Diário do Estudante 2019/2020

 
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Primeiro disseste que os "hmmmmm" (5 ms) são públicos e os "hmmmmmm" (6 ms) não o são.
Depois disseste que os teus "hmmmmmm" (6 ms) são publicos e os "hummmmm" (5ms + 1 u) privados.

Afinal são os ms ou os us? 🕵️‍♀️

😳
 
Felicito-te por teres certezas da tua escolha! O meu habitat é a biblioteca linda e maravilhosa, porque a faculdade em si é aquilo que sabemos Podeis deitar as lágrimas quando entrares no átrio, mas o que me dá vontade de chorar é ou o PN, ou as caves ou as salas lá de cima que parecem um resort com sauna, mas sem o resort 🌚 Boa sorte!

Quando decidires fazer opções livres de cinema ou teatro, aí felicito-te mais (e as de cinema até andam muito populares) 😇
Gracias! Apesar de toda a condição da faculdade, ainda fazem dela muitas vezes estandarte para representar um todo (como mostraste há pouco em notícia), daí também compreender que consideres a FLUL um resort, eles pensaram imediatamente nos benefícios imediatos de um forno para a queima de gordura após gordice ou até os noodles que para lá se vendem!

Eu vou seriamente ponderar, prometo. Por acaso falas nisso, eu preciso de encarnar Antero de Quental numa carta para Alberto Sampaio e declamar um poema do mesmo, pelo que teatro seria bem útil, muito embora precise de enviar os áudios para esse projecto de divulgação de património via digital (que resultou do teletrabalho que a minha mãe exerce a prol do Património em Guimarães) com brevidade possível. Como disse, nem a propósito, Ariana, e olha que até a ouvir-me me envergonho - admiro a vossa coragem e confiança, porque não é simples! 😜
 
Gracias! Apesar de toda a condição da faculdade, ainda fazem dela muitas vezes estandarte para representar um todo (como mostraste há pouco em notícia), daí também compreender que consideres a FLUL um resort, eles pensaram imediatamente nos benefícios imediatos de um forno para a queima de gordura após gordice ou até os noodles que para lá se vendem!

Eu vou seriamente ponderar, prometo. Por acaso falas nisso, eu preciso de encarnar Antero de Quental numa carta para Alberto Sampaio e declamar um poema do mesmo, pelo que teatro seria bem útil, muito embora precise de enviar os áudios para esse projecto de divulgação de património via digital (que resultou do teletrabalho que a minha mãe exerce a prol do Património em Guimarães) com brevidade possível. Como disse, nem a propósito, Ariana, e olha que até a ouvir-me me envergonho - admiro a vossa coragem e confiança, porque não é simples! 😜
Isso já se sabe que é sempre, sempre que existem notícias sobre as universidade mostram sempre a FLUL 🙄 Tenho ideia de já ter apanho muitos conhecidos em fotografias e na televisão. Felizmente, tenho a sorte de só ser contemplada em duas fotografias na página da faculdade das matrículas em 2018 e não se vê bem porque estou quase de costas Sim, a FLUL é mesmo à frente do seu tempo. O facto de ter ratinhos é para tornar-nos resistentes caso a peste negra decida voltar nos próximos anos. Quanto às gordices e noodles, comentar seria hipocrisia quando comia doces todas as semanas

Fico contente que ponderes, as opções livres costumam dar jeito para diversificar um bocadinho o currículo em um ou outro tema que interesse. Quanto ao restante que contas: não admirais a minha coragem, pelo menos. A dos outros, talvez. Para dizer a verdade, foi rara a vez que tenha ficado completamente satisfeita com algo que tenha feito. Sei que é também dureza minha, mas também acho que vale a pena demonstrar que não é assim tão comum que um actor se sinta "confiante", embora tentem sempre comunicar isso. Bem, não sei que conselhos darei a não ser desejar-te sorte e que encares esse desafio de declamação como oportunidade de expressar num linguagem diferente.

Declamação era das coisas que mais gostava fazer desde pequenina, lia livros inteiros em voz alta, especialmente de poesia 😂
 
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Reactions: casodafruta
Essa seria precisamente a cara das pessoas que me teriam ouvido a voz enquanto escrevia para tentar descodificar as diferenças entre os "hmmmmm", "hmmmmmm" e "hummmmm".

Tem, de facto, ligeiras diferenças.

Espero que não, não posso correr o risco de as pessoas perceberem que metade das coisas que eu digo não é bem para levar a sério.
Shhh, o mundo está péssimo e deprimente, se não ocupamos a nossa cabeça distraindo-nos levando a sério o que não é para se levar a sério, corremos o risco de levar a sério coisas que são para levar a sério - e tal seria uma receita para pensamentos suicidas.

(Não me é possível dizer se estou a fazer um comentário sério ou a brincar, os contornos estão muito indefinidos mas para efeitos práticos digamos que não me levo a sério quando sinto que estou a ser séria)
 
Tem, de facto, ligeiras diferenças.
A minha irmã mais velha costuma discutir comigo algumas vezes porque eu tenho o hábito de comunicar com "hm?" (para quando não ouvi algo e estava com a cabeça nas nuvens, most likely) ou "hmhm" que é o equivalente ao okay, sim-sim, etc. Há quase sempre zanga porque ela diz que como ambos são sons internos, muitas vezes ela não distingue, então dá-se mais ou menos isto:

- Posso mudar a televisão?
- Hmhm.
- Posso mudar a televisão?
- Já disse que sim, eu disse hmhm
- Não, tu disseste hm
- Não, eu ouvi da primeira vez 😒
(...)
 
Shhh, o mundo está péssimo e deprimente, se não ocupamos a nossa cabeça distraindo-nos levando a sério o que não é para se levar a sério, corremos o risco de levar a sério coisas que são para levar a sério - e tal seria uma receita para pensamentos suicidas.

(Não me é possível dizer se estou a fazer um comentário sério ou a brincar, os contornos estão muito indefinidos mas para efeitos práticos digamos que não me levo a sério quando sinto que estou a ser séria)

O meu cérebro semi-desligado entrou num loop com isso 😂
 
A minha irmã mais velha costuma discutir comigo algumas vezes porque eu tenho o hábito de comunicar com "hm?" (para quando não ouvi algo e estava com a cabeça nas nuvens, most likely) ou "hmhm" que é o equivalente ao okay, sim-sim, etc. Há quase sempre zanga porque ela diz que como ambos são sons internos, muitas vezes ela não distingue, então dá-se mais ou menos isto:

- Posso mudar a televisão?
- Hmhm.
- Posso mudar a televisão?
- Já disse que sim, eu disse hmhm
- Não, tu disseste hm
- Não, eu ouvi da primeira vez 😒
(...)
Havia uma altura que a minha irritava-se comigo quando fazia "hmhm" 🙃




Esta canção está me a dar uma nostalgia qualquer e ando a viciar-me nela...
 
Tenho a certeza que já percebeste 😇 vamos ver se os nossos colegas de Diário conseguem também perceber. Onde vi isto vi pelo menos um par de respostas engraçadas

Acho que, se alguém tem o dever de compreender essa piada de mau gosto, seria alguém cujo nome é @Ariana_... 🙄

@Ariana_, desculpai-me, mas não resisti.

Muito provavelmente essa exposição mediática seria de uma intensidade tal que se extendia para além da tragicomédia em si podendo, no mínimo dos casos, a vossa inexistência se tornar um símbolo de representação dos costumes, existentes ou inexistentes, para o bem e para o mal, sabendo que as perspectivas se dividem entre estes últimos. Mas, como próprio interpreto das suas afirmações, é possível que a própria sociedade não esteja intelectualmente preparada para uma demonstração de bons costumes (trágicos ou não) e reflexões (cómicas ou não cómicas).

Pretendíeis, indirecta e subtilmente, atribuir-me o potencial de ser, à falta de melhor termo, vedeta televisiva, ou, em alternativa, alguma espécie de ovelhinha? (Ovelhinha, neste caso, porque, a menos que o meu conhecimento agropecuário seja ainda mais reduzido do que o que eu esperava, se lhe pode chamar de memé, o que é bastante parecido ao fenómeno cultural)

Portanto, é contra a ideia de que com dinheiro alguma coisa não é corrompível? Acredito que, em circunstâncias dantescas, o dinheiro é sinal de poder imperioso sobre as próprias ideias e instituições, no entanto, compreendo que hajam as duas faces da mesma moeda quando toca à putrefacção, visto que muitos se vangloriam em viver nela pelo seu belo prazer ou interesse.

Dada a natureza do ser humano, estou fortemente inclinado a dizer que a incorruptibilidade é mais fruto da ausência de circunstâncias em que o indivíduo se deixaria corromper do que da ausência da capacidade do indivíduo de ser corrompido, mas, como em muitas outras coisas, são as excepções a este princípio que vale a pena destacar.

Por isso é que se considera inexistente, visto que a inexistência não é real. Eu não sou crente de tal tese visto que provocou uma erupção de bons esquemas educativos cuja realidade é possível, ou seja, pode ser existência. Portanto, pergunto-lhe com ousadia se se tornará existente ou, no melhor dos casos, pessoa se o seu estímulo à mudança se concretizar?

Creio que a minha inexistência é independente dos efeitos que possa ter no mundo em geral, e no ensino em particular; a História está repleta de casos em que ideias ou noções abstractas (e, por vezes, erradas, logo, num certo sentido, inexistentes) tiveram o pendor de provocar mudançs significativas, pelo que penso não ser abusivo reservar o meu direito a continuar a inexistir independentemente do que possa vir a fazer.

Semelhantemente, não posso abandonar a possibilidade de me tornar existente a partir do momento em que as circunstâncias o tornem desejável, ainda que, tanto quanto me é permitido prever, tal me pareça deveras improvável.

As ideias evoluem com as pessoas ou, no limite, se estagnam. Acredito em revoluções mais do que reacções, não por crença política mas por crença pessoal e de sonhos revolucionários (daí apreciar o seu trabalho). Se considerou que instiguei em sua excelência o atrevimento a pensar para além da sua inigualável caixa de conhecimentos, é prova dada que as epifanias não são loucuras, mas sim considerações irreverentes de algo que se pode revelar positivo. Basta crer que muitas das epifanias se reveleram achados e úteis, pelo que a hipótese da evolução e do brainstorming sejam aliados de uma progressão revolucionária!

Mais do que evoluírem com as pessoas, diria que é na transmissão de pessoa para pessoa que as ideias evoluem: ao passarem de uma mente para outra, as ideias acabarão por se modificar, gradualmente, até atingirem a forma que melhor se adapte a uma maior número de mentes. Se, por um lado, as boas ideias se mantêm mais ou menos inalteradas, as más ideias tendem a enfraquecer-se e a perder valor, regra geral transformando-se numa versão enfraquecida e/ou populista de si próprias, consoante a sua natureza. Claro, podemos considerar que certos processos, nomeadamente a escrita, ou a filosofia, são o equivalente dos bancos de sementes, na medida em que preservam essas ideias independentemente da sua transmissão, mas, tal como os bancos de sementes, raras vezes as permitem germinar...

De resto, mais uma vez estendo a vossa frutada excelência os meus agradecimentos pelo auxílio prestado no nascimento desta epifania, restando-me esperar que, no futuro, possa ter semelhante gentileza para convosco...

Espero que não, não posso correr o risco de as pessoas perceberem que metade das coisas que eu digo não é bem para levar a sério.

Só metade? 😇
 
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Reactions: Teresa P.
Acho que, se alguém tem o dever de compreender essa piada de mau gosto, seria alguém cujo nome é @Ariana_... 🙄

@Ariana_, desculpai-me, mas não resisti.
Começo a arrepender-me de ter este nome 🙄

Pois, pois, vou pensar se desculpo ou não 😌
 
Começo a arrepender-me de ter este nome 🙄

Nããão! Gosto tanto 😢

Por acaso quando penso no teu nome, lembro-me sempre da Ariadne (que é um nome que eu seria perfeitamente capaz de dar à minha filha).
 
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Aproximadamente. 😠

Sim, \(\frac{\infty}{2} = \infty\), pelo que todo e metade são equivalentes, neste caso... 😇

Começo a arrepender-me de ter este nome 🙄

Pois, pois, vou pensar se desculpo ou não 😌

Não vos arrependeis daquilo que não é de vossa responsabilidade. Arrependei-vos, antes, de interagir com idiotas indexistentes que fazem trocadilhos como o que fiz.

Fazei como preferirdes. Viverei com as consequências de qualquer uma das decisões sem problemas.
 
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Reactions: Teresa P.
Sim, ∞2=∞∞2=∞\frac{\infty}{2} = \infty, pelo que todo e metade são equivalentes, neste caso...

O mesmo raciocínio pode aplicar-se às coisas que digo e que são para levar a sério...
 
  • Haha
Reactions: Teresa P.
Nããão! Gosto tanto 😢

Por acaso quando penso no teu nome, lembro-me sempre da Ariadne (que é um nome que eu seria perfeitamente capaz de dar à minha filha).
😢

Gostava de dizer que a minha mãe tinha pensado nisso, mas não... ela deu-me este nome porque teve um sonho qualquer em que julgava que ia dar o nome de Ariana em vez de Beatriz ou Bárbara e assim ficou 🙃 Mas gosto muito do mito de Ariadne 😇😇

Não vos arrependeis daquilo que não é de vossa responsabilidade. Arrependei-vos, antes, de interagir com idiotas indexistentes que fazem trocadilhos como o que fiz.

Fazei como preferirdes. Viverei com as consequências de qualquer uma das decisões sem problemas.
Tendes razão, vou já arrepender-me 😌 no entanto, fazer o trocadilho é só evidência de que se lembram de mim 🙃

Qual preferes? Faz sentido disponibilizar-me a representar o papel que decidirdes, mais dramático, menos dramático, a puxar para o grotesco ou até mesmo para o absurdo.
 
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Mas gosto muito do mito de Ariadne 😇

Dadas as idiossincrasias da língua portuguesa, uma parte desse mito, nomeadamente a figura heróica que nele participa, tem uma designação um pouco infeliz, devo dizer.

Tendes razão, vou já arrepender-me 😌 no entanto, fazer o trocadilho é só evidência de que se lembram de mim 🙃

Qual preferes? Faz sentido disponibilizar-me a representar o papel que decidirdes, mais dramático, menos dramático, a puxar para o grotesco ou até mesmo para o absurdo.

Ah, aderis, portanto, à máxima publicitária de que o relevante é ser-se falado, não a razão por que se é falado?

Não pretendo ditar-vos qualquer via de acção, sede vós própria, ou sede o que preferis ser em vez de vós própria, desde que estejais bem convosco mesma. O facto de eu, se existisse, jamais poder ficar bem comigo mesmo não me impede de desejar uma semelhante bem-aventurança para todos os outros.
 
Dadas as idiossincrasias da língua portuguesa, uma parte desse mito, nomeadamente a figura heróica que nele participa, tem uma designação um pouco infeliz, devo dizer.
😏

Foi uma das figuras que precisei referir numa avaliação, posto que era sobre a Fedra, de Racine. Escusado será dizer que tive de pensar muito bem todas as vezes que escrevia, não fosse escrever asneirada 😇

Ah, aderis, portanto, à máxima publicitária de que o relevante é ser-se falado, não a razão por que se é falado?
Livrai-me disso, mas o que foi falado não foi particularmente mau. Se era uma piada mal-intencionada, ficarei muito zangada como em-certos-tópicos 😤
Não pretendo ditar-vos qualquer via de acção, sede vós própria, ou sede o que preferis ser em vez de vós própria, desde que estejais bem convosco mesma. O facto de eu, se existisse, jamais poder ficar bem comigo mesmo não me impede de desejar uma semelhante bem-aventurança para todos os outros.
O ser eu própria era precisamente pedir qual das acções tomar 😢 Agora fiquei num impasse, bolas.
 
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Reactions: Alfa
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