Discussões político-sócio-económicas

Em quem votarás nas eleições legislativas 2022?

  • PS - Partido Socialista

    Votes: 4 11.8%
  • PPD/PSD - Partido Social Democrata

    Votes: 3 8.8%
  • PCP-PEV - Coligação Democrática Unitária

    Votes: 6 17.6%
  • BE - Bloco de Esquerda

    Votes: 5 14.7%
  • CDS-PP - Partido Popular

    Votes: 0 0.0%
  • PAN - Pessoas–Animais–Natureza

    Votes: 1 2.9%
  • IL - Iniciativa Liberal

    Votes: 11 32.4%
  • NC - Nós, Cidadãos!

    Votes: 0 0.0%
  • PCTP/MRPP - Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses

    Votes: 0 0.0%
  • PTP - Partido Trabalhista Português

    Votes: 0 0.0%
  • E - Ergue-te (ex-PNR - Partido Nacional Renovador)

    Votes: 0 0.0%
  • PDR - Partido Democrático Republicano

    Votes: 0 0.0%
  • MPT - Partido da Terra

    Votes: 0 0.0%
  • PURP - Partido Unido dos Reformados e Pensionistas

    Votes: 0 0.0%
  • L - LIVRE

    Votes: 0 0.0%
  • MAS - Movimento Alternativa Socialista

    Votes: 0 0.0%
  • PPM - Partido Popular Monárquico

    Votes: 1 2.9%
  • JPP - Juntos pelo Povo

    Votes: 0 0.0%
  • A - Aliança

    Votes: 0 0.0%
  • CH - Chega

    Votes: 3 8.8%
  • R.I.R. - Reagir Incluir Reciclar

    Votes: 0 0.0%
  • VP - Volt Portugal

    Votes: 0 0.0%

  • Total voters
    34

LBlackMoon

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Não digo o contrário, só estou a dizer que devia ser um direito ter acesso a armas. O único problema é tentar perceber quem tem as condições psicológicas necessárias para isso.
Mas esse direito já existe. Ele não existiria se existisse uma lei a dizer "é estritamente proibido o comércio e porte de armas". Ele é apenas devidamente regulamentado.
Mas este Governo vai mexer nisso e fazer alterações que julgo francamente desnecessárias.
 
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Rogério Pedro

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Mesquita

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Só mesmo para galhofar, sinto-me discriminado quando à porta de uma discoteca as mulheres passam sem pagar ou pagando valores extremamente simbólicos e nós, homens, vemo-nos obrigados a pagar valores exorbitantes em virtude do bel-prazer dos seguranças que ainda variam consoante vários estereótipos.

Não seria assim caso a maior parte dos usufruidores desses espaços não fossem homens.
 

Tiago89

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Só mesmo para galhofar, sinto-me discriminado quando à porta de uma discoteca as mulheres passam sem pagar ou pagando valores extremamente simbólicos e nós, homens, vemo-nos obrigados a pagar valores exorbitantes em virtude do bel-prazer dos seguranças que ainda variam consoante vários estereótipos.
As capazes só querem igualdade para o que lhes é conveniente.
 

Mesquita

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Agora é que disseste tudo.
"Isto não é um problema de politicos, é sistémico."

Eu acho que a solução passa por uma nova forma de educar a a sociedade.

Apostar num novo sistema de educação, mais dinâmico e mais apto a resolver os problemas da nação. Impor um sistema mais aberto ao meio, onde haja contacto direto com a realidade que nos rodeia. É uma proposta ambiciosa que terá efeitos a longo prazo.

Mudando o paradigma laboral, apostando na redução da carga horária e no aumento gradual do salário mínimo.

Não promover um estado maior mas um estado mais forte.
Reorganizar os gastos da nação, investir menos numas coisas e mais noutras. Falta investir no setor cultural, e aqui não basta investir nas propostas que já existem ou que possam vir a existir. A prioridade é facilitar a entrada das pessoas naquilo que são atividades de âmbito cultural. Estimular a entrada da sociedade neste setor é de extrema relevância , é uma questão fulcral que ainda não tem resposta na época contemporânea.

Melhorar as condições do grande sustento do país: o setor privado. Reduzir a carga fiscal é uma prioridade. Precisamos de chamar mais empresas, empresas essas com maior índice tecnológico. Para exercer trabalho qualificado é preciso que hajam empresas onde o possa exercer.

Apostar na zona mais interior do país. Facilitar a entrada da indústria no meio com as condições que estiverem ao alcance do estado.
 
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LBlackMoon

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É toda a gente. Não há sentido colectivo, responsabilidade nem ética.

(o post citado foi parcialmente apagado)
Também sei o que é acordar e sentir-me assim. Sei também o que é ter vontade de sair e de experimentar outros sítios, mas depois penso bem e chego à conclusão de que também eles, não obstante pontos melhores em relação ao nosso país, estão também cheios de injustiças.
O que resta? Para mim, não desistir. Mas respeito todas as opiniões e decisões.
 

LBlackMoon

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Alfa

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Apostar num novo sistema de educação, mais dinâmico e mais apto a resolver os problemas da nação. Impor um sistema mais aberto ao meio, onde haja contacto direto com a realidade que nos rodeia. É uma proposta ambiciosa que terá efeitos a longo prazo.

Isto não é uma proposta, é uma meta. Queremos um sistema de educação mais dinâmico e mais apto a resolver os problemas do país. Sim senhor, mas como? Queremos que o sistema seja mais "aberto ao meio" (tens de clarificar isto, não sei se percebi). Tudo bem, e chega-se lá dando que passos? As propostas vêm depois de perceber que passos têm de ser dados para atingir as metas.
 

NemoExNihilo

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As propostas vêm depois de perceber que passos têm de ser dados para atingir as metas.

Ou, por vezes, os passos que têm de ser dados para as implementar surgem depois de conhecidas as propostas para atingir as metas... :rolleyes: (antigo)
 
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Mesquita

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Isto não é uma proposta, é uma meta. Queremos um sistema de educação mais dinâmico e mais apto a resolver os problemas do país. Sim senhor, mas como? Queremos que o sistema seja mais "aberto ao meio" (tens de clarificar isto, não sei se percebi). Tudo bem, e chega-se lá dando que passos? As propostas vêm depois de perceber que passos têm de ser dados para atingir as metas.

Tens razão, é uma meta.
Há diversas coisas que podem ser feitas no sentido de lá chegar:

- Não largo este ponto - o horário escolar propriamente dito deveria ser reduzido. Progressivamente, temos de apostar na redução do número de horas de aulas e investir noutro tipo de actividades que, no conceito atual, extravasam o sistema educativo. Seja no âmbito do desporto, artes, etc.

- Não nos podemos reduzir ao Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA).
Para mudar é preciso reconhecer as falhas. É preciso avaliar os alunos de uma forma mais individualista e, mais que isso, é preciso analisar se os critérios que usamos são realmente os mais corretos.

- Formação cívica. É uma disciplina que tem de ser dada em todo o ensino básico. Neste ponto, não basta implementar de novo, é preciso mudar a forma como é dada. Acho que não preciso de me alongar muito aqui, o próprio nome diz tudo.

- Quando falamos em apostar na educação, falamos também em aumentar o investimento. Mais professores, mais auxiliares, mais pessoas a trabalhar no meio educativo. Precisamos de turmas mais pequenas, com o objetivo de ter um ensino mais intimista focado nas diferenças entre alunos.

São propostas que já passaram e ainda hoje passam na opinião pública. Não é um processo rápido, muito menos fácil. É um processo gradual, mas que terá uma influência abismal naquilo que poderão ser as futuras gerações do nosso país e, consequentemente, na nossa nação.

Existem mais umas quantas tão ou mais importante que algumas destas, dado que este tema já foi muito badalado. Falta vontade.
 

NemoExNihilo

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investir noutro tipo de actividades que, no conceito atual, extravasam o sistema educativo

O problema é que, se se estabelece algum tipo de "período obrigatório de prática de outras actividades", se se sistematiza esse tipo de coisa, o tempo deixa de ser, a bem dizer, livre. Que a escola talvez ocupe demasiado tempo na vida das crianças e jovens, não contesto (ainda que considere que deveremos tentar assegurar ao máximo que cada um possa gerir as coisas à sua maneira); que, para o compensar, obriguemos a que se frequentem outras actividades anteriormente extra-curriculares (e que se diriam, portanto, ser de "tempos livres") será largamente incoerente, posto que apenas estaremos a mudar o modo como são obrigados a estar ocupados, e não a desocupá-los propriamente.

(Em todo o caso, talvez queiram/queiramos continuar a discussão neste outro tópico...)
 

LBlackMoon

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Tens razão, é uma meta.
Há diversas coisas que podem ser feitas no sentido de lá chegar:

- Não largo este ponto - o horário escolar propriamente dito deveria ser reduzido. Progressivamente, temos de apostar na redução do número de horas de aulas e investir noutro tipo de actividades que, no conceito atual, extravasam o sistema educativo. Seja no âmbito do desporto, artes, etc.

- Não nos podemos reduzir ao Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA).
Para mudar é preciso reconhecer as falhas. É preciso avaliar os alunos de uma forma mais individualista e, mais que isso, é preciso analisar se os critérios que usamos são realmente os mais corretos.

- Formação cívica. É uma disciplina que tem de ser dada em todo o ensino básico. Neste ponto, não basta implementar de novo, é preciso mudar a forma como é dada. Acho que não preciso de me alongar muito aqui, o próprio nome diz tudo.

- Quando falamos em apostar na educação, falamos também em aumentar o investimento. Mais professores, mais auxiliares, mais pessoas a trabalhar no meio educativo. Precisamos de turmas mais pequenas, com o objetivo de ter um ensino mais intimista focado nas diferenças entre alunos.

São propostas que já passaram e ainda hoje passam na opinião pública. Não é um processo rápido, muito menos fácil. É um processo gradual, mas que terá uma influência abismal naquilo que poderão ser as futuras gerações do nosso país e, consequentemente, na nossa nação.

Existem mais umas quantas tão ou mais importante que algumas destas, dado que este tema já foi muito badalado. Falta vontade.

Ainda que o PISA não deva ser encarado como uma "Palavra do Senhor" em termos de Educação, é um excelente indicador; e coloca os nossos países entre aqueles que têm melhores resultados em termos de metas educativas (acima da média da OCDE).

Julgo que as melhorias poderiam passar, por exemplo, por uma flexibilização dos currículos. Porque não permitir a um estudante de Secundário que estudasse História e Matemática A simultaneamente? Julgo que o modelo de curso científico-humanístico, tendo sido estrutural no passado, não está adaptado a um mundo cada vez mais flexível em termos de áreas de conhecimento. O país só beneficiaria do facto de os seus cidadãos terem conhecimentos de várias áreas, ficando o seu caráter mais sensível e as suas competências científicas mais abrangentes.

Não poderia concordar mais com o Mesquita quando ele fala de investimento. A Educação deve ser um ambiente humano, para permitir a formação integral do seu objecto: o Homem em si. Mais recursos humanos permitiriam que as escolas funcionassem melhor. Mas julgo que não bastaria o mais, também importaria o "melhores". A valorização da condição docente é fundamental. O nosso país enfrentará défice grave de professores no futuro, se os salários não começarem a ser mais apelativos para aquela que é uma profissão de grande exigência. (Fiquei passado ontem quando soube das cativações à revelia do Parlamento que incidiram, também, no Ensino Básico e Secundário).

Quanto a atividades diferentes das educativas, julgo que cabe às famílias decidir em quais quer incluir as suas crianças. Ainda assim, não seria mau que as escolas criassem algo do género de clubes de leitura, de matemática.. Que permitissem um contacto com as temáticas de uma forma mais lúdica.

Quanto a redução horária, gostaria muito de implantar um modelo do género de "sem aulas a partir das 15 da tarde." Mas não sei até que ponto seria viável. O ideal é que se ficasse com a tarde para fazer outras coisas a gosto, sem ser relacionado com escola (sem prejuízo ao tempo de estudo necessário, claro).
 

Alfa

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Não largo este ponto - o horário escolar propriamente dito deveria ser reduzido. Progressivamente, temos de apostar na redução do número de horas de aulas e investir noutro tipo de actividades que, no conceito atual, extravasam o sistema educativo. Seja no âmbito do desporto, artes, etc.

A questão da flexibilidade curricular? A ideia é boa em princípio, mas receio que se comprometa a qualidade de ensino nas disciplinas de natureza mais académica. É o que está a acontecer agora com a Matemática.

Para mudar é preciso reconhecer as falhas. É preciso avaliar os alunos de uma forma mais individualista e, mais que isso, é preciso analisar se os critérios que usamos são realmente os mais corretos.

Ou seja, é preciso que as reformas curriculares se baseiem no que as ciências da educação e cognitivas nos dizem sobre a aprendizagem. E é preciso fazer aferições honestas do sistema em vigor antes de o deitar fora e substituir por outro. Nem devia ser preciso dizer isto.

Formação cívica. É uma disciplina que tem de ser dada em todo o ensino básico. Neste ponto, não basta implementar de novo, é preciso mudar a forma como é dada. Acho que não preciso de me alongar muito aqui, o próprio nome diz tudo.

Concordo plenamente.

Quando falamos em apostar na educação, falamos também em aumentar o investimento. Mais professores, mais auxiliares, mais pessoas a trabalhar no meio educativo. Precisamos de turmas mais pequenas, com o objetivo de ter um ensino mais intimista focado nas diferenças entre alunos.

Turmas mais pequenas, sim. Ensino mais intimista focado nas diferenças entre alunos, não sei. É uma ideia bonita e que soa bem, mas mais uma vez é preciso atender ao que as ciências da educação dizem e não ao que soa bem ao senso comum.
 

Rafael__

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Só mesmo para galhofar, sinto-me discriminado quando à porta de uma discoteca as mulheres passam sem pagar ou pagando valores extremamente simbólicos e nós, homens, vemo-nos obrigados a pagar valores exorbitantes em virtude do bel-prazer dos seguranças que ainda variam consoante vários estereótipos.
E não achas isso sexista? Não achas que as mulheres são comercializadas e os homens que lá vão são os consumidores? Ou achas que isso acontece por puro cavalheirismo?

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Trump critica China e indica que Pequim estaria atrapalhando relação com a Coreia do Norte

O que acham disto? Acho que ainda não foi debatido aqui ^_^
 

Mesquita

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Engenharia Mecânica
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E não achas isso sexista? Não achas que as mulheres são comercializadas e os homens que lá vão são os consumidores? Ou achas que isso acontece por puro cavalheirismo?

Acontece simplesmente porque existem mais homens a usufruir do espaço. Como é óbvio o objetivo não é que haja um número esmagador de homens na discoteca (face às mulheres).
 
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Rui Veiga

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28 Abril 2018
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E não achas isso sexista? Não achas que as mulheres são comercializadas e os homens que lá vão são os consumidores? Ou achas que isso acontece por puro cavalheirismo?
Acho que o objetivo principal das discotecas não é propriamente "comercializar" as mulheres de forma a atrair mais clientes do sexo masculino. Quando eu vou para a discoteca é para dançar e conviver com os meus amigos, mas percebo o que queres dizer.