Diário do Estudante 2019/2020

 
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Concordo a 100% contigo. O governo dá indicações para voltarmos e termos práticas presenciais durante um mês, sendo que recomenda que se mantenham as teóricas à distância. No meu caso era também ir para lá ter 2 ou 3 aulas e, de resto, continuar em casa. Tudo isto, sendo que as aulas terminam no dia 5 de Junho para mim, pelo que ia fazer isto durante um mês apenas.

Na minha opinião já não se justifica regressar este semestre , por vários motivos. Teria de ir de transportes públicos para a Costa, teria de ir de transportes públicos para a faculdade, etc. Para além disso, já se adaptaram métodos de avaliação e de aula e acho que seria desleal alterarem estes outra vez. Obviamente que preferia ter tido o semestre "normal", mas agora não há que inventar e não há volta atrás. Continuar este registo e ir lá durante 2 semanas em Junho para exames, como foi decidido há algumas semanas, parece o mais sensato.

Mas, tendo em conta que a FCT foi das últimas a fechar e a NOVA foi teimosa até que o governo mandou suspender as aulas, tenho mesmo um mau feeling.
Exato! Para mim a situação é muito semelhante, com os transportes limitados (tanto os de curto como de longo curso) como é suposto ir para a faculdade? Tenho d eir com 5 dias de antecedência para Lisboa porque só assim arranjei lugar? Tenho de sair de casa às 5 da manhã para não apanhar o metro cheio? Eliminar as horas de ponta nos transportes de Lisboa são a maior anedota de sempre.
Chego a Lisboa, e partilho casa com mais 5 pessoas (das mais variadas zonas do país) das quais não consigo controlar as suas rotinas... É suposto também andar de máscara em casa?
Outro ponto muito difícil de cobrir é o fornecimento de máscaras e desinfetantes.... Em muitas faculdades por vezes falta papel higiénico, e agora têm de fornecer máscaras aos alunos? De repente temos um stock infinito destes equipamentos... espero que saibam que uma máscara não dá para uma semana
A minha faculdade foi das primeiras a encerrar, mas das comunicações que o diretor tem feito aos alunos, sempre mostrou que mal seja possível é para voltar... Por isso nem sei o que pensar 🙄
Concordo plenamente com o que disseram
 
Em resposta directa à questão de vossa frutada excelência, diria que tragédia, comédia e seriedade são três coisas independentes, ainda que não seja comum ver as duas últimas simultaneamente, com raras - e normalmente agradáveis - excepções. Devo, porém, destacar que nunca, em momento algum, pretendi estabelecer qualquer relação de causalidade entre os motivos prementes e a tragédia e comédia das situações, antes o contrário: numa situação que passível de se qualificar como "tragicómica", parece-me inevitável que não estejam reunidas as condições mentais necessárias e suficientes para a exposição da minha pessoa em particular à comunicação social.

Obviamente, a realidade tem sempre infinitas formas de contrariar as nossas expectativas, pelo que não vou atribuir qualquer carácter de veracidade absoluta a essa minha afirmação.
Muito provavelmente essa exposição mediática seria de uma intensidade tal que se extendia para além da tragicomédia em si podendo, no mínimo dos casos, a vossa inexistência se tornar um símbolo de representação dos costumes, existentes ou inexistentes, para o bem e para o mal, sabendo que as perspectivas se dividem entre estes últimos. Mas, como próprio interpreto das suas afirmações, é possível que a própria sociedade não esteja intelectualmente preparada para uma demonstração de bons costumes (trágicos ou não) e reflexões (cómicas ou não cómicas).

Não pretendi atribuir à reconstrução urbana qualquer valor filosófico em particular, antes providenciar, como criatura urbana que sou, uma metáfora urbana para contrabalançar a metáfora essencialmente rural da produção orízea, ao mesmo tempo que possibilitava a apresentação da minha tese particular acerca do verdadeiro valor da transparência.

Quanto ao propósito do dinheiro, estou inclinado a pôr em causa a sua verdadeira capacidade para remover putrefacções, parecendo-me muito mais provável a sua tendência para as cultivar.
Portanto, é contra a ideia de que com dinheiro alguma coisa não é corrompível? Acredito que, em circunstâncias dantescas, o dinheiro é sinal de poder imperioso sobre as próprias ideias e instituições, no entanto, compreendo que hajam as duas faces da mesma moeda quando toca à putrefacção, visto que muitos se vangloriam em viver nela pelo seu belo prazer ou interesse.

Pessoalmente, não me é possível aceitar a realidade tal como ela seja ou possa ser, pelo simples e incontornável facto de não aceitar a realidade. Posto isso, é historicamente inegável a forma como períodos de fortes dificuldades tendem a estimular inovações e mudanças positivas, por mais paradoxal e indesejável que isso possa ser.
Por isso é que se considera inexistente, visto que a inexistência não é real. Eu não sou crente de tal tese visto que provocou uma erupção de bons esquemas educativos cuja realidade é possível, ou seja, pode ser existência. Portanto, pergunto-lhe com ousadia se se tornará existente ou, no melhor dos casos, pessoa se o seu estímulo à mudança se concretizar?

Numa primeira análise, sentir-me-ia inclinado a negar a semelhança com quaisquer questões de natureza evolutiva, mas, de facto, sobrevivem unicamente os métodos de ensino que, por razões lógicas ou aleatórias, são capazes de gerar mais discípulos, o que parece descrever, igualmente, a forma como evoluem as ideias e os princípios por que se pretende reger o conhecimento humano. Não sei até que ponto é útil esta epifania, mas agradeço a vossa frutada excelência o ter providenciado as condições para que eu a tivesse.
As ideias evoluem com as pessoas ou, no limite, se estagnam. Acredito em revoluções mais do que reacções, não por crença política mas por crença pessoal e de sonhos revolucionários (daí apreciar o seu trabalho). Se considerou que instiguei em sua excelência o atrevimento a pensar para além da sua inigualável caixa de conhecimentos, é prova dada que as epifanias não são loucuras, mas sim considerações irreverentes de algo que se pode revelar positivo. Basta crer que muitas das epifanias se reveleram achados e úteis, pelo que a hipótese da evolução e do brainstorming sejam aliados de uma progressão revolucionária!
 
Quando a tua faculdade é quase sempre usada para a capa das notícias...

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Mas esquecem-se que o semestre da FLUL acabava a 8 de maio, então vamos continuar sem aulas na mesma 🌚
 
Acabei de ler um e-mail enviado pela Presidente do Conselho Pedagógico (que, no caso, é também a minha Directora de Mestrado) sobre o inquérito feito a alunos e professores a propósito do ensino à distância e concordo quando é referido que, com base nos dados, está a ser algo positivo embora desafiante.

No entanto a propósito do incentivo que é dado para comunicarmos por e-mail com os nossos professores, tenho a dizer: é muito bonito e, de facto, tenho professores que estão bastante empenhados para que esta experiência corra o melhor possível. Mas estou a ficar saturada de esperar pela resposta de um dos meus professores sobre o tema de um dos meus trabalhos. Sem isso, não posso avançar e detesto esta sensação de dependência de respostas para trabalhar😤
 
Quando a tua faculdade é quase sempre usada para a capa das notícias...

Ver anexo 11065
Mas esquecem-se que o semestre da FLUL acabava a 8 de maio, então vamos continuar sem aulas na mesma 🌚
Por falar em FLUL, a partir de ontem tive ainda mais certezas acerca da minha candidatura à muy nobre Clássica (até me vai cair uma lágrima quando entrar naquele átrio 😢)!

Tive a grande sorte de ser o único candidato pelo concurso de Maiores de 23 elegido para Ciências da Linguagem na FLUL, o que não significa entrada automática mas sim o requisito de, pelo menos, nota mínima na prova geral, específica e entrevista, no entanto sem concorrência, o que eleva bastante as minhas probabilidades de ser novamente caloiro! ❤️
Por todo o processo e ajuda tenho que agradecer à motivação incrível e material impecável cedido pela @Alexandra S.! Obrigado por tudo. 😍

Portanto, posso dizer que vão certamente ter mais um colega a partilhar a Cidade Universitária (ah, e o Pavilhão Novo que ainda será velho 😂)!
 
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Por falar em FLUL, a partir de ontem tive ainda mais certezas acerca da minha candidatura à muy nobre Clássica (até me vai cair uma lágrima quando entrar naquele átrio 😢)!

Tive a grande sorte de ser o único candidato pelo concurso de Maiores de 23 elegido para Ciências da Linguagem na FLUL, o que não significa entrada automática mas sim o requisito de, pelo menos, nota mínima na prova geral, específica e entrevista, no entanto sem concorrência, o que eleva bastante as minhas probabilidades de ser novamente caloiro! ❤
Por todo o processo e ajuda tenho que agradecer à motivação incrível e material impecável cedido pela @Alexandra S.! Obrigado por tudo. 😍

Portanto, posso dizer que vão certamente ter mais um colega a partilhar a Cidade Universitária (ah, e o Pavilhão Novo que ainda será velho 😂)!
Felicito-te por teres certezas da tua escolha! O meu habitat é a biblioteca linda e maravilhosa, porque a faculdade em si é aquilo que sabemos Podeis deitar as lágrimas quando entrares no átrio, mas o que me dá vontade de chorar é ou o PN, ou as caves ou as salas lá de cima que parecem um resort com sauna, mas sem o resort 🌚 Boa sorte!

Quando decidires fazer opções livres de cinema ou teatro, aí felicito-te mais (e as de cinema até andam muito populares) 😇
 
Bom dia camaradas, tenho duas coisas a dizer.

1º Espero que estejam todos bem e a seguir as direções do governo.
2º Acreditam que no exato dia em que a quarentena comecou, a minha setora ficou, sem querer, com o meu livro de Mat, lá se vai o plano de trabalhos e começa uma lnga sessão de procura online de pdfs e documentos, e de requesito de screenshots do manual.😂😂
 
Ora essa, os meus "hmmmmm" são públicos. Já os meus "hmmmmmm" não o são. É preciso cautela com o número de "m"'s, mas tirando isso estás à vontade.
Pois, os "hmmmmmm" são públicos, os "hummmmm" são privados e usualmente acompanhados de expletivos. É uma diferença subtil, mas importante.

Tens de clarificar isto.

Primeiro disseste que os "hmmmmm" (5 ms) são públicos e os "hmmmmmm" (6 ms) não o são.
Depois disseste que os teus "hmmmmmm" (6 ms) são publicos e os "hummmmm" (5ms + 1 u) privados.

Afinal são os ms ou os us? 🕵️‍♀️

Hm.
 
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