Diário do Estudante 2017/2018

 
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Pessoal, eu já perguntei isto por aqui. Mas é o seguinte, a minha nota de candidatura é de 13,5 quanto mais pode chegar aos 13,8. A nota do último colocado é de 12,2. Acham que consigo entrar?
Sim, é provável, mas calma que ainda faltam os exames
 
lmao, por vezes fico a pensar! os professores querem protestar contra o Ministério da Educação da forma mais estúpida
podiam é contribuir para mais fugas de informação e em vez de estarem a vigiar as provas, deixarem os alunos falarem (apesar de saber que existe um secretariado de exames controlado pela IAVE), mas talvez fosse melhor forma de boicotar o MinE assim

Será que existe alguma forma pacífica de os alunos protestarem contra os exames? :cry:
 
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Será que existe alguma forma pacífica de os alunos protestarem contra os exames? :cry:

Estive recentemente numa conferência sobre acesso ao ensino superior. Se tivessem ouvido quais as possíveis alternativas aos exames como forma de acesso ao ensino superior que foram lá referidas, não estavam a falar em protestar contra os exames.
 
Estive recentemente numa conferência sobre acesso ao ensino superior. Se tivessem ouvido quais as possíveis alternativas aos exames como forma de acesso ao ensino superior que foram lá referidas, não estavam a falar em protestar contra os exames.
Então e quais é que são? xD
 
Boas, alguém daqui acha que a estrutura do exame de geografia vai mudar? É que se muda é o meu fim, eu só sei atirar palha para o meio das respostas de desenvolvimento, e claro, nas respostas curtas, ai ai, é sempre provável que saia matéria que nunca tenha dado na vida.
 
200:8=25.

E se eles puserem 25 perguntas de escolha múltipla a valer 8 pontos no exame de Biologia e cortarem totalmente as perguntas de desenvolvimento? :fearscream:

Estive recentemente numa conferência sobre acesso ao ensino superior. Se tivessem ouvido quais as possíveis alternativas aos exames como forma de acesso ao ensino superior que foram lá referidas, não estavam a falar em protestar contra os exames.


Nomeia alguns exemplos por favor.
 
Então e quais é que são? xD

Basta olharem para aquilo que se faz noutros países para terem uma noção de quais podem ser as alternativas. Alguns exemplos (perdoem-me eventuais imprecisões):
  • Em França toda a gente entra na universidade, no primeiro ano; só é feita uma selecção no final. Isto resulta num primeiro ano de aprendizagem sem qualquer qualidade, durante o qual anfiteatros com mil alunos não são incomuns. Há uma pressão enorme sobre os alunos e a maioria acaba por desistir antes do fim do primeiro ano.
  • Em alguns países (a França seguiu este sistema no passado, não sei como está agora) parte do processo de acesso ao ensino superior passa por um sorteio. Sim, um sorteio.
  • No Japão há exames de admissão às universidades elaborados pelas próprias instituições. Os alunos passam ali um mês a fazer imensos exames tendo em conta as universidades a que se querem candidatar. Em Portugal já houve em tempos idos uma instância de uma prova de admissão feita pelas universidades que correu estrondosamente mal (num grupo de examinandos com média 15 de secundário a média da prova foi 7).
  • Em vários países (como os EUA), a admissão às universidades passa por entrevistas aos candidatos. Ainda recentemente têm vindo a lume casos de discriminação no acesso a universidades americanas de topo, como Harvard.
Portanto, exames nacionais no modelo em que temos é uma alternativa que a mim me parece comparativamente boa.

É sempre muito fácil, especialmente durante as épocas de exames nas quais há alguma frustração e nervosismo, dizer que os exames são maus e deviam acabar. Mais difícil é apresentar uma alternativa viável que seja pelo menos tão justa e equitativa.
 
Basta olharem para aquilo que se faz noutros países para terem uma noção de quais podem ser as alternativas. Alguns exemplos (perdoem-me eventuais imprecisões):
  • Em França toda a gente entra na universidade, no primeiro ano; só é feita uma selecção no final. Isto resulta num primeiro ano de aprendizagem sem qualquer qualidade, durante o qual anfiteatros com mil alunos não são incomuns. Há uma pressão enorme sobre os alunos e a maioria acaba por desistir antes do fim do primeiro ano.
  • Em alguns países (a França seguiu este sistema no passado, não sei como está agora) parte do processo de acesso ao ensino superior passa por um sorteio. Sim, um sorteio.
  • No Japão há exames de admissão às universidades elaborados pelas próprias instituições. Os alunos passam ali um mês a fazer imensos exames tendo em conta as universidades a que se querem candidatar. Em Portugal já houve em tempos idos uma instância de uma prova de admissão feita pelas universidades que correu estrondosamente mal (num grupo de examinandos com média 15 de secundário a média da prova foi 7).
  • Em vários países (como os EUA), a admissão às universidades passa por entrevistas aos candidatos. Ainda recentemente têm vindo a lume casos de discriminação no acesso a universidades americanas de topo, como Harvard.
Portanto, exames nacionais no modelo em que temos é uma alternativa que a mim me parece comparativamente boa.

É sempre muito fácil, especialmente durante as épocas de exames nas quais há alguma frustração e nervosismo, dizer que os exames são maus e deviam acabar. Mais difícil é apresentar uma alternativa viável que seja pelo menos tão justa e equitativa.

E uma diminuição do peso dos exames, quer na nota final da disciplina quer no acesso ao ensino superior? Acho sensato essa proposta.
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A média de ingresso no ensino superior na maioria das universidades é 50%/50%, ou seja o nosso trabalho de 3 anos equivale a um/dois/três exames de 2 horas. Não vejo muita "justiça" neste sistema.
 
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E uma diminuição do peso dos exames, quer na nota final da disciplina quer no acesso ao ensino superior? Acho sensato essa proposta.

Sim, por um lado. Por outro, isso dá azo a que as escolas que sistematicamente atribuem notas internas acima da média nacional não passem por um mecanismo de avaliação externa com peso suficiente para minimizar essa desigualdade.
 
Então... queimamo-nos a nós próprios? o_O

Não, claro que não. Não queimamos nada, pode ser?

prendemos-nos ao portão?

Por hipótese.

Na minha escola os alunos trancaram o portão com um cadeado, antes de as funcionárias lá chegarem, chamaram os paizinhos e professorzinhos, os canais de noticias que existem e até os que não existem para no fim chegar lá a Diretora e dizer "Só podem estar com a escola fechada até Às 10h, depois disso vão para as aulas está bem?" e eles foram todos:rolleyes:

Mas que...? Isso é que é contestação... Assim, vão longe, vão.

Quis dizer que pensei que o Nemo nunca pensaria que tu acreditas em Deus, dai eu distorcer a verdade no resumo mas ele não percebeu que eu exagerei :sweatsmile:

Eu não me atrevo a especular (ou concluir) coisa alguma acerca das crenças alheias. Tanto quanto sei, o @Alfa bem pode ser um apóstolo secreto do @LordKelvin...

Portanto, no final, a exagerada sou eu :disappointed: Mundo cruel :cry:

Não és nada!


Estive recentemente numa conferência sobre acesso ao ensino superior. Se tivessem ouvido quais as possíveis alternativas aos exames como forma de acesso ao ensino superior que foram lá referidas, não estavam a falar em protestar contra os exames.
Basta olharem para aquilo que se faz noutros países para terem uma noção de quais podem ser as alternativas. Alguns exemplos (perdoem-me eventuais imprecisões):
  • Em França toda a gente entra na universidade, no primeiro ano; só é feita uma selecção no final. Isto resulta num primeiro ano de aprendizagem sem qualquer qualidade, durante o qual anfiteatros com mil alunos não são incomuns. Há uma pressão enorme sobre os alunos e a maioria acaba por desistir antes do fim do primeiro ano.
  • Em alguns países (a França seguiu este sistema no passado, não sei como está agora) parte do processo de acesso ao ensino superior passa por um sorteio. Sim, um sorteio.
  • No Japão há exames de admissão às universidades elaborados pelas próprias instituições. Os alunos passam ali um mês a fazer imensos exames tendo em conta as universidades a que se querem candidatar. Em Portugal já houve em tempos idos uma instância de uma prova de admissão feita pelas universidades que correu estrondosamente mal (num grupo de examinandos com média 15 de secundário a média da prova foi 7).
  • Em vários países (como os EUA), a admissão às universidades passa por entrevistas aos candidatos. Ainda recentemente têm vindo a lume casos de discriminação no acesso a universidades americanas de topo, como Harvard.
Portanto, exames nacionais no modelo em que temos é uma alternativa que a mim me parece comparativamente boa.

É sempre muito fácil, especialmente durante as épocas de exames nas quais há alguma frustração e nervosismo, dizer que os exames são maus e deviam acabar. Mais difícil é apresentar uma alternativa viável que seja pelo menos tão justa e equitativa.

Posso dizer uma coisa, ou posso dizer uma coisa? :yum:
 
Alguém já viu os critérios de Português?
Já estive a ver, e no pior dos casos, baixo um valor da nota interna.
Espero é não ter pior que isso. xD
Boas, alguém daqui acha que a estrutura do exame de geografia vai mudar? É que se muda é o meu fim, eu só sei atirar palha para o meio das respostas de desenvolvimento, e claro, nas respostas curtas, ai ai, é sempre provável que saia matéria que nunca tenha dado na vida.
Como o ano passado já alteraram o tipo de questões (puseram aquelas de justificar a falsidade/veracidade das afirmações), tenho as minhas dúvidas que façam grandes alterações.
 
Sim, por um lado. Por outro, isso dá azo a que as escolas que sistematicamente atribuem notas internas acima da média nacional não passem por um mecanismo de avaliação externa com peso suficiente para minimizar essa desigualdade.

Há sobrevalorização das notas em todo o tipo de escolas, não somente as "privadas" como vejo muitos comentadores em alguns artigos aqui da uniarea a defenderem.

Eu acho que os exames deviam existir e devem fazer parte da nossa avaliação. Mas o peso que eles têm é desmedido, sobretudo no acesso ao ensino superior.

Ex.
Um aluno X tem 18 à disciplina. Manteve-o durante 3 anos. Vai a exame e corre-lhe mal e tira 11, baixando para 16. É obrigado a ir à segunda fase.
O aluno Y tem média de 7 à disciplina. Vai como externo e durante os 3 anos o seu esforço foi o mínimo ou nulo. Num mês antes do exame consegue uma brilhante estudo e tira 16, ficando com essa nota à disciplina.

O esforço de 3 anos de X foi superado pelo de Y em um mês. Não espelha, de todo, as capacidades quer de um quer de outro. Isto é a realidade de muitos alunos.
 
Eu não me atrevo a especular (ou concluir) coisa alguma acerca das crenças alheias. Tanto quanto sei, o @Alfa bem pode ser um apóstolo secreto do @LordKelvin...
Isso seria... interessante, já que fazem ambos parte da santíssima trindade uniarense.
Não és nada!
Especulas sobre a minha exageradisse? :triumph:
Posso dizer uma coisa, ou posso dizer uma coisa? :yum:
Diz duas :smilingimp:
Alguém já viu os critérios de Português?
Eu vi, só na parte da gramática já tenho 32 pontos :) Não quero saber se tiver uma nota horrível, não volto para lá XD

Ah, e lembram-se quando eu disse que iria usar a expressão "um bocado" no exame só porque a professora pediu para não o fazermos?
Usei :smirk: #Wow #MuchRebel
 
O aluno Y tem média de 7 à disciplina. Vai como externo e durante os 3 anos o seu esforço foi o mínimo ou nulo. Num mês antes do exame consegue uma brilhante estudo e tira 16, ficando com essa nota à disciplina.
Eu a geografia no ano passado kkk (nos testes tirava 8, 9, 10 e nos testes comuns tirava 17, 18! tipo...yh! )
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Ah, e lembram-se quando eu disse que iria usar a expressão "um bocado" no exame só porque a professora pediu para não o fazermos?
Usei :smirk: #Wow #MuchRebel
Estou contigo Lu! kkk
Tu fazes-me rir quando quero vomitar nos livros de Geografia!
 
Alguém já viu os critérios de Português?
Já estive a ver, e no pior dos casos, baixo um valor da nota interna.
Espero é não ter pior que isso. xD

Como o ano passado já alteraram o tipo de questões (puseram aquelas de justificar a falsidade/veracidade das afirmações), tenho as minhas dúvidas que façam grandes alterações.
Eu acho que consigo manter a nota interna... A única coisa que não gostei muito nos critérios foi aquela cena de descontar 4 pontos na última pergunta do grupo 2 por causa daquilo, tipo lol
 
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