Eleições Europeias 2019 - Desta vez eu voto!

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Sofia C.

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Na minha opinião, devia existir uma disciplina universal a todos os cursos em que se ensinasse um pouco de tudo, por exemplo, politica ou primeiros socorros, e que favorece-se debates sobre os assuntos atuais, desenvolvia a argumentação e ajudava a formar pessoas mais informadas. Bastava 90 minutos de 2 em 2 semanas, para começar.
Concordo plenamente! Ora aí estão grandes falhas que deveriam ser corrigidas:
- falta de conhecimento sobre all things política;
- tudo o que seja relacionado com suporte básico de vida e conhecimentos básicos em saúde, que podem ser cruciais para salvar a vida de uma pessoa, seja onde for, sendo que não é nada de complexo em termos de procedimentos.

Fui votar, claro, mas tirando aquelas pessoas que se interessam genuinamente por política, da nossa geração, o resto passa imenso ao lado. Estas temáticas deveriam ser incluídas na educação, durante o ensino obrigatório. Damos tanta coisa inútil, e coisas que são fulcrais para a nossa vida daqui para a frente, muito pouco...

É supostamente para isso que existe Formação Cívica. Mas poderias ser interessante ter isso no ensino superior também, se era essa a ideia.
Formação cívica sempre foi grande chachada .. 🤣 E só tive no 1º ciclo, algures... Não sei se se mantém igual, mas não servia pra nada :/
 

davis

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Estava a falar no secundário, por ser quando se atinge a maioridade. Mas uma continuidade no superior, como por exemplo, um grupo de discussão, seria melhor ainda.
Formação cívica sempre foi grande chachada .. 🤣 E só tive no 1º ciclo, algures... Não sei se se mantém igual, mas não servia pra nada :/
Confirma-se, continua a ser. 😬 A disciplina já foi do 12º ano e entretanto passou para o 10º ano, isto no secundário. A intenção é boa, estando dividida em 3 pilares:
  1. Cidadania e direitos humanos
  2. Outro(s) tema(s) no âmbito da Educação para a Cidadania constantes do Projeto Educativo da Escola ou relacionados com a natureza do curso (há uma lista de sugestões para os professores).
  3. Educação para a saúde e sexualidade
Ou seja, é tudo o que vocês estão a pedir. O problema é que tipicamente:
  1. Os professores não cumprem o "programa".
  2. Os professores que dão a disciplina não são as melhores pessoas para abordar os temas.
Para quem tiver curiosidade em explorar o programa:

Isto faria mais sentido no 12º ano como estava, na minha opinião, em que se poderia abordar este tema das eleições enquanto os jovens estão com 16/17 anos.
 

Edgar H

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Confirma-se, continua a ser. 😬 A disciplina já foi do 12º ano e entretanto passou para o 10º ano, isto no secundário. A intenção é boa, estando dividida em 3 pilares:
  1. Cidadania e direitos humanos
  2. Outro(s) tema(s) no âmbito da Educação para a Cidadania constantes do Projeto Educativo da Escola ou relacionados com a natureza do curso (há uma lista de sugestões para os professores).
  3. Educação para a saúde e sexualidade
Ou seja, é tudo o que vocês estão a pedir. O problema é que tipicamente:
  1. Os professores não cumprem o "programa".
  2. Os professores que dão a disciplina não são as melhores pessoas para abordar os temas.
Para quem tiver curiosidade em explorar o programa:

Isto faria mais sentido no 12º ano como estava, na minha opinião, em que se poderia abordar este tema das eleições enquanto os jovens estão com 16/17 anos.
Não tinha conhecimento, sendo assim devia ser espalhado para todas as escolas e concordo que fazia mais sentido no 12º ano. E devia ser levada a sério pelos professores e alunos para que sirva para o objetivo para que foi criada.
 
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Não tinha conhecimento, sendo assim devia ser espalhado para todas as escolas e concordo que fazia mais sentido no 12º ano. E devia ser levada a sério pelos professores e alunos para que sirva para o objetivo para que foi criada.
Afinal estive a ver e a disciplina entretanto foi retirada do currículo em 2012, pensei que ainda existisse. 🤦‍♂️
 

MedDreamer

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Concordo plenamente! Ora aí estão grandes falhas que deveriam ser corrigidas:
- falta de conhecimento sobre all things política;
- tudo o que seja relacionado com suporte básico de vida e conhecimentos básicos em saúde, que podem ser cruciais para salvar a vida de uma pessoa, seja onde for, sendo que não é nada de complexo em termos de procedimentos.

Fui votar, claro, mas tirando aquelas pessoas que se interessam genuinamente por política, da nossa geração, o resto passa imenso ao lado. Estas temáticas deveriam ser incluídas na educação, durante o ensino obrigatório. Damos tanta coisa inútil, e coisas que são fulcrais para a nossa vida daqui para a frente, muito pouco...
Concordo.
Pessoalmente nunca vivi "num meio político". Com a maioridade e o poder do voto, senti necessidade de me informar mais sobre os vários partidos para ver quais se enquadravam melhor com as minhas ideologias, mas a verdade é que foi um verdadeiro desafio! Não encontrei um site/video/artigo que fizesse um sum-up da política portuguesa e não quero explorar ao pormenor os sites de cada partido antes de ter uma visão global porque não tenho todo o tempo do mundo.
Acho que tal como incutir a política nas escolas era importante existir um "política for dummies" ou algo do género.
O site Boletim que foi divulgado recentemente é uma ajuda mas achei-o pouco cativante e esclarecedor. No fundo para tirar alguma conclusão tinha de ir aos sites dos partidos anyway.
 

Sofia C.

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Confirma-se, continua a ser. 😬 A disciplina já foi do 12º ano e entretanto passou para o 10º ano, isto no secundário. A intenção é boa, estando dividida em 3 pilares:
  1. Cidadania e direitos humanos
  2. Outro(s) tema(s) no âmbito da Educação para a Cidadania constantes do Projeto Educativo da Escola ou relacionados com a natureza do curso (há uma lista de sugestões para os professores).
  3. Educação para a saúde e sexualidade
Ou seja, é tudo o que vocês estão a pedir. O problema é que tipicamente:
  1. Os professores não cumprem o "programa".
  2. Os professores que dão a disciplina não são as melhores pessoas para abordar os temas.
Para quem tiver curiosidade em explorar o programa:

Isto faria mais sentido no 12º ano como estava, na minha opinião, em que se poderia abordar este tema das eleições enquanto os jovens estão com 16/17 anos.
Pois, não tinha nada disso no secundário.. 🙃 Tivemos apenas a enfermeira da escola a dar a aula de educação sexual na optativa de biologia.

A parte da saúde tem que ser melhorada mesmo, tive não sei quantas aulas literalmente iguais, sobre educação sexual, durante o meu percurso no ensino obrigatório, no entanto, 0 noções de política, e ainda faltou a parte do suporte básico de vida, que acho uma falha gigantesca... Isto é a diferença entre depender dos normais minutos de atraso de uma ambulância a deslocar-se pelo trânsito até ao local, do que fazer algo e permitir que a pessoa tenha mais probabilidades de sobreviver.

Após 8/9 minutos em paragem cardiorrespiratória, mais coisa menos coisa, as hipóteses de sobrevivência são mínimas, ou então temos sobrevivência com imensos danos a nível cerebral. Ainda há pouco tempo, saiu uma notícia de uma senhora que morreu num restaurante, por obstrução da via aérea grave aka engasgou-se com a comida e não havia lá uma única pessoa que soubesse como ajudá-la :(

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Edgar H

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Afinal estive a ver e a disciplina entretanto foi retirada do currículo em 2012, pensei que ainda existisse. 🤦‍♂️
Então devia ser implementado novamente.
Mensagem fundida automaticamente:

Pois, não tinha nada disso no secundário.. 🙃 Tivemos apenas a enfermeira da escola a dar a aula de educação sexual na optativa de biologia.

A parte da saúde tem que ser melhorada mesmo, tive não sei quantas aulas literalmente iguais, sobre educação sexual, durante o meu percurso no ensino obrigatório, no entanto, 0 noções de política, e ainda faltou a parte do suporte básico de vida, que acho uma falha gigantesca... Isto é a diferença entre depender dos normais minutos de atraso de uma ambulância a deslocar-se pelo trânsito até ao local, do que fazer algo e permitir que a pessoa tenha mais probabilidades de sobreviver.

Após 8/9 minutos em paragem cardiorrespiratória, mais coisa menos coisa, as hipóteses de sobrevivência são mínimas, ou então temos sobrevivência com imensos danos a nível cerebral. Ainda há pouco tempo, saiu uma notícia de uma senhora que morreu num restaurante, por obstrução da via aérea grave aka engasgou-se com a comida e não havia lá uma única pessoa que soubesse como ajudá-la :(

Ver anexo 7666
Algumas horas que podiam mudar a vida toda de uma pessoa. Para não falar de já ter ouvido pessoas a agarrar/sentar em cima de uma pessoa com convulsões invés de suportar a cabeça. As pessoas não tem culpa de não saber mas isto seria facilmente resolvidos com consciencialização.
 
Última edição:

Sofia C.

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Para não falar de já ter ouvido pessoas a agarrar/sentar em cima de uma pessoa com convulsões invés de suportar a cabeça.
Na parte das convulsões, fazem-se tantoooos erros por aí... Quando oiço alguém a sequer sugerir "segurar a língua", até me dá a volta à barriga.. xD

Já agora, deixo aqui o que realmente se deve fazer, se alguma vez encontrarem uma situação de crise convulsiva:

- Torne a área segura e, se conseguir, ampare a vítima na queda. Afaste todos os objetos que estejam em redor da vítima, evitando que esta se magoe;
- Proteja a cabeça da vítima: coloque almofadas, toalhas enroladas, cobertores ou, em último caso(!!!), estabilize a cabeça da vítima com as suas mãos para que esta não embata contra algo (aqui, cuidado, porque as vítimas têm movimentos involuntários que podem magoar quem está a ajudar. Se já temos 1 vítima, não queremos 2 = primeiro, sempre, condições de segurança);
- Não coloque nada na boca. Nada!;
- Coloque a vítima em Posição Lateral de Segurança, assim que parar de tremer;
- Ligue 112.

(retirado do site do INEM) - sempre que tenham dúvidas, está lá uma enorme quantidade de informação útil e simples, que pode fazer a diferença.

-- ps. desculpem o off-topic 😅
 

davis

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Afinal estive a ver e a disciplina entretanto foi retirada do currículo em 2012, pensei que ainda existisse. 🤦‍♂️
Mais info sobre isto: foi criada outra disciplina chamada Cidadania e Desenvolvimento para os vários ciclos de estudos:

Confesso que já li várias informações e ainda não percebi como é que funciona. O programa previsto também me parece all over the place.
 
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davis

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E existe no secundário? Ou só no básico?
Supostamente também há (haverá?) no secundário. Em que ano? Qual a carga horária? Perguntas que não consegui encontrar respostas. Só vi que falam em articulação com todas as outras disciplinas, o que me dá a entender que é feito no horário das mesmas...
 

Blasty

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Concordo.
Pessoalmente nunca vivi "num meio político". Com a maioridade e o poder do voto, senti necessidade de me informar mais sobre os vários partidos para ver quais se enquadravam melhor com as minhas ideologias, mas a verdade é que foi um verdadeiro desafio! Não encontrei um site/video/artigo que fizesse um sum-up da política portuguesa e não quero explorar ao pormenor os sites de cada partido antes de ter uma visão global porque não tenho todo o tempo do mundo.
Acho que tal como incutir a política nas escolas era importante existir um "política for dummies" ou algo do género.
O site Boletim que foi divulgado recentemente é uma ajuda mas achei-o pouco cativante e esclarecedor. No fundo para tirar alguma conclusão tinha de ir aos sites dos partidos anyway.
É verdade, também andei à procura e não encontrei nada. Resolvi ir então ler os programas de cada partido (com os poucos conhecimentos que tenho 🤣), passando à frente partidos extremistas e etc. xD

Pois, não tinha nada disso no secundário.. 🙃 Tivemos apenas a enfermeira da escola a dar a aula de educação sexual na optativa de biologia.

A parte da saúde tem que ser melhorada mesmo, tive não sei quantas aulas literalmente iguais, sobre educação sexual, durante o meu percurso no ensino obrigatório, no entanto, 0 noções de política, e ainda faltou a parte do suporte básico de vida, que acho uma falha gigantesca... Isto é a diferença entre depender dos normais minutos de atraso de uma ambulância a deslocar-se pelo trânsito até ao local, do que fazer algo e permitir que a pessoa tenha mais probabilidades de sobreviver.

Após 8/9 minutos em paragem cardiorrespiratória, mais coisa menos coisa, as hipóteses de sobrevivência são mínimas, ou então temos sobrevivência com imensos danos a nível cerebral. Ainda há pouco tempo, saiu uma notícia de uma senhora que morreu num restaurante, por obstrução da via aérea grave aka engasgou-se com a comida e não havia lá uma única pessoa que soubesse como ajudá-la :(

Ver anexo 7666
Sobre o SBV, penso que agora todos os alunos do 9º ano têm sessões sobre isso. Não faço ideia se será suficiente ou não, mas já é uma boa medida. 🙂
 

LBlackMoon

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Esse desinteresse é completamente normal face àquilo que nos ensinam de política no ensino secundário (nada), honestamente não esperava outra coisa.
Isso é coisa que a escola tem pouca margem de manobra para mudar. Ninguém te pode ensinar a ter senso crítico. A opinião ganha-se lendo jornais, vendo notícias, questionando-se. Não é a tirar apontamentos e a ter aulas que as pessoas se vão interessar pela política.
 

Edgar H

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Isso é coisa que a escola tem pouca margem de manobra para mudar. Ninguém te pode ensinar a ter senso crítico. A opinião ganha-se lendo jornais, vendo notícias, questionando-se. Não é a tirar apontamentos e a ter aulas que as pessoas se vão interessar pela política.
Pode incentivar promovendo debates e ensinando as bases da política e económicas. E devia ser incentivado numa aula mais descontraida, sem pressão de testes e sem grandes instrumentos de avaliação (na minha opinião até nenhum, só presença obrigatória).
 
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Pode incentivar promovendo debates e ensinando as bases da política e económicas. E devia ser incentivado numa aula mais descontraida, sem pressão de testes e sem grandes instrumentos de avaliação (na minha opinião até nenhum, só presença obrigatória).
O problema é a sobrecarga que isso possivelmente teria nos horários (o mesmo se passa com a dita flexibilidade curricular). Retirar mais tempo a outras disciplinas iria provocar mazelas nos programas a lecionar. Acrescentar mais horas e uma nova disciplina, honestamente, não creio que seria uma maneira muito apelativa de chegar às camadas jovens.
Há projetos interessantes que são desenvolvidos já há anos, para incluir os jovens em debate político - tens o Parlamento dos Jovens, por exemplo, onde centenas de escolas participam. Os projetos existem, a divulgação existe, mas estes assuntos partem também do interesse e do esforço de cada um.
 
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O problema é a sobrecarga que isso possivelmente teria nos horários (o mesmo se passa com a dita flexibilidade curricular). Retirar mais tempo a outras disciplinas iria provocar mazelas nos programas a lecionar. Acrescentar mais horas e uma nova disciplina, honestamente, não creio que seria uma maneira muito apelativa de chegar às camadas jovens.
Há projetos interessantes que são desenvolvidos já há anos, para incluir os jovens em debate político - tens o Parlamento dos Jovens, por exemplo, onde centenas de escolas participam. Os projetos existem, a divulgação existe, mas estes assuntos partem também do interesse e do esforço de cada um.
O interesse é o principal, sim, mas a ideia era retirar espaço a outras disciplinas para introduzir esta. E não ia provocar mazelas em nada, porque às disciplinas que se retirasse espaço, reduzisse ligeiramente o programa. O que não é tão difícil assim, do primeiro ano do novo programa de Mat A para o segundo foi reduzido o programa de 10º ano, bastou passarem as demonstrações para facultativas e não houve mazelas na aprendizagem dos alunos.
 
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O interesse é o principal, sim, mas a ideia era retirar espaço a outras disciplinas para introduzir esta. E não ia provocar mazelas em nada, porque às disciplinas que se retirasse espaço, reduzisse ligeiramente o programa.
O problema é que a maioria das disciplinas tem exame e, mesmo não sendo obrigatório, muitos destes exames são feitos por alunos como PI. Reduzir o programa seria o quê - reduzir o conteúdo de disciplinas de exame que servem de prova de ingresso? É que de todas as disciplinas, só deve escapar Educação Física (que também já tem um tempo de aulas estabelecido de acordo com um parâmetro saudável).
 

Edgar H

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O problema é que a maioria das disciplinas tem exame e, mesmo não sendo obrigatório, muitos destes exames são feitos por alunos como PI. Reduzir o programa seria o quê - reduzir o conteúdo de disciplinas de exame que servem de prova de ingresso? É que de todas as disciplinas, só deve escapar Educação Física (que também já tem um tempo de aulas estabelecido de acordo com um parâmetro saudável).
Sim, reduzia-se algumas coisas o que já está a ser feito com as AI, é suficiente, isso já não sei teria de fazer as disciplinas outra vez. Mas eu não estou agora a defender isto é para implementar para o ano para toda a gente, só achava interessante pegarem em uma ou duas escolas e testarem, com os resultados depois logo se via.
 

Ariana_

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Sim, reduzia-se algumas coisas o que já está a ser feito com as AI, é suficiente, isso já não sei teria de fazer as disciplinas outra vez. Mas eu não estou agora a defender isto é para implementar para o ano para toda a gente, só achava interessante pegarem em uma ou duas escolas e testarem, com os resultados depois logo se via.
Percebo a ideia do projeto piloto, e percebo a boa intenção, mas acho que se estaria a envolver uma série de implicações para, provavelmente, o retorno não ser suficiente. Além de que, digamos de passagem, muitas direções de escola estão associadas a forças partidárias, assim como alguns profs. Nada te garante que ensinem algo sem meter na mesa aquilo que é a sua opinião. E digo isto porque assisti a isto em relação a algumas aulas, onde os profs mais pareciam estar a apelar a uma cor política.
 
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Edgar H

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Percebo a ideia do projeto piloto, e percebo a boa intenção, mas acho que se estaria a envolver uma série de implicações para, provavelmente, o retorno não ser suficiente. Além de que, digamos de passagem, muitas direções de escola estão associadas a forças partidárias, assim como alguns profs. Nada te garante que ensinem algo sem meter na mesa aquilo que é a sua opinião. E digo isto porque assisti a isto em relação a algumas aulas, onde os profs mais pareciam estar a apelar a uma cor política.
Concordo a 100% contigo e de certeza que ia acontecer, mas a disciplina que eu proponha não era de política, era onde se falava de tudo como temas atuais(inclusão, desigualdade de género...), sobre primeiros socorro, e onde sim se falasse um pouco de como funciona a política e a a economia( a nomenclatura, o funcionamento básico...),coisas que independentemente do partido que se defende tem que se defender num estado democrático como o nosso.
 
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