FMUCDa mesma forma que noutros anos partilhámos onde ficámos colocados, podem colocar neste tópico as vossas colocações. Muitos parabéns a todos os que conseguiram e boa sorte para quem ainda irá candidatar-se![]()
FMUCDa mesma forma que noutros anos partilhámos onde ficámos colocados, podem colocar neste tópico as vossas colocações. Muitos parabéns a todos os que conseguiram e boa sorte para quem ainda irá candidatar-se![]()
real onde? FMUP vai ver medicina q no leak estava a 183.2E afinal o leak era real![]()
nao vi de medicina, mas os cursos todos de engenharia informatica que vi estavam iguais ao do leakreal onde? FMUP vai ver medicina q no leak estava a 183.2![]()
o que é que se passou em enfermagem no IP Santarém? 53 vagas de 71 por ocupar?
isto agora de exigirem dois exames prejudicou muitos cursos.
Em parte, sim, a questão de muitos cursos este ano foi passarem para duas provas de ingresso e com as novas regras de conclusão do secundário, menos candidatos tiveram condições de se candidatar. Menos candidatos, significa sempre mais vagas por preencher. O caso específico de Santarém acredito que seja também porque a maioria dos estudantes da região deverá ter colocado outras instituições entre as suas primeiras opções - Lisboa, Coimbra, etc. Coimbra desceu e sobraram vagas, o que significa que todos os alunos que tenham preferido Coimbra a Santarém, entraram em Coimbra. Em geral, descidas de candidatos vão sempre sentir-se mais particularmente nos politécnicos e instituições do interior do país.o que é que se passou em enfermagem no IP Santarém? 53 vagas de 71 por ocupar?
isto agora de exigirem dois exames prejudicou muitos cursos.
Permite-me discordar ligeiramente disto, o resto do comentário concordo bastante com a perspectiva que apresentas. Os exames nacionais não são exactamente uma avaliação de conhecimentos para entrada num curso - se fosse esse o intuito, muitos cursos teriam provas bastante mais específicas. Por exemplo, em Medicina, raramente vejo alunos comentarem que precisavam de conhecimentos sólidos de Matemática para compreenderem os conteúdos do curso - porque as provas de ingresso são uma maneira de "balizar" candidatos, tentando colocar um critério transversal a todos, mas que não se traduz directamente numa avaliação de conhecimentos do curso em si. Aliás, a maioria das pessoas experiencia conteúdos praticamente pela primeira vez - e isto não é necessariamente mau ou bom - é como dizes, um critério que tenta equilibrar entre uma avaliação interna (das escolas) e uma avaliação externa (exames nacionais).tenham uma base sólida em áreas fundamentais para o curso que pretendem.
Olá! Em primeiro lugar, parabéns pela colocação e votos de sucesso!ISEP Engenharia Mecânica Automóvel colocado, já recebi o email.
No email só vem uma palavra passe para autenticação no portal do ISEP, mas desta forma não é possível fazer o login para realização de Matricula, como sabemos a primeira credencial do nº de Estudante?
A regra de 2 exames no mínimo afetou muito.Em parte, sim, a questão de muitos cursos este ano foi passarem para duas provas de ingresso e com as novas regras de conclusão do secundário, menos candidatos tiveram condições de se candidatar. Menos candidatos, significa sempre mais vagas por preencher. O caso específico de Santarém acredito que seja também porque a maioria dos estudantes da região deverá ter colocado outras instituições entre as suas primeiras opções - Lisboa, Coimbra, etc. Coimbra desceu e sobraram vagas, o que significa que todos os alunos que tenham preferido Coimbra a Santarém, entraram em Coimbra. Em geral, descidas de candidatos vão sempre sentir-se mais particularmente nos politécnicos e instituições do interior do país.
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Permite-me discordar ligeiramente disto, o resto do comentário concordo bastante com a perspectiva que apresentas. Os exames nacionais não são exactamente uma avaliação de conhecimentos para entrada num curso - se fosse esse o intuito, muitos cursos teriam provas bastante mais específicas. Por exemplo, em Medicina, raramente vejo alunos comentarem que precisavam de conhecimentos sólidos de Matemática para compreenderem os conteúdos do curso - porque as provas de ingresso são uma maneira de "balizar" candidatos, tentando colocar um critério transversal a todos, mas que não se traduz directamente numa avaliação de conhecimentos do curso em si. Aliás, a maioria das pessoas experiencia conteúdos praticamente pela primeira vez - e isto não é necessariamente mau ou bom - é como dizes, um critério que tenta equilibrar entre uma avaliação interna (das escolas) e uma avaliação externa (exames nacionais).
Acredito que o que correu muito mal este ano está relacionado com muita falta de informação entre potenciais candidatos, o que fez com que menos pessoas reunissem condições para a candidatura (o que possivelmente, significa que no próximo ano poderão existir mais candidatos comparativamente a este ano). As vagas sobrantes não são necessariamente algo mau em si, porque a qualidade de um curso não se mede meramente pela sua taxa de ocupação, mas dá-nos um dado que me parece muito importante: falta de interesse nas instituições especialmente localizadas no interior do país. Isto é um problema que não é exclusivo deste ano, mas em anos com mais candidatos é muito mais camuflado e vou exemplificar com a situação que descrevi com Santarém:
- o aluno colocou de facto Enfermagem em Santarém nas suas opções, mas nas opções acima colocou Lisboa, Coimbra e calhou ficar colocado em Coimbra. Não vai para Santarém, que anteriormente estava a ocupar todas as vagas, porque não só existiam mais candidatos, como sucessivamente existindo mais candidatos também nos outros sítios, faziam com que o aluno acabasse colocado mais previsivelmente em Santarém, do que nas outras opções.
Quantos cursos não existem por este país fora com imensa dificuldade em captar alunos que coloquem esses cursos nas suas primeiras opções? Este ano de colocações sublinha muito esta problemática - mais de 90% dos alunos ficaram colocados numa das suas primeiras 3 opções. Tudo isto para dizer que enquanto as instituições do interior não tiverem forte investimento para captarem mais alunos, as suas taxas de ocupação altas vão estar sempre dependentes das principais escolhas dos estudantes serem elas completamente preenchidas. Uma instituição não é valorizada se sistematicamente é sempre das últimas escolhas dos estudantes, mas isto é uma questão bastante complexa, porque está muito ligada a reputações de instituições, capacidade económica dos agregados familiares, entre muitos outros factores que são dignos de uma análise bem mais profunda do que a que consigo fazer aqui, mas fica aqui a reflexão![]()
Quantos cursos não existem por este país fora com imensa dificuldade em captar alunos que coloquem esses cursos nas suas primeiras opções?
Como seria esperado afectar, mas isso vem como sequela de querer equilibrar mais como se acede aos cursos na sua generalidade, passando todos a terem par ou pares de provas, ao invés de se beneficiar apenas uma só prova de ingresso. Isto não é necessariamente uma má medida, teve foi implementação mal feita e muito ambígua - como o caso dos estudantes do recorrente que tinham já terminado o secundário e não conseguiram ficha ENES porque este ano não fizeram exame de PT. Para não falar de que muita gente não se apercebeu desta alteração de provas de ingresso, então também tens alunos de anos anteriores que provavelmente pensavam ter provas válidas e afinal faltava algum exame, exame esse que não puderam fazer porque descobriram posteriormente. No fundo, talvez uma alternativa pudesse ser como dizes - ter sido tudo mais claro e de implementação gradual, de forma a mitigar estes casos que não puderam sequer concorrer.A regra de 2 exames no mínimo afetou muito.
O técnico Tagus park nem conseguiu encher todas as vagas para engenharia informática, e é uma faculdade com mais prestígio.
O problema disto tudo, tal como disseste, é a falta de informação e avisos para os alunos.
A mudança drástica das regras de um ano para o outro não foi muito boa ideia. Deviam de ter implementado as regras 1 a 1 e ver como afetavam as diferentes faculdades e cursos.
Bem apontando - e deves saber em parte o que está na base disto - fora os factores que indicámos de menos candidatos, etc. etc., a situação-padrão é que os candidatos a Farmácia são, regra geral, quem pretende candidatar-se a CF. Enquanto o mercado de trabalho oferecer oportunidades piores entre um curso e o outro, torna-se muito difícil os alunos preferirem outras opções. O mesmo se aplica noutros cursos - tipicamente, quem quer ir para solicitador, a nível de mercado de trabalho é muitas vezes mais vantajoso ir tirar Direito do que ir para Solicitadoria - porque um jurista vai poder exercer as funções de solicitador e ainda fazer outras coisas.Licenciatura em Farmácia sendo um deles e ficou bem claro este ano. Apenas o IPP preencheu todas as vagas e ainda assim teve uma descida de média de 142,0 para 129,0
Bem apontando - e deves saber em parte o que está na base disto - fora os factores que indicámos de menos candidatos, etc. etc., a situação-padrão é que os candidatos a Farmácia são, regra geral, quem pretende candidatar-se a CF.
Alguém em assessoria e tradução no iscap???Da mesma forma que noutros anos partilhámos onde ficámos colocados, podem colocar neste tópico as vossas colocações. Muitos parabéns a todos os que conseguiram e boa sorte para quem ainda irá candidatar-se![]()
Muitas pessoas não receberam, não é grave. Todos os dados do resultado e a password da matrícula estão na Ficha da 1ª fase que podem encontrar na seção Documentos da Candidatura online.Alguém ainda não recebeu o e-mail da DGES ?