Diário do Estudante 2021/2022

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Estou velho e a memória falta-me, ou não foste, durante certo tempo, mestre do referido produto?

De facto já tive um título que fazia referência a essa qualidade, mas devo dizer que a fábrica não produziria se só existisse eu :P
 
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Arquitecturas de Computadores de 10.º ano do Curso Profissional de Técnico de Informática (isto na escola-sede do agrupamento).
Agora fiquei curioso sobre aquilo que é dado ao nível do ensino profissional relativamente a este tema e a "profundidade" com que é abordado. 👀

Presumo que abordem toda aquela parte basilar sobre decimal/binário/octal/hex, álgebra booleana e circuitos lógicos.

O que quero realmente saber é se introduzem alguma coisa sobre desempenho,  pipelining, periféricos (interrupções), por exemplo. Presumo que não falem muito disto, caso contrário, estaria mesmo interessado em saber como se abordam estes temas a alunos do 10° ano.
 
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depois de ter feito laboratórios onde os dados foram recolhidos e pré-processados num programeco qualquer em MS-DOS e guardados numa disquete, para depois irmos a um computador um bocadinho menos senil de onde os pudemos retirar para finalmente fazermos o tratamento devido para os espetarmos no relatório, esteja demasiado chocado. Ainda assim, esperava que usassem hardware um bocadinho mais recente e, portanto, potencialmente mais eficiente. Não sendo a minha especialidade, ainda assim especulo que os gastos energéticos menores permitiriam recuperar o eventual investimento em relativamente pouco tempo...)
MS-DOS? Ainda eu achava que era conservador por ter usado Windows XP até 2020. De resto, é como disseste. Há muita tendência para se estar a utilizar material velho que do ponto de vista energético acaba por gastar mais, tendo em conta que estas coisas ficam ligadas todo o dia.

Também já fui mais de festa. Hoje em dia acho que o meta da vida social deve ser jantares em casa com amigos + festas da faculdade. De resto, sair à noite é apenas um esquema elaborado de extorsão. Ainda o outro dia fui pela primeira vez ao Bairro Alto com uns amigos e só lá durámos 20 minutos. O facto de termos assistido a uma detenção de dois indivíduos por uma dezena de polícias enquanto literalmente toda a gente continuava a sua noite como se nada fosse, alheios ao que se passava, deixou-me com um incómodo que ainda não me passou enquanto escrevo isto. Além disso, não me considero superior, mas não me identifiquei nada com quem lá andava nem com a vibe geral do local. Finalmente, discotecas são a maior fraude de sempre e podíamos estar aqui a debater questões como a (falta de) segurança, etc. Eu resumia discotecas a sítios onde porteiros muitas vezes sem competência para os trabalhos aplicam um sexismo casual, deixando entrar de graça apenas as mulheres que considerem atraentes e/ou que usem a menor quantidade de tecido possível. Depois, toda a gente que não cumpre o critério inventado na hora tem de pagar a dobrar para compensar apenas para entrar. Grande parte dos lucros são depois feitos aproveitando-se da ingenuidade dos elementos do sexo masculino, que acham por algum motivo que aqueles são locais onde podem conhecer alguém (nada mais romântico e afrodisíaco que tentar apresentar-se enquanto nas colunas passa uma funkalhada qualquer com decibéis acima de 100), e acabam por gastar mais do que deviam em bebidas 5-10x mais caras que o preço normal para eles e para as mulheres que entretanto entraram de graça e que pretendem impressionar .
Concordo com tudo 😛. A dada altura, também me tentaram puxar para ir a esses sítios (ao Urban, mais especificamente, curiosamente na altura em que houve lá porrada e foi notícia; acho que até se falou disso aqui no Uniarea). Como nem sequer gosto de álcool, nunca estive sequer tentado a aceitar, mas sim, no geral, também não percebo o gozo de as pessoas se andarem a abanar de sentidos entorpecidos e a terem de gritar para se fazerem ouvir por cima do som. (Espero que as minhas palavras não melindrem ninguém; tentei reescrever de forma menos bruta, mas não consegui... 😅)

Willkommen! 😄 Passaram 2 anos, 6 meses e 21 dias desde a última vez que falei contigo 🤯
Bolas, isto é que é precisão. 😆 Foi no WhatsApp, não foi? Lembro-me de que até ficaste surpreendida. Na altura, estavas a ter cadeiras interessantíssimas (pelo menos de nome) e queria infiltrar-me nas tuas aulas. 😜 Infelizmente, pouco depois disso, saí da faculdade e passei por uma fase bastante má. Ainda tive vontade de ir ter convosco, mas só o estar em Lisboa já me custava, e muito menos queria andar pela Cidade Universitária ou lá perto.

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Um GIF da Hermione só para ti, ilustrando aquele que julgo ter sido o teu estado de espírito nesse momento.

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ADORO! 😍 😂 Foi mesmo! Nessa altura, andava mega nervoso. Acredito que, em circunstâncias normais, teria pelo menos colocado a hipótese de que desligar o computador causara a falta de rede, mas nem conseguia pensar com tanta novidade e tanta responsabilidade.

Agora fiquei curioso sobre aquilo que é dado ao nível do ensino profissional relativamente a este tema e a "profundidade" com que é abordado. 👀
Por acaso até dão coisas que não tinha dado na faculdade. Na primeira semana, dei numeração binária e hexadecimal. Na segunda semana, dei códigos decimal-encoded-binary(?), de Gray e ASCII, mais precisamente os algoritmos para codificar e descodificar. Na terceira, até arregalei os olhos. Na faculdade, tive uma cadeira de lógica e uma cadeira de física experimental, mas, ali, eles dão logo o casamento das duas coisas: a passagem de uma expressão lógica para um circuito eléctrico e vice-versa. Tive de ir a correr aprender como é que aquilo se fazia para saber explicar.

Na faculdade, introduz-se a simbologia de lógica, com calma, e vai dando tempo para assimilar. Ali, aquilo é dado assim de repente, sem sequer falar de tabelas de verdade, e misturando logo com notações de circuitos lógicos. Ainda por cima a um grupo de alunos que, regra geral, fugiram do científico-humanístico porque "não gostam de estudar". Achei pouco razoável e fiquei sem perceber se isto era opção do professor ou da escola. Além disso, nos slides dele, o professor tinha aquilo tão denso que eu próprio tive de recorrer a outras fontes para conseguir entender. Acabei por desenvolver materiais meus para descascar aquilo, senão tinha sido um desastre.

No 1.º período tinham dado coisas mais teóricas (e.g. arquitectura do computador, memória, disco, sem muito detalhe). No 3.º período, falámos de builds de computadores, montagem, avarias de hardware e beeps. A ideia era ter feito aulas práticas para os alunos mexerem dentro do computador, mas por causa do confinamento não deu.

EDIT: Relativamente às restantes matérias que mencionaste, talvez sejam abordadas no 11.º ou no 12.º, mas talvez com menos detalhe do que se dá na faculdade.
 
Última edição:
De facto já tive um título que fazia referência a essa qualidade, mas devo dizer que a fábrica não produziria se só existisse eu :P
De produtor de carne enlatada, passas a fabricante de inocência, hem?

MS-DOS? Ainda eu achava que era conservador por ter usado Windows XP até 2020. De resto, é como disseste. Há muita tendência para se estar a utilizar material velho que do ponto de vista energético acaba por gastar mais, tendo em conta que estas coisas ficam ligadas todo o dia.
Eu penso que teria a ver com o facto de os detectores se ligarem através de portas de expansão arcaicas, possivelmente com drivers que também já não se fazem para versões mais modernas porque a empresa entretanto terá fechado ou coisa do género (e, convenhamos, não me parece plausível que pessoal especificamente de Física Experimental fosse perder muito tempo a tentar ver se havia forma de se arranjar uma solução mais FOSS ou criá-la eles mesmos... 🙄).

Quanto a coisas que ficam ligadas durante mais tempo do que o necessário, da minha reduzida experiência... luzes. A atitude mais ou menos displicente que muitos professores têm em relação aos gastos supérfluos... enfim. E os autoclismos que pingam, ou as torneiras que não fecham bem? Ui...
 
@Ariana_ E eu a pensar que na minha ausência se tinham concretizado centenas de UniMeets. Afinal ninguém se tem encontrado? Lembro-me de que na altura havia muitos com malta do ISCTE (@Ana Noronha, entre outros que já não me lembro).
Não, acho que nos últimos tempos cada um de nós esteve mais por si, ou foram organizados eventuais ocasiões muito específicas de grupos e não tanto no espírito de antes. Por isso, acho que vamos mais do que a tempo para o ano de reunirmos pessoas :relieved:
Bem, para suspender a bolsa da FCT sem respaldo de nenhuma das excepções previstas no Estatuto do Bolseiro, é preciso estar a desempenhar uma actividade qualquer (não compatível com esse Estatuto). Então, tive rapidamente de arranjar qualquer coisa. Ainda fui a entrevistas, mas os processos estavam muito demorados. Para minha surpresa, as contratações de escola são bastante céleres.

Inscrevi-me para dar 2h de aulas a uma turma de 5.º ano num agrupamento na zona de Alvalade. Fui lá à escola sede do agrupamento, à secretaria, fazer a inscrição, e depois fui ao gabinete do director do agrupamento, para receber o horário e tratar de burocracias. Depois fui à sala de professores de informática. Só lá estava uma professora (acho que tinha um furo no horário nesse dia). Ela recebeu-me super bem e teve a paciência de me andar a mostrar as plataformas (para fazer registo de sumários) e os ambientes de trabalho nas sala de informática (e.g. como os alunos deveriam fazer login, criar a minha conta para eu poder aceder, etc.). No intervalo, chegam os outros professores e foram todos mega simpáticos. Uma professora ofereceu-me logo bolo 😄 e outra, que dava 5.ºs anos, teve a pachorra de estar ali 2 horas comigo a mostrar-me os materiais usados lá na escola e copiou uma página Moodle das turmas dela para a minha turma. Senti-me mega bem recebido.

Devo ter causado boa impressão junto da Direcção do Agrupamento — talvez quando disse à directora que andara a estudar os documentos da DGES para saber o que se dava no 5.º ano de T.I.C., ou pela diligência que mostrei ao integrar-me —, porque, entretanto, um professor meteu baixa e ligaram-me logo a perguntar se queria ficar também com mais duas turmas de 7.º e com Arquitecturas de Computadores de 10.º ano do Curso Profissional de Técnico de Informática (isto na escola-sede do agrupamento).

Depois de tudo isto, finalmente as aulas. Quando me vi de frente com vinte e tal miúdos de 10 anos, caiu-me tudo! Só pensava: «Oh meu Deus, mas em que é que me fui meter, agora sou responsável por crianças pequenas! E se algum deles resolve atirar-se pela janela?! A culpa é toda minha!» Tinha chegado antes do toque da entrada e escrevi um endereço no quadro. Quando digo para acederem, há uma menina que diz, de forma super inocente: «Professor, a gente não consegue perceber o que está aí escrito.» Mas é que eu nem me lembrei: eles acabaram de sair da Primária, então não estão habituados à "letra de máquina". Eu pensando para mim: «Boa, Rui, ainda agora começou a aula e pimbas, já fizeste asneira!» Pouco tempo depois, os meninos têm de aceder ao Moodle... então mas espera, e qual é a password? O professor que meteu baixa avisou-me de que cada aluno deve saber a sua, mas isso era na escola-sede. A primeira das professoras pachorrentas avisara-me de que nesta escola o esquema era diferente — e o mais embaraçoso é que eu tinha tirado nota, mas nunca mais me lembrei. Enfim.

Fora este começo atribulado, o resto da aula correu bem e durante resto do ano também. Ambas as professoras pachorrentas me avisaram de que, no 5.º ano, o problema não é tanto disciplinar. A matéria é de um nível muito elementar. Sendo os alunos provenientes tanto de meios ricos como de meios pobres, como já se imagina, chegam ali com graus de conhecimento muito variáveis. Então, há uns que percebem menos e chamam muito, outros que já mexem no computador com facilidade e se aborrecem. Quando se dá por eles, já estão no YouTube ou a jogar um jogo qualquer, ou (esta foi a que aconteceu mais vezes nas minhas aulas), ainda habituados à moda da Primária, resolvem passear pela sala e visitar os colegas. Ainda assim, estas aulas foram tranquilas, tirando o facto de que a escola era velha e estava muito mal equipada; tinha um daqueles retroprojectores novos que apontava para o quadro, mas não se conseguia ver nada, o que complicava um bocado a tarefa de explicar as coisas para toda a gente.

Escrever com letra de máquina ou atribulações com logins não foi a coisa mais constrangedora que aconteceu. No primeira dia de aulas oficial, estava eu na sala dos professores de informática, a preparar cuidadosamente cada pormenor, quando avisto um computador com aqueles monitores enormes dos anos 90 e penso: «Mas o que é que isto está a fazer aqui ligado? A gastar dinheiro do contribuinte?!» e zumba, desligo aquilo. Quando chego para dar aula, não há Internet nem dá para aceder às contas. A aula correu bem, adaptei-me logo, mas mesmo que, no dia seguinte, logo de manhã, um dos professores tenha ligado novamente a máquina em resposta à falta de rede, só uns dias depois é que eu pensei: «Espera aí...»

Na faculdade, falam-nos de datacenters majestosos e requintados. Como é que eu ia saber que aquela traquitana que ali estava com monitor de cu grande era um servidor para as áreas de trabalho da escola? Nunca cheguei a dizer que era eu que tinha desligado aquilo, mas imaginam a vergonha... «Boa, Rui, boa, melhor aluno de licenciatura, mestrado tirado com 18; primeiro dia de trabalho, mandas abaixo a rede da escola. Maravilhoso!»... (Por acaso, acho que aquilo era só mesmo para os ambientes de trabalho das salas de informática. Era expectável terem decorrido mais problemas se fosse a rede toda. Mas, na pior das hipóteses...)

(Estou um bocadinho cansado de escrever, portanto deixo o resto das peripécias para outra oportunidade 😜. Porque entretanto mete-se a pandemia e o confinamento...)
Senti toda uma montanha-russa a ler esse relato, mas confesso que me ri maioritariamente 🤣 Parece ter sido uma experiência muito gira!

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Sobre a conversa de sair à noite, não sou nada fã de discotecas e o ambiente das mesmas não me agrada. Foram espaços que frequentei quando era mais nova, na terrinha e costumava ir com a minha irmã mais velha, então sempre era um bocadinho melhor do que ir sozinha ou com pessoas que conheço há pouco tempo. Prefiro cafés ou bares, mas mesmo bares tenho frequentado poucos, sobretudo porque sinto que, apesar do ambiente ser diferente da discoteca, já lidei com situações desagradáveis que fazem com que não me sinta muito tentada a ir por aí.

A última vez que entrei numa discoteca foi no início deste ano, no Porto, quando fui à Via Rápida e foi a pior experiência de sempre. Ia acompanhada do meu namorado, de um amigo e de uma amiga e juro que nós - com idades compreendidas entre os 20 e os 22 -, nunca nos sentíramos tão velhos lá dentro e fora do lugar. As pessoas já estavam todas tranquilamente sem máscara ao monte e um monte de gente aos apalpões e outras coisas ao som de um funk qualquer - isto, em Janeiro de 2022 ainda me fez muita confusão porque quando costumo sair era para a resi do meu namorado e não estava mais do que com umas cinco ou seis pessoas a conviver sem máscara; na faculdade, continuava a ter de usar máscara e nos supermercados também, então foi mesmo um choque ver tanta gente completamente descontraída naquele ambiente. Para além disso, fomos scammed porque tínhamos de pagar consumo e o meu namorado dirigiu-se ao balcão para pagar o consumo dele, mas não quis as bebidas. A rapariga assumiu que ele queria pagar o consumo de todos sem bebida, então depois recusou-se a assumir que foi erro dela. Enfim, pagámos uns 30 e tal euros para 4 pessoas saírem e detestarem 🤡

Como tenho estado fora de Lisboa, tenho tido poucas oportunidades de fazer coisas com os meus amigos, mas como estou em casa do João Pedro (coitado, estava farta de lhe chamar por meu namorado 🥴 ), às vezes temos oportunidade de ficar umas horas a passear e costumamos ir beber um gin a uma marisqueira e prefiro sinceramente sentar-me numa mesinha a conversar 🍹

Falta basicamente 1 mês para voltar a Lisboa e sinto que precisava de passar um ano recolhida, não me sinto nada descansada ☠️
 
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Acho que fizeste bem. Ir a melhorias é uma boa política 😉 Eu por norma ia sempre. Não tínhamos de pagar mais por isso (acho que em alguns sítios eles exigem pagamento) e a nota só podia subir. Só no último semestre é que não fui a umas quantas, porque estava completamente exausto. Depois arrependi-me porque acabei com 17,46, mas enfim.
É uma excelente nota! Compreendo o sentimento, mas tens motivos para estar orgulhoso!
Na UPorto o preço das melhorias é, em meu ver, exorbitante para uma universidade pública: 12€ sem reembolso em caso de melhoria.
 
É uma excelente nota! Compreendo o sentimento, mas tens motivos para estar orgulhoso!
Na UPorto o preço das melhorias é, em meu ver, exorbitante para uma universidade pública: 12€ sem reembolso em caso de melhoria.
Na FLUL são 15 euros por melhoria e não devolvem o dinheiro em nenhuma das situações. Arrisquei e nunca fui a melhorias, meus ricos 15 euros 🥲🥲🥲
 
É uma excelente nota! Compreendo o sentimento, mas tens motivos para estar orgulhoso!
Na UPorto o preço das melhorias é, em meu ver, exorbitante para uma universidade pública: 12€ sem reembolso em caso de melhoria.
Mesmo... Fui a uma melhoria e como não melhorei ainda fiquei mais frustrado 😂. O pior é que, ao que parece, ninguém melhorou a nota, salvo duas ou três exceções em cerca de 20 provas para efeitos de melhoria.

Uma estupidez ter de pagar e, para além disso, ainda ter um limite máximo de 3 melhorias por semestre.
 
Isso é na FEUP ou é uma regra recente? No último semestre da licenciatura fui a 4 melhorias 🥲
Estava equivocado, afinal. Fui confirmar e o que indica é que só podemos inscrever-nos a 3 melhorias pelo SIGARRA. Se quisermos mais, temos de enviar um e-mail.

Mesmo assim tenho amigos na FLUP e acho que fazem tudo pelo SIGARRA... Enfim, não percebo muito bem a razão destas divergências entre faculdades da mesma Universidade. 😅
 
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Estava equivocado, afinal. Fui confirmar e o que indica é que só podemos inscrever-nos a 3 melhorias pelo SIGARRA. Se quisermos mais, temos de enviar um e-mail.

Mesmo assim tenho amigos na FLUP e acho que fazem tudo pelo SIGARRA... Enfim, não percebo muito bem a razão destas divergências entre faculdades da mesma Universidade. 😅
Estou chocada, nunca tinha ouvido essa regra. xD Mas também nunca me inscrevi a mais do que duas melhorias num semestre nem o pretendo fazer. 😆
 
É uma excelente nota! Compreendo o sentimento, mas tens motivos para estar orgulhoso!
Na UPorto o preço das melhorias é, em meu ver, exorbitante para uma universidade pública: 12€ sem reembolso em caso de melhoria.

No IPP são 13€ e creio que também não haja reembolso, não sei dizer de experiência 😅 😂
 
Hoje descobri que fazer parte de um centro de investigação inclui a possibilidade de poder pedir financiamento caso tenha de me deslocar ao estrangeiro para alguma conferência e afins, onde incluem voos, estadia, tuuudo. De repente, bateu aquela vontade de mandar uns quantos papers para todos os lugares e mais alguns ✈️ 🌚
 
Na FLUL são 15 euros por melhoria e não devolvem o dinheiro em nenhuma das situações. Arrisquei e nunca fui a melhorias, meus ricos 15 euros 🥲🥲🥲

Mesmo... Fui a uma melhoria e como não melhorei ainda fiquei mais frustrado 😂. O pior é que, ao que parece, ninguém melhorou a nota, salvo duas ou três exceções em cerca de 20 provas para efeitos de melhoria.

Uma estupidez ter de pagar e, para além disso, ainda ter um limite máximo de 3 melhorias por semestre.
É muito dinheiro, e ainda por cima “desencoraja” um pouco que as pessoas tentem ir melhorar. Infelizmente vi pessoal a fazer contas para ver se poderia ir a melhoria ou não. Na minha faculdade creio que não há qualquer limitação. Nunca terei tentado deixar três requerimentos pendentes no sigarr, mas desde que se pague, acho que se pode fazer quantas se queira.. 😅

Para mim, pelo menos parte do valor deveria ser reembolsado se a pessoa subisse.
 
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Maltinha, passei no código com 1 errada! 😍

Estava super nervoso, porque pelos vistos, se chumbasse e quisesse voltar a tentar fazer o exame, tinha de pagar 123 euros... 😅

No entanto, felizmente, a minha época de exames (Mat A + Código da Estrada) finalmente terminou. Agora posso dedicar-me a terminar de ler livros que tenho em lista de espera desde a Feira do Livro do ano passado (o tempo foi escasso, sim) (e tenho mesmo de o fazer, prometi a mim mesmo que não compraria nenhum na feira este se ainda tivesse algum do ano passado por ler).
 
Na FCT UNL é 15€, também sem reembolso...
Acaba por ser uma forma de financiamento do ensino superior. Esses preços normalmente estabelecem-se para toda a universidade.. Agora se fizermos as contas de quantos estudantes em todas as faculdades estiverem a pretender fazer melhoria (mesmo que só de licenciatura) dá logo um valor bem alto.

Mas é isso e os certificados. Pedi há pouco uma certidão de licenciatura que precisava o quanto antes (e que não podia obter de outra forma porque o funcionamento da faculdade não é tão harmónico quanto gostaria) com urgência máxima, o que significa que tive que pagar 30€. Um diploma são 120€, e se for de mestrado ou doutoramento ainda pior.. Por isso o que reduziram na propina acaba por não me parecer uma redução real dos custos de frequência.


Maltinha, passei no código com 1 errada! 😍

Estava super nervoso, porque pelos vistos, se chumbasse e quisesse voltar a tentar fazer o exame, tinha de pagar 123 euros... 😅
Muitos parabéns! Às vezes tenho algumas saudades do tempo em que estava a aprender a conduzir ahah Passar os exames dá uma sensação mesmo boa (mas enquanto se está a fazê-los não é assim tão bom ahah).

Desde que terminei o ano já li alguns livros. Poder dedicar-me assim à literatura já era algo que queria há algum tempo.
 
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Muitos parabéns! Às vezes tenho algumas saudades do tempo em que estava a aprender a conduzir ahah Passar os exames dá uma sensação mesmo boa (mas enquanto se está a fazê-los não é assim tão bom ahah).

Desde que terminei o ano já li alguns livros. Poder dedicar-me assim à literatura já era algo que queria há algum tempo.
Sim, deu-me uma sensação de alívio, menos uma preocupação para, bem, me preocupar hahahah!

De livros, já consegui ler umas bandas desenhadas (nem Marvel, nem DC) que já tinha a algum tempo para ler chamadas Saga. Entretanto, fiz uma pausa no Dune (já estou a 50%), porque comecei a ler o Fire and Blood do G.R.R.M. para me preparar para a série, que estreia a 21 de agosto na HBO.

Tem sido bom voltar a ter paciência para ler, durante o ano letivo parecia que quando tinha tempo livre não tinha forças para me dedicar a esta atividade.
Tendo em conta que no de condução só passei no 3° exame, não tenho saudades nenhumas desse tempo 😂😂
Eu jurei aos meus pais que se chumbasse, ia desistir da carta por uns bons tempos; pagar aquelas taxas para poder refazer o exame deu-me arrepios. A promessa ainda se mantém para o exame de condução.😂
 
e tenho mesmo de o fazer, prometi a mim mesmo que não compraria nenhum na feira este se ainda tivesse algum do ano passado por ler
I could never, devo ter facilmente uns 50 livros acumulados que ainda não li e não consigo meter essa restrição em mim própria 🥲 Não tenho comprado muitos livros, mandei vir uns do Book Depository há uns meses e já li os 3. Comprei um manga no outro dia numa papelaria, mas foi mais porque queria ter a colecção em dia e queria apoiar um negócio local que depois não teria tanta oportunidade de visitar. Fora isso, acho que a última encomenda que fiz já foi há 1 mês e foi o Greek Lexicon para o meu namorado, que eu cá nunca na vida estudaria Grego Antigo (mentira, é interessante, mas uma língua muito mais complexa que o Latim). Custou 60 euros, mas é um dicionário todo bonitão da Cambridge, então só de vê-lo na estante já me acalma a carteira 🤓

Acho que a minha descontracção em acumular livros deve-se ao facto de que costumo comprá-los em alturas específicas e a feira do livro costuma ser uma boa oportunidade de adquirir vários com boas promos, fora toda a experiência de visitar a feira. Já prometi a mim mesma que ia comprar livros aí, mas depois vou ficar uns tempos sem comprar. Não comprar livros na feira deixar-me-ia 1) triste e 2) com second thoughts de que não aproveitei as promoções e gosto de comprar as coisas por um bom preço :<
 
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