Contra a desigual inflação das médias de acesso ao ensino superior em 2020

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Rita Carvão

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Ricardo Vardasca Pereira

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João Zincke

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Gonçalo Santos Silva

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Estive a ler o textinho da tua petição e esta parte chamou-me à atenção: "São prejudicados os alunos que foram capazes de manter ou subir as notas em exames". Quem foi capaz de subir mantém a nota depois de subir, não perdem nada também 🤔
 
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Rita Carvão

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Estive a ler o textinho da tua petição e esta parte chamou-me à atenção: "São prejudicados os alunos que foram capazes de manter ou subir as notas em exames". Quem foi capaz de subir mantém a nota depois de subir, não perdem nada também 🤔
Os alunos são seriados e as vagas são limitadas, por isso, se uns são beneficiados, os restantes ficam automaticamente prejudicados. Mesmo os beneficiados nunca serão beneficiados de igual forma. A subida das médias prejudica a grande maioria.
 

João Zincke

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Estive a ler o textinho da tua petição e esta parte chamou-me à atenção: "São prejudicados os alunos que foram capazes de manter ou subir as notas em exames". Quem foi capaz de subir mantém a nota depois de subir, não perdem nada também 🤔
A colocação dos alunos através do concurso nacional de acesso acontece através da seriação das notas de candidatura dos mesmos. Este seriação implica, logicamente, uma comparação de resultados. Com esta medida, existem pessoas a subir as suas notas e existem outras pessoas que apenas as mantêm relativamente à situação “pré-covid19”. Objetivamente, a média destes últimos não desce. Porém, uma vez que, como já referi, o concurso nacional de acesso ao ensino superior assenta na comparação das notas dos alunos, aqueles que, com esta medida, não aumentam (tanto) a sua média hão de recuar na lista e, portanto, PERDEM avanço.
 

Gonçalo Santos Silva

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Os alunos são seriados e as vagas são limitadas, por isso, se uns são beneficiados, os restantes ficam automaticamente prejudicados. Mesmo os beneficiados nunca serão beneficiados de igual forma. A subida das médias prejudica a grande maioria.
A colocação dos alunos através do concurso nacional de acesso acontece através da seriação das notas de candidatura dos mesmos. Este seriação implica, logicamente, uma comparação de resultados. Com esta medida, existem pessoas a subir as suas notas e existem outras pessoas que apenas as mantêm relativamente à situação “pré-covid19”. Objetivamente, a média destes últimos não desce. Porém, uma vez que, como já referi, o concurso nacional de acesso ao ensino superior assenta na comparação das notas dos alunos, aqueles que, com esta medida, não aumentam (tanto) a sua média , hão de recuar na lista e, portanto, PERDEM avanço.
Certo, então só pelo bem da exposição de ideias, e sem qualquer tipo de malícia (por favor não escalem para esse lado nem levem nada do que diga de maneira pessoal), qual seria a vossa ideia para manter o sistema o mais justo possível continuando com a ideia de reduzir o número de candidatos a exame pelo bem da saúde pública?
 

M Teresa Martins Abrantes

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Certo, então só pelo bem da exposição de ideias, e sem qualquer tipo de malícia (por favor não escalem para esse lado nem levem nada do que diga de maneira pessoal), qual seria a vossa ideia para manter o sistema o mais justo possível continuando com a ideia de reduzir o número de candidatos a exame pelo bem da saúde pública?


Uma vez que só será possível realizar os exames nacionais que irão servir de prova de ingresso, e uma vez que serão estes os exames que terão maior impacto na média de candidatura, então os alunos que já se inscreveram para estes exames tenderão a realizá-los.
Não é o facto destes exames contarem 30% para a média interna da disciplina que vai fazer com que haja menos alunos a realizá-Los (são provas de ingresso e os alunos só podem concorrer a dada faculdade se os fizerem).
Desta forma, considero que a medida mais sensata a adotar, para proporcionar uma maior equidade possível entre todos os alunos, seria as notas dos exames realizados em anos anteriores terem uma ponderação, como têm tido sempre, de 30% para a média interna e, este ano, tendo em conta a situação excessional que estamos a atravessar e uma vez que só é possível serem realizados os exames nacionais que sejam provas de ingresso, que esses exames realizados também tenham uma ponderação de 30% na nota final da respetiva disciplina.
Uma vez que os alunos só vão realizar os exames que correspndem a provas de ingresso, não vejo qual o problema de tanto os do 12°ano como os alunos externos poderem melhorar a nota interna a essas disciplinas.
 
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Gonçalo Santos Silva

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Não é o facto destes exames contarem 30% para a média interna da disciplina que vai fazer com que haja menos alunos a realizá-Los (são provas de ingresso e os alunos só podem concorrer a dada faculdade se os fizerem).
Vai porque essa retirada, caso benéfica, dos 30% não afeta só a disciplina da prova de ingresso mas sim todas as 4 a que se é sujeito a exame, alunos que eventualmente quisessem repetir exames que não precisam para PI para recuperar notas que perderam já não o vão fazer, e não são poucos que fazem isso.

Desta forma, considero que a medida mais sensata a adotar, para proporcionar uma maior equidade possível entre todos os alunos, seria as notas dos exames realizados em anos anteriores terem uma ponderação, como têm tido sempre, de 30% para a média interna e, este ano, tendo em conta a situação excessional que estamos a atravessar e uma vez que só é possível serem realizados os exames nacionais que sejam provas de ingresso, que esses exames realizados também tenham uma ponderação de 30% na nota final da respetiva disciplina.
Criando assim outra discrepância entre quem vai acabar o 12º este ano e quem o acabou o ano passado e vai se recandidatar.
 

Joana FG

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Uma vez que só será possível realizar os exames nacionais que irão servir de prova de ingresso, e uma vez que serão estes os exames que terão maior impacto na média de candidatura, então os alunos que já se inscreveram para estes exames tenderão a realizá-los.
Não é o facto destes exames contarem 30% para a média interna da disciplina que vai fazer com que haja menos alunos a realizá-Los (são provas de ingresso e os alunos só podem concorrer a dada faculdade se os fizerem).
Desta forma, considero que a medida mais sensata a adotar, para proporcionar uma maior equidade possível entre todos os alunos, seria as notas dos exames realizados em anos anteriores terem uma ponderação, como têm tido sempre, de 30% para a média interna e, este ano, tendo em conta a situação excessional que estamos a atravessar e uma vez que só é possível serem realizados os exames nacionais que sejam provas de ingresso, que esses exames realizados também tenham uma ponderação de 30% na nota final da respetiva disciplina.
Uma vez que os alunos só vão realizar os exames que correspndem a provas de ingresso, não vejo qual o problema de tanto os do 12°ano como os alunos externos poderem melhorar a nota interna a essas disciplinas.
Acho q isto podia ser melhor explicado na petição para perceberem o que achamos ser a melhor solução
 

KikoMed

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Uma vez que só será possível realizar os exames nacionais que irão servir de prova de ingresso, e uma vez que serão estes os exames que terão maior impacto na média de candidatura, então os alunos que já se inscreveram para estes exames tenderão a realizá-los.
Não é o facto destes exames contarem 30% para a média interna da disciplina que vai fazer com que haja menos alunos a realizá-Los (são provas de ingresso e os alunos só podem concorrer a dada faculdade se os fizerem).
Desta forma, considero que a medida mais sensata a adotar, para proporcionar uma maior equidade possível entre todos os alunos, seria as notas dos exames realizados em anos anteriores terem uma ponderação, como têm tido sempre, de 30% para a média interna e, este ano, tendo em conta a situação excessional que estamos a atravessar e uma vez que só é possível serem realizados os exames nacionais que sejam provas de ingresso, que esses exames realizados também tenham uma ponderação de 30% na nota final da respetiva disciplina.
Uma vez que os alunos só vão realizar os exames que correspndem a provas de ingresso, não vejo qual o problema de tanto os do 12°ano como os alunos externos poderem melhorar a nota interna a essas disciplinas.
Enquanto que os alunos deste ano apenas realizam os exames que necessitam, os alunos do ano passado que procuram concorrer este ano tiveram que realizar 4 exames obrigatórios , e um maior numero de provas a realizar implica estudo para mais disciplinas e consequentemente menos dedicação ás disciplinas cujo exame é a prova de ingresso. Visto que os alunos deste ano não têm que realizar exames que não precisam, estariam em clara vantagem perante alunos de outros anos que tiveram que realizar uma serie de exames e tiveram menor prestação em geral por esse fator, afetando médias internas e provas de ingresso.. Ao retirar os exames da média interna estamos a somente a equilibrar um fator, as médias internas, visto que os alunos de anos anteriores nao serão penalizados por terem realizado mais provas no que toca a nota das respetivas disciplinas e os alunos deste ano igualmente, contudo , os alunos deste ano ainda têm essa vantagem de escolher os exames que precisam e como os outros não tiveram, faz sentido que essas provas não interfiram com a nota interna
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É verdade que a nova medida não beneficia toda a gente e pode parecer que prejudica alguns, mas objetivamente , submete todos os alunos ás mesmas condições para acesso ao ensino superior(que é o que se pretende ao implementar estas medidas e não que todos saiam beneficiados pois isso seria surrealista), coisa que a meu ver não seria possível de outra forma senão despromovendo os 30% que os exames têm nas disciplinas, visto que os alunos este ano vão realizar menos exames que o que seria normal (medida criada por questões de saúde publica que acaba por beneficiar os atuais alunos de 12ª) e como tal, este recente critério implementado vem somente reduzir a vantagem dessa medida, que por questões de saúde publica deverá permanecer
 
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Marta Flávio

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