Tenho 18 anos, terminei o 12.º ano este ano com média de 11 valores.
No entanto, ainda não concluí o ensino secundário.
O problema está em Filosofia do 11.º ano, que deixei por fazer. Este ano inscrevi-me como externo e fiz o exame nacional, mas após receber a grelha de correção e rever bem as minhas respostas, tenho a certeza absoluta de que chumbei. Nem vale a pena esperar pela nota oficial — nem em sonhos chego a 9,5.
Com isso, fico numa situação complicada:
Tenho dois exames feitos (Geografia A no 11.º e Português no 12.º), mas para concluir o secundário, são obrigatórios três exames nacionais — dois de 11.º e um de 12.º. Sem o de Filosofia, não há diploma.
As opções que me sugerem não me servem:
Pensei na segunda fase, mas só depois me aparcebi que coincide exatamente em cima de umas fárias sem cancelamento gratuito e como tal o cancelamento está completa e absolutamente fora de questão.
Também me falaram na hipótese de mudar o exame de Filosofia para outro do 11.º ano que eu consiga estudar sozinho, e tentar fazer esse na segunda fase. Isso talvez resolvesse a parte dos três exames. Mas tenho dúvidas se isso seria viável agora, se ainda vou a tempo, ou se mesmo assim valeria a pena, visto que a média já é fraca.
Também tenho em mente o regime Maiores de 23, como possível alternativa mais à frente, caso queira entrar no ensino superior — mas falta tempo até lá, e não sei o que fazer neste momento.
Sinto que estou num buraco entre "já fiz demasiado para desistir" e "não tenho o suficiente para avançar". Não sei o que fazer.
Quero terminar o secundário, mas não à custa de perder mais um ano da minha vida num sistema que não me encaixa. Ao mesmo tempo, não quero desistir. Só quero uma solução clara, objetiva, exequível.
Se alguém já passou por algo semelhante, ou percebe bem o funcionamento destas regras todas (exames, fases, estatutos, equivalências, alternativas), agradecia muito qualquer ajuda ou orientação.
No entanto, ainda não concluí o ensino secundário.
O problema está em Filosofia do 11.º ano, que deixei por fazer. Este ano inscrevi-me como externo e fiz o exame nacional, mas após receber a grelha de correção e rever bem as minhas respostas, tenho a certeza absoluta de que chumbei. Nem vale a pena esperar pela nota oficial — nem em sonhos chego a 9,5.
Com isso, fico numa situação complicada:
Tenho dois exames feitos (Geografia A no 11.º e Português no 12.º), mas para concluir o secundário, são obrigatórios três exames nacionais — dois de 11.º e um de 12.º. Sem o de Filosofia, não há diploma.
As opções que me sugerem não me servem:
- Não quero fazer um ano inteiro só por causa de uma disciplina.
- Não me identifico com EFA.
- Não me atrai o ensino recorrente.
Pensei na segunda fase, mas só depois me aparcebi que coincide exatamente em cima de umas fárias sem cancelamento gratuito e como tal o cancelamento está completa e absolutamente fora de questão.
Também me falaram na hipótese de mudar o exame de Filosofia para outro do 11.º ano que eu consiga estudar sozinho, e tentar fazer esse na segunda fase. Isso talvez resolvesse a parte dos três exames. Mas tenho dúvidas se isso seria viável agora, se ainda vou a tempo, ou se mesmo assim valeria a pena, visto que a média já é fraca.
Também tenho em mente o regime Maiores de 23, como possível alternativa mais à frente, caso queira entrar no ensino superior — mas falta tempo até lá, e não sei o que fazer neste momento.
Sinto que estou num buraco entre "já fiz demasiado para desistir" e "não tenho o suficiente para avançar". Não sei o que fazer.
Quero terminar o secundário, mas não à custa de perder mais um ano da minha vida num sistema que não me encaixa. Ao mesmo tempo, não quero desistir. Só quero uma solução clara, objetiva, exequível.
Se alguém já passou por algo semelhante, ou percebe bem o funcionamento destas regras todas (exames, fases, estatutos, equivalências, alternativas), agradecia muito qualquer ajuda ou orientação.