito da Católica (que veio na melhor altura, diga-se), tenha permitido desviar (de 9 a 11/9) muitos alunos com médias superiores a 190 para as Engenharias altamente especializadas e promissoras.
Boa sorte a todos.
Acho que está um bom trabalho estatístico! No entanto, pegaste apenas nos fatores numerais em comparação com outros anos e esqueceste-te, na minha ótica, que o concurso nacional de acesso em relação a Medicina também sofreu alterações em virtude de um aumento de notas de candidatura! Porquê? Porque tenho a certeza que muita gente que subiu a sua média e que equacionava, por não a ter tão alta, uma faculdade com média mais baixa, voltou a reconsiderar as suas opções e candidatou-se primariamente àquela de média mais elevada, pelo que a pressão de subida não será assim tão distinta entre as escolas com média mais elevada e as escolas com média mais baixa, embora seja óbvio que se nas mais elevadas subir 3 décimas, em baixo subirão 4 ou 5, porque, no mesmo passo, muita gente que julgava não ter uma boa média de candidatura para as faculdades de média mais baixa passou a ter. Parece-me um bom trabalho embora artificial. Vale o que vale como as várias sugestões que temos assistido. Eu sigo com a opinião de que o jogo passou apenas para outro patamar com os mesmos jogadores. Mas tudo pode acontecer! Obrigado!
 
Matrícula
16 Outubro 2017
Mensagens
63
ESBOÇO DO QUE JULGO SEREM AS MÉDIAS MÍNIMAS PARA MEDICINA EM 2020.
Questão prévia e como registo de interesses: tenho um familiar que vai concorrer à FMUC.
Pelo que, teria todo o interesse em que as médias não diferissem muito do ano transacto.
Todavia, considerando todo o acervo factual existente, penso que estão criadas as condições para uma subida substancial das médias.
Analisemos os fundamentos.
Entendo que as médias vão subir mais na base (UA, UMa ou UBI) do que no topo (ICBAS, FMUP ou UM).
Parece obvio. Desde logo, porque se há x alunos com média de 190 a 200, há 4, 5 ou 6 x alunos com médias de 170 a 180. Logo, a pressão de subida é muito maior onde há mais quantidade e concorrência.
Por outro lado, o ICBAS já só tem 1,5 valores (ou 15 décimas, como preferirem) para subir até chegar à nota máxima.
Em sentido inverso, a UA ainda tem um longo caminho de 2,52 valores até chegar ao 20.
Por fim, sou da opinião que a melhoria generalizada das médias vai fazer com que haja um encurtamento considerável das diferenças abissais das médias actuais entre as várias Universidades.
E isso vai ser à custa duma diminuição gradual do aumento das décimas nas médias não tão elevadas quando comparadas com um aumento menor nas médias mais altas.
Ou seja, em 2019, entre a nona (UA) e a 6.º Universidade (FMUL), exclusivamente do ponto de vista das médias menos elevadas, só houve 1 décima de diferença (174,8 vs 175,8), o que está correcto e homogéneo. Mas para a Nova (5.ª no ranking) houve1,5 décimas… e desta para a 4.ª (FMUC), 2,4 décimas! E para a 3.ª, pasme-se, 2,5 décimas. E só da segunda (FMUP) para a 1.ª(ICBAS), apenas do ranking com média mais elevada, insisto, uma subida de 2,3 décimas!
Em 2020, penso que das 10.2 décimas, iremos assistir a uma diferença de 7,3 décimas entre a média menos elevada e a mais elevada.
Concluindo:
1) ICBAS =189,0 (40 centésimas de subida).
2)FMUP = 187,5 ( + 48 centésimas).
3) UM = 187,2 ( + 50 c).
4) FMUC = 185,2 (+ 52 c).
5) NMS = 183,3 ( + 60 c).
6) FMUL = 182,3 (+ 65 c).
7) UBI = 182,0 ( + 67 c).
8) UMa = 181,8 (+ 68 c) e
9) UA = 1817 (+ 69 c).
Tenho uma ténue esperança que o duplo reforço (em dois momentos temporais distintos) das vagas nos cursos com médias mais elevadas (com excepção das Medicinas, como sabemos), bem como a polémica com a Prova Nacional de Acesso à Formação Especializada (PNA), a propósito da Católica (que veio na melhor altura, diga-se), tenha permitido desviar (de 9 a 11/9) muitos alunos com médias superiores a 190 para as Engenharias altamente especializadas e promissoras.
Boa sorte a todos.
Só uma pequena correção, Medicina aumentou as vagas sim mas em apenas uma universidade (UA) e foi um aumento pouco significativo, porém aumentou (6). Quanto às previsões sou mais positiva do que isso, mas até lá nenhum de nós sabe. ☺️ Boa sorte a todos.
 

NMSF

Membro Caloiro
Apoiante Uniarea
Matrícula
13 Setembro 2020
Mensagens
4
Obrigado Sara pela tua "pequena correção".
Eu não considerei essas 6 vagas porque, na realidade, para o contingente geral são apenas 3 ...
Eu não queria entrar nessa problemática, mas aqui fica mais uma estatística, no final de contas, aquilo em que o GonçaloG diz que apenas eu sou bom na minha análise (e eu espero que ele tenha razão).
Como sabes, nos Acores, a preferência regional é de, pelo menos, 50%.
Em 2019, foram 20 os Açorianos colocados nas 38 vagas (confere na DGES, no PDF, in fine, na 1.ª fase, a cor azul).
Para o contingente geral sobraram 18 vagas.
Na Madeira, a preferência regional, foi de 66%...
Das 38 vagas só sobraram 13 vagas para o contingente geral (confirma na mesma publicação).
Dramático mesmo é que o contingente especial da Madeira, coloca alunos em todas as outras 7 Universidades com médias muito inferiores ao último colocado do contingente geral!
Analisando a informação disponibilizada pela DGES, em PDF, desde o ICBAS (5 colocados com média de entrada de 164,8... ou seja menos de 2 valores!), passando pela FMUP (5 com média de 143,8...), 4 pela UM (média de 162,3), 9 na FMUC (média de 158,7), 8 na Nova (média de 166,5), 10 na FMUL (com média de 165,0) e UBI com 3 colocados com média de … 151,8???
Lê os gráficos dos alunos colocados (a cor azul) e fica boquiaberta...
Portanto, para sermos verdadeiros, só neste contingente especial (para além dos Deficientes, Açores, Emigrantes) são menos 44 vagas retiradas do contingente geral.
Desculpa a má notícia.
Mas é um elogio à tua personalidade, esse espírito realmente português de: "Até ao lavar dos cestos, é vindima".
 

Bosque

Membro Caloiro
Matrícula
8 Julho 2019
Mensagens
7
Obrigado Sara pela tua "pequena correção".
Eu não considerei essas 6 vagas porque, na realidade, para o contingente geral são apenas 3 ...
Eu não queria entrar nessa problemática, mas aqui fica mais uma estatística, no final de contas, aquilo em que o GonçaloG diz que apenas eu sou bom na minha análise (e eu espero que ele tenha razão).
Como sabes, nos Acores, a preferência regional é de, pelo menos, 50%.
Em 2019, foram 20 os Açorianos colocados nas 38 vagas (confere na DGES, no PDF, in fine, na 1.ª fase, a cor azul).
Para o contingente geral sobraram 18 vagas.
Na Madeira, a preferência regional, foi de 66%...
Das 38 vagas só sobraram 13 vagas para o contingente geral (confirma na mesma publicação).
Dramático mesmo é que o contingente especial da Madeira, coloca alunos em todas as outras 7 Universidades com médias muito inferiores ao último colocado do contingente geral!
Analisando a informação disponibilizada pela DGES, em PDF, desde o ICBAS (5 colocados com média de entrada de 164,8... ou seja menos de 2 valores!), passando pela FMUP (5 com média de 143,8...), 4 pela UM (média de 162,3), 9 na FMUC (média de 158,7), 8 na Nova (média de 166,5), 10 na FMUL (com média de 165,0) e UBI com 3 colocados com média de … 151,8???
Lê os gráficos dos alunos colocados (a cor azul) e fica boquiaberta...
Portanto, para sermos verdadeiros, só neste contingente especial (para além dos Deficientes, Açores, Emigrantes) são menos 44 vagas retiradas do contingente geral.
Desculpa a má notícia.
Mas é um elogio à tua personalidade, esse espírito realmente português de: "Até ao lavar dos cestos, é vindima".
Ficaste pouco ofendido portanto.
 

NMSF

Membro Caloiro
Apoiante Uniarea
Matrícula
13 Setembro 2020
Mensagens
4
Acho que está um bom trabalho estatístico! No entanto, pegaste apenas nos fatores numerais em comparação com outros anos e esqueceste-te, na minha ótica, que o concurso nacional de acesso em relação a Medicina também sofreu alterações em virtude de um aumento de notas de candidatura! Porquê? Porque tenho a certeza que muita gente que subiu a sua média e que equacionava, por não a ter tão alta, uma faculdade com média mais baixa, voltou a reconsiderar as suas opções e candidatou-se primariamente àquela de média mais elevada, pelo que a pressão de subida não será assim tão distinta entre as escolas com média mais elevada e as escolas com média mais baixa, embora seja óbvio que se nas mais elevadas subir 3 décimas, em baixo subirão 4 ou 5, porque, no mesmo passo, muita gente que julgava não ter uma boa média de candidatura para as faculdades de média mais baixa passou a ter. Parece-me um bom trabalho embora artificial. Vale o que vale como as várias sugestões que temos assistido. Eu sigo com a opinião de que o jogo passou apenas para outro patamar com os mesmos jogadores. Mas tudo pode acontecer! Obrigado!
Antes de mais, obrigado pelo teu comentário ao meu modesto esboço.
Como comecei por referir, o meu desejo é um, mas o que eu interpreto da realidade é uma situação oposta, infelizmente.
Agora, o que eu pretendo é que vocês consigam "desmontar" as premissas e os fundamentos por mim expostos por forma a que as médias não divirjam das de 2019.
E a vontade é tanta que eu até apontei 3 situações que ajudam a minorar os efeitos duma "onda de subida das médias".
Mas até tal se verificar, o problema de fundo mantêm-se: na generalidade, as notas dos exames nacionais/Provas de Ingresso (na versão dos anos anteriores), baixavam, consideravelmente, as notas dos 10.º ao 12.º anos.
Este ano, tal não sucede.
A título de exemplo, mesmo nas melhores provas de ingresso (ICBAS = 184,1), não rivalizavam com os 193,3 de média do 10 ao 12.º, desses mesmos alunos colocados.
Agora, constata que naquelas, muitas, escolas em que as notas são propositadamente inflacionadas, para veres que, possivelmente, centenas de alunos ficaram, em 2020, com uma média de candidatura com a qual nunca contaram...
São essas centenas, que não iam concorrer a medicina, e que agora, "viram abrir-se, escancaradamente, as portas".
Concluindo: aprecio muito o teu empreendedorismo, mas fico a aguardar que proves a tua razão.
A bem de ambos!!!
 
  • Like
Reactions: Mate4848

FranciscoG.

Membro Veterano
Matrícula
28 Outubro 2017
Mensagens
247
Curso
Medicina (Dentária)
Instituição
FM(D)UL
Antes de mais, obrigado pelo teu comentário ao meu modesto esboço.
Como comecei por referir, o meu desejo é um, mas o que eu interpreto da realidade é uma situação oposta, infelizmente.
Agora, o que eu pretendo é que vocês consigam "desmontar" as premissas e os fundamentos por mim expostos por forma a que as médias não divirjam das de 2019.
E a vontade é tanta que eu até apontei 3 situações que ajudam a minorar os efeitos duma "onda de subida das médias".
Mas até tal se verificar, o problema de fundo mantêm-se: na generalidade, as notas dos exames nacionais/Provas de Ingresso (na versão dos anos anteriores), baixavam, consideravelmente, as notas dos 10.º ao 12.º anos.
Este ano, tal não sucede.
A título de exemplo, mesmo nas melhores provas de ingresso (ICBAS = 184,1), não rivalizavam com os 193,3 de média do 10 ao 12.º, desses mesmos alunos colocados.
Agora, constata que naquelas, muitas, escolas em que as notas são propositadamente inflacionadas, para veres que, possivelmente, centenas de alunos ficaram, em 2020, com uma média de candidatura com a qual nunca contaram...
São essas centenas, que não iam concorrer a medicina, e que agora, "viram abrir-se, escancaradamente, as portas".
Concluindo: aprecio muito o teu empreendedorismo, mas fico a aguardar que proves a tua razão.
A bem de ambos!!!
Eu não vou fazer qualquer previsão numérica dos valores das médias de acesso pois, não creio estar habilitado para tal, creio que não temos dados fidedignos para o fazer e porque o número de condicionantes é tão grande que, é impossível, com exatidão chegar à conclusão pretendida. Não estou aqui para entrar numa "corrida ao armamento" sobre quem tem razão relativamente às médias de acesso a medicina muito menos a 11 dias de conhecermos os resultados do concurso. Eu apreciei o teu trabalho estatístico porque trabalha com números e está bem feito, é um facto e eu gosto de estatística. Mas a realidade e a estatística nem sempre andam de mãos dadas, exceto quando saem resultados oficiais. Portanto eu prefiro aguardar e não dar as coisas como perdidas nem tão pouco me desmotivar ou desmotivar os meus colegas. Podemos ser sempre positivos e além disso nenhum de nós possui a verdade universal! Abraço.
 

Mariam99

Membro
Matrícula
21 Maio 2017
Mensagens
21
Eu não vou fazer qualquer previsão numérica dos valores das médias de acesso pois, não creio estar habilitado para tal, creio que não temos dados fidedignos para o fazer e porque o número de condicionantes é tão grande que, é impossível, com exatidão chegar à conclusão pretendida. Não estou aqui para entrar numa "corrida ao armamento" sobre quem tem razão relativamente às médias de acesso a medicina muito menos a 11 dias de conhecermos os resultados do concurso. Eu apreciei o teu trabalho estatístico porque trabalha com números e está bem feito, é um facto e eu gosto de estatística. Mas a realidade e a estatística nem sempre andam de mãos dadas, exceto quando saem resultados oficiais. Portanto eu prefiro aguardar e não dar as coisas como perdidas nem tão pouco me desmotivar ou desmotivar os meus colegas. Podemos ser sempre positivos e além disso nenhum de nós possui a verdade universal! Abraço.
👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
 
  • Like
Reactions: Loonymoon
Matrícula
16 Outubro 2017
Mensagens
63
Obrigado Sara pela tua "pequena correção".
Eu não considerei essas 6 vagas porque, na realidade, para o contingente geral são apenas 3 ...
Eu não queria entrar nessa problemática, mas aqui fica mais uma estatística, no final de contas, aquilo em que o GonçaloG diz que apenas eu sou bom na minha análise (e eu espero que ele tenha razão).
Como sabes, nos Acores, a preferência regional é de, pelo menos, 50%.
Em 2019, foram 20 os Açorianos colocados nas 38 vagas (confere na DGES, no PDF, in fine, na 1.ª fase, a cor azul).
Para o contingente geral sobraram 18 vagas.
Na Madeira, a preferência regional, foi de 66%...
Das 38 vagas só sobraram 13 vagas para o contingente geral (confirma na mesma publicação).
Dramático mesmo é que o contingente especial da Madeira, coloca alunos em todas as outras 7 Universidades com médias muito inferiores ao último colocado do contingente geral!
Analisando a informação disponibilizada pela DGES, em PDF, desde o ICBAS (5 colocados com média de entrada de 164,8... ou seja menos de 2 valores!), passando pela FMUP (5 com média de 143,8...), 4 pela UM (média de 162,3), 9 na FMUC (média de 158,7), 8 na Nova (média de 166,5), 10 na FMUL (com média de 165,0) e UBI com 3 colocados com média de … 151,8???
Lê os gráficos dos alunos colocados (a cor azul) e fica boquiaberta...
Portanto, para sermos verdadeiros, só neste contingente especial (para além dos Deficientes, Açores, Emigrantes) são menos 44 vagas retiradas do contingente geral.
Desculpa a má notícia.
Mas é um elogio à tua personalidade, esse espírito realmente português de: "Até ao lavar dos cestos, é vindima".
Agradeço o apontamento sobre os contingentes, mas esse conhecimento já eu o tenho já que também irei beneficiar, e com toda a justiça, dos contingentes (por isso de má notícia não tem nenhuma). Concordo, porém, que acaba por ser um benefício em larga demasia, mas isso já são outros "quinhentos". Permite-me outra correção: colocaste os contigentes no mesmo saco das preferências regionais, o que não é verdade. Há quem queira beneficiar de um, uns de outro e outros de ambos. Caso dos açores, a título de exemplo, 50% das 38 vagas da UAC são obrigatoriamemte preenchidas por açorianos - a isto denomina-se preferência regional (e foram). Os que ficam de fora (médias abaixo de 15,5 no ano passado por ex) entram nas vagas do denominado contingente açoriano (3% de vagas de cada universidade no continente português) e penso que foram uns 10 (mais ou menos) que entraram desta forma. Permite-me então "enriquecer a tua indignação": sobraram bastantes vagas reservadas para açorianos e por isso, o ano passado, seria possível, caso houvesse alguém a concorrer com 14,0 de média, esse aluno entrar na FMUP ou ICBAS até. Quanto à questão das médias compreendo o teu negativismo porque os factos assim ajudam, mas permite-me discordar do ato de passar o pessimismo para os outros :) Resto de bom dia e boa sorte.
 

Droggy

Membro Dux
Matrícula
20 Julho 2015
Mensagens
880
Curso
Medicina
Instituição
NMS | FCM
Obrigado Sara pela tua "pequena correção".
Eu não considerei essas 6 vagas porque, na realidade, para o contingente geral são apenas 3 ...
Eu não queria entrar nessa problemática, mas aqui fica mais uma estatística, no final de contas, aquilo em que o GonçaloG diz que apenas eu sou bom na minha análise (e eu espero que ele tenha razão).
Como sabes, nos Acores, a preferência regional é de, pelo menos, 50%.
Em 2019, foram 20 os Açorianos colocados nas 38 vagas (confere na DGES, no PDF, in fine, na 1.ª fase, a cor azul).
Para o contingente geral sobraram 18 vagas.
Na Madeira, a preferência regional, foi de 66%...
Das 38 vagas só sobraram 13 vagas para o contingente geral (confirma na mesma publicação).
Dramático mesmo é que o contingente especial da Madeira, coloca alunos em todas as outras 7 Universidades com médias muito inferiores ao último colocado do contingente geral!
Analisando a informação disponibilizada pela DGES, em PDF, desde o ICBAS (5 colocados com média de entrada de 164,8... ou seja menos de 2 valores!), passando pela FMUP (5 com média de 143,8...), 4 pela UM (média de 162,3), 9 na FMUC (média de 158,7), 8 na Nova (média de 166,5), 10 na FMUL (com média de 165,0) e UBI com 3 colocados com média de … 151,8???
Lê os gráficos dos alunos colocados (a cor azul) e fica boquiaberta...
Portanto, para sermos verdadeiros, só neste contingente especial (para além dos Deficientes, Açores, Emigrantes) são menos 44 vagas retiradas do contingente geral.
Desculpa a má notícia.
Mas é um elogio à tua personalidade, esse espírito realmente português de: "Até ao lavar dos cestos, é vindima".
Mas qual era a tal polémica da PNA que não percebi
 

marianasantos87654

Membro Caloiro
Matrícula
17 Setembro 2020
Mensagens
1
Boa noite, sei que ninguém consegue prever médias ao certo, mas esta incerteza a 10 dias das colocaçôes está-me a desgastar imenso. Tenho média de candidatura de 17,85 e a minha primeira opção é a FMUL, acham sinceramente que vai chegar?Também concorri à NMS e à UBI e a outros cursos com os quais fico bastante contente se entrar. No entanto, vou ser uma aluna deslocada e gostava que alguém me desse uma opinião, pois na minha situação nem consigo tratar de alojamento e tanta mudança assusta-me.
 
Matrícula
16 Outubro 2017
Mensagens
63
Boa noite, sei que ninguém consegue prever médias ao certo, mas esta incerteza a 10 dias das colocaçôes está-me a desgastar imenso. Tenho média de candidatura de 17,85 e a minha primeira opção é a FMUL, acham sinceramente que vai chegar?Também concorri à NMS e à UBI e a outros cursos com os quais fico bastante contente se entrar. No entanto, vou ser uma aluna deslocada e gostava que alguém me desse uma opinião, pois na minha situação nem consigo tratar de alojamento e tanta mudança assusta-me.
Infelizmente, por mais que queiramos, nenhum de nós consegue ajudar a prever o futuro. Pensa assim: a candidatura está feita e fizeste o teu melhor para aqui chegares por isso tudo o que acontecer dia 28 de setembro será por alguma razão. Entretanto tenta relaxar, sei que é difícil porque também estou ansiosa mas na verdade todos estamos. Não estás sozinha. Pensa que são apenas 10 dias de uma vida cheia de coisas que ainda irás experienciar e estes dias que parecem nunca mais acabar vão ser nada mais do que uma memória daqui a pouco :)
 
  • Like
Reactions: Azami and a fish

Sousa Martins

Membro Caloiro
Matrícula
12 Setembro 2020
Mensagens
4
Olá Bom dia ... tb eu decidi tentar perceber quais seriam as médias de corte. É mais uma abordagem de um companheiro de viagem....que como é óbvio tem alguns pressupostos que poderão não estar certos !!!!
Qual foi a minha abordagem:
- Com base nas infos colocadas tentar perceber qual seria a média de 2020 por Universidade (Madeira, Açores e UBI não temos muitas amostras :-( )
- Perceber qual média dos colocados nos ultímos anos
- Tentar inferir qual o delta entre a média e o último colocado para o calculo da nota de corte; acabei por utilizar os deltas de 2011; ou seja a formula será: Último a entrar =média 2020- delta 2011; a ideia foi perceber qual o impacto do aumento das médias.
- No caso da Madeira , Ubi e Açores, como não tinha dados inferi "mais ou menos a olho" em linha com perfil da FMUL.


Últimos a entrar
2011​
2017​
2018​
2019​
2020​
FMUC
183,5​
179​
177,7​
179,7​
183,83​
FMUL
182​
177,5​
175,2​
175,8​
182,82​
FMUP
186,3​
183,3​
181​
182,7​
187,88​
ICBAS
185,5​
182,3​
182,2​
185​
189,07​
NMS
181,2​
178,3​
177,2​
177,3​
183,29​
UBI
180,8​
176,7​
174,3​
175,3​
181,80​
UM
184,5​
181,3​
180,5​
182,2​
186,69​
Açores
180​
176,3​
173,8​
174,8​
180,80​
Madeira
178,3​
176,7​
174,2​
175​
181,80​


Média dos colocados
2011​
2017​
2018​
2019​
2020​
Delta 2020 vs 2011
FMUC
184,8​
181,4​
179,8​
182,6​
185,13​
0,33​
FMUL
184,1​
181,4​
178,9​
180,7​
184,92​
0,82​
FMUP
187,5​
186,4​
185,2​
186,1​
189,08​
1,58​
ICBAS
186,8​
184,7​
185,8​
188,7​
190,37​
3,57​
NMS
181,7​
180,9​
180,9​
181,7​
183,79​
2,09​
UBI
181,4​
177,7​
176,1​
177,4​
182,40​
1,00​
UM
184,9​
183,8​
183,2​
185,4​
187,09​
2,19​


Delta Média face ao último
2011​
2017​
2018​
2019​
FMUC
1,3​
2,4​
2,1​
2,9​
FMUL
2,1​
3,9​
3,7​
4,9​
FMUP
1,2​
3,1​
4,2​
3,4​
ICBAS
1,3​
2,4​
3,6​
3,7​
NMS
0,5​
2,6​
3,7​
4,4​
UBI
0,6​
1​
1,8​
2,1​
UM
0,4​
2,5​
2,7​
3,2​


Boa sorte a todos :-)
 
Última edição: