Exame Nacional de Economia A 712 2022

Informações sobre este exame nacional:

  • Informação-Prova 2022: aqui.
  • Material: caneta ou esferográfica de tinta azul ou preta. Não é permitido o uso de corretor. É permitido o uso de calculadora não alfanumérica, não programável . Não te esqueças de levar o cartão de cidadão.
  • Duração: 120 minutos + 30 minutos tolerância.
  • Apontamentos: aqui.
  • Calendário dos Exames Nacionais do Ensino Secundário 2021/2022

Distribuição das cotações entre as perguntas obrigatórias e as perguntas opcionais:

exameeconomia2022.jpg

Coisas a não esquecer:

1) Indica de forma legível a versão da prova!
2) Para cada resposta, identifica o grupo e o item.
3) Apresenta apenas uma resposta para cada item. Se existirem 2 respostas apenas a primeira é considerada.
4) Se tiveres dúvidas sobre as cotações dos itens, elas encontram-se no final do enunciado da prova.

Exames de anos anteriores (com o sistema de perguntas obrigatórias + opcionais):



EnunciadoCritérios de Classificação
1ª Fase 2021Versão 1 e Versão 2Aqui
2ª Fase 2021Versão 1 e Versão 2Aqui
1ª Fase 2020Versão 1 e Versão 2Aqui
2ª Fase 2020Versão 1 e Versão 2Aqui

Outros exames entre 1997 e 2019. Tem em conta que nestes exames todas as perguntas eram obrigatórias.

O que estudar e temas mais frequentes nos Exames dos últimos anos:

Como deves saber, os Exames Nacionais avaliam o que está previsto nas Aprendizagens Essenciais de cada disciplina, que é uma parte mais reduzida do programa. Podes consultar aqui as Aprendizagens Essenciais de cada ano:
Consultando estes documentos, e os exames dos últimos anos, é possível perceber que não há uma tendência vincada para serem abordados mais alguns temas que outros, o que é conseguido através do uso das perguntas de opção, que permitem abranger facilmente todos os temas previstos:
  • Tema 1 - A atividade económica e a ciência económica
  • Tema 2 - Necessidades e consumo
  • Tema 3 - A produção de bens e de serviços
  • Tema 4 - Preços e mercados
  • Tema 5 - Moeda e inflação
  • Tema 6 - Rendimentos e distribuição dos rendimentos
  • Tema 7 - Utilização dos rendimentos
  • Tema 8 - Os agentes económicos e o circuito económico
  • Tema 9 - A Contabilidade Nacional
  • Tema 10 - Relações económicas com o Resto do Mundo
  • Tema 11 - A intervenção do Estado na economia
  • Tema 12 - A economia portuguesa no contexto da União Europeia
 
Olá e obrigada. Por exemplo tenho dúvidas neste exercício do leque salarial
Primeiro fazes o leque salarial 2016 :
Salário máximo/salario mínimo
10000/500=20

decobres o salário maximo e mínimo de 2017:
10000 x1.2= 12000euros
500x1.6=800euros

descobres o leque salarial de 2017
12000/800= 15

fazes a taxa de variação com os respetivos leques salariais e dar-te-á 25%.

Espero ter ajudado.
 
Primeiro fazes o leque salarial 2016 :
Salário máximo/salario mínimo
10000/500=20

decobres o salário maximo e mínimo de 2017:
10000 x1.2= 12000euros
500x1.6=800euros

descobres o leque salarial de 2017
12000/800= 15

fazes a taxa de variação com os respetivos leques salariais e dar-te-á 25%.

Espero ter ajudado.
sim percebi obrigada pela ajuda, podes me dar o teu n para falarmos por wpp que é mais fácil de mandar fotos e assim ? se não te importares claro
 
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Olá, poderias ajudar me também em exercícios relacionados com o IPC, este tipo de exercício nunca os consegui resolver e no ano passado saiu um que ficou em branco.
Ver anexo 23144
Exercício Exame 2013- 2ª F.

Ver anexo 23145
Exercício Exame 2021- 1ª F.
Olá. Quanto ao exercício 6 poderás fazer da seguinte forma:
o exercício pede uma taxa de variação cuja formula é: (valor de um ano - valor do ano anterior/ valor do ano anterior) x 100

ou seja .... primeiro fazes para 2011:
taxa de variação do IPC= (IPC2011-IPC2010/IPC2010) X 100
Tv=(120-105/105)x100=14,3% (este valor não corresponde a nenhuma das opções)

agora farás para 2012:
Tv=(132-120/120) x100=10 % opção D


Quanto ao exercício seguinte poderás seguir o mesmo raciocínio ou fazendo desta forma mais simples=
queres saber o valor do IPC em 2013 e sabes que o ano base é 2011 ou seja o IPC em 2011 foi 100. Sabes que que aumentou 2.77 em 2012 e 0.27 em 2013 por isso fazes:

IPC 2012= 100(IPC 2011) X (2.77/100 +1)= 100 X 1.0277= 102.77
IPC 2013= 102.77 X 1. 0027=103.05 Opção A.

Espero ter ajudado.
 
Olá. Quanto ao exercício 6 poderás fazer da seguinte forma:
o exercício pede uma taxa de variação cuja formula é: (valor de um ano - valor do ano anterior/ valor do ano anterior) x 100

ou seja .... primeiro fazes para 2011:
taxa de variação do IPC= (IPC2011-IPC2010/IPC2010) X 100
Tv=(120-105/105)x100=14,3% (este valor não corresponde a nenhuma das opções)

agora farás para 2012:
Tv=(132-120/120) x100=10 % opção D


Quanto ao exercício seguinte poderás seguir o mesmo raciocínio ou fazendo desta forma mais simples=
queres saber o valor do IPC em 2013 e sabes que o ano base é 2011 ou seja o IPC em 2011 foi 100. Sabes que que aumentou 2.77 em 2012 e 0.27 em 2013 por isso fazes:

IPC 2012= 100(IPC 2011) X (2.77/100 +1)= 100 X 1.0277= 102.77
IPC 2013= 102.77 X 1. 0027=103.05 Opção A.

Espero ter ajudado.
Muito obrigada pela a ajuda!! Fiquei a perceber perfeitamente esta parte.
 
Olá. Quanto ao exercício 6 poderás fazer da seguinte forma:
o exercício pede uma taxa de variação cuja formula é: (valor de um ano - valor do ano anterior/ valor do ano anterior) x 100

ou seja .... primeiro fazes para 2011:
taxa de variação do IPC= (IPC2011-IPC2010/IPC2010) X 100
Tv=(120-105/105)x100=14,3% (este valor não corresponde a nenhuma das opções)

agora farás para 2012:
Tv=(132-120/120) x100=10 % opção D


Quanto ao exercício seguinte poderás seguir o mesmo raciocínio ou fazendo desta forma mais simples=
queres saber o valor do IPC em 2013 e sabes que o ano base é 2011 ou seja o IPC em 2011 foi 100. Sabes que que aumentou 2.77 em 2012 e 0.27 em 2013 por isso fazes:

IPC 2012= 100(IPC 2011) X (2.77/100 +1)= 100 X 1.0277= 102.77
IPC 2013= 102.77 X 1. 0027=103.05 Opção A.

Espero ter ajudado.
Olá, não tenho a disciplina há um ano e vou repetir o exame agora. Será que podias ajudar-me com estes 2 exercícios (o primeiro é da 1ª fase do exame de 2019 e o segundo é da Época especial do exame de 2020)
 

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Olá, não tenho a disciplina há um ano e vou repetir o exame agora. Será que podias ajudar-me com estes 2 exercícios (o primeiro é da 1ª fase do exame de 2019 e o segundo é da Época especial do exame de 2020)
Olá, antes de tudo é importante perceber em que consiste o custo de oportunidade. O custo de oportunidade é o custo da decisão suportado por um agente económico quando efetua uma escolha. Para ser mais fácil de perceber um exemplo prático: tens 2 opções ir ao cinema ou estudar, escolhes ir ao cinema, neste caso o teu custo de oportunidade foi estudar porque foi aquilo que tiveste de abdicar para obter a ida ao cinema, o custo da decisão que tomaste.

Sendo assim no primeiro exercício, analisando todas as opções, é possível perceber que existe um custo de oportunidade por parte da empresa quando ela decide subir de 9000 para 10000 unidades produzidas do bem Y suportando um custo de oportunidade de 1000 unidade produzidas do bem X. Opção C.

Quanto ao segundo exercício o método de pensar é o mesmo. Analisando todas as opções, quando a quantidade produzida do bem W sobe de 10 para 20 o custo de oportunidade da empresa E foi de 10 unidades do bem Z e na empresa F foi de 20 unidades do bem Z, como 10<20, o custo de oportunidade suportado pela empresa F é superior ao custo de oportunidade suportado pela empresa E. Opção correta é a A.

Espero ter ajudado.
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Se não fosse incomodo, poderias ajudar me novamente num exercício? Já o tentei fazer de várias maneiras, mas até agora não consegui chegar ao resultado.
Ver anexo 23156
Exercício Exame 2019- 2ª F.
Olá, quanto ao exercício podes resolve-lo da seguinte maneira:
Sabes que saldo da balança de bens foi de 10 milhões e teve um peso de 1% no PIB, sendo assim, fazendo uma regra 3 simples é possível saber o valor do PIB, (10X100) /1 = 1000, este foi o valor do PIB.
Como as Exportações de bens estão representadas em percentagem do PIB na tabela, através do Valor do PIB consegue-se descobrir o valor, em unidades, das Exportações de bens, sendo assim 1000X0,05=50 milhões.
A fórmula utilizada para calcular o Saldo da balança de bens é Saldo = Exportações de bens - Importações de bens, substituindo pelos valores que sabemos 10=50-Importações de bens, resolvendo a equação chegasse a que Importações de bens=40 milhões de euros.
Opção A.

Espero ter ajudado.
 
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Atendendo ao tempo que demora uma resposta, é mais indicado colocares logo a pergunta para alguém ver, em vez de pedires ajuda, aguardares resposta, e depois quem responde ter de aguardar a pergunta, et cetera.
Coloca as tuas ques
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Eu preciso de ajuda nestes dois exercícios
 

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Eu preciso de ajuda nestes dois exercícios
Quanto ao 13.1, tens o seguinte:
Como podes observar através da fórmula do RDP, aumentos de impostos, aumentos de contribuições à SS e redução dos rendimentos do capital nunca aumentariam o RDP. Por exclusão de partes, é a resposta D. Observemos ainda que uma redução das remessas dos imigrantes corresponde a menos dinheiro a sair do país, ou seja, uma melhoria do saldo de transferências externas, que afecta positivamente o RDP, confirmando que é a resposta D.

Quanto ao 13.2:
Uma variação de 0.3% do IPC significa ("por alto") que os preços subiram 0.3%, ou seja, com a mesma quantidade de moeda (que é o caso, porque estamos a considerar tudo o resto constante), consegues comprar menos bens. O valor real da moeda, portanto, desceu, mas desceu menos que o rendimento subiu, logo, houve uma subida do poder de compra. Resposta A.

Quanto ao 3:
Está tudo aí no texto.
Tinhas de falar do seguinte, segundo os critérios:
Para justificar o aumento da pobreza:
  • Se há uma redução dos rendimentos, sem dúvida há uma aproximação da pobreza, especialmente das famílias que já estavam mais perto (aquelas com menos rendimentos).
  • Se há uma redução das transferências sociais, há um maior risco de pobreza para as famílias que destas dependem.
  • E se há mais desemprego, então, naturalmente, a família que tenha um elemento a passar a estar desempregado perde o rendimento correspondente ao salário que deixou de ganhar, contribuindo, sem dúvida, para um maior risco de pobreza.
Para justificar o aumento das desigualdades:
  • Como o rendimento das famílias com menor rendimento sofreu uma queda de 25%, comparado a 13% e 11% para as restantes, é natural que as desigualdades se tenham agravado
  • Se há uma redução mais forte numa componente que afecta mais fortemente um grupo, nomeadamente as transferências sociais para as famílias com menor rendimento, este grupo será mais fortemente afectado e agravar-se-ão as desigualdades.

Penso que só terias de apresentar uma destas justificações para cada um.
 
Quanto ao 13.1, tens o seguinte:
Como podes observar através da fórmula do RDP, aumentos de impostos, aumentos de contribuições à SS e redução dos rendimentos do capital nunca aumentariam o RDP. Por exclusão de partes, é a resposta D. Observemos ainda que uma redução das remessas dos imigrantes corresponde a menos dinheiro a sair do país, ou seja, uma melhoria do saldo de transferências externas, que afecta positivamente o RDP, confirmando que é a resposta D.

Quanto ao 13.2:
Uma variação de 0.3% do IPC significa ("por alto") que os preços subiram 0.3%, ou seja, com a mesma quantidade de moeda (que é o caso, porque estamos a considerar tudo o resto constante), consegues comprar menos bens. O valor real da moeda, portanto, desceu, mas desceu menos que o rendimento subiu, logo, houve uma subida do poder de compra. Resposta A.

Quanto ao 3:
Está tudo aí no texto.
Tinhas de falar do seguinte, segundo os critérios:
Para justificar o aumento da pobreza:
  • Se há uma redução dos rendimentos, sem dúvida há uma aproximação da pobreza, especialmente das famílias que já estavam mais perto (aquelas com menos rendimentos).
  • Se há uma redução das transferências sociais, há um maior risco de pobreza para as famílias que destas dependem.
  • E se há mais desemprego, então, naturalmente, a família que tenha um elemento a passar a estar desempregado perde o rendimento correspondente ao salário que deixou de ganhar, contribuindo, sem dúvida, para um maior risco de pobreza.
Para justificar o aumento das desigualdades:
  • Como o rendimento das famílias com menor rendimento sofreu uma queda de 25%, comparado a 13% e 11% para as restantes, é natural que as desigualdades se tenham agravado
  • Se há uma redução mais forte numa componente que afecta mais fortemente um grupo, nomeadamente as transferências sociais para as famílias com menor rendimento, este grupo será mais fortemente afectado e agravar-se-ão as desigualdades.

Penso que só terias de apresentar uma destas justificações para cada um.
Obrigada
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Quem pode ajudar nestes?
 

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Obrigada
Quem pode ajudar nestes?
Quanto ao 10, não tenho a certeza acerca do meu raciocínio e não te quero induzir em erro, mas penso que seja o seguinte:
Em 2017, a Grécia afastou-se da média da UE (ou seja, divergiu). A é falsa.
Em 2019 (de 2018) e em 2020 (de 2019), a Bulgária aproximou-se da média da UE (ou seja, convergiu). É a B.
Em 2020, Malta afastou-se da média da UE. C é falsa
Em 2019 (de 2018), Portugal afastou-se da média da UE. D é falsa.

Quanto ao 11:
Rendimento = Consumo + Poupança
Portanto:
I. 100-6.7=93.3; 0.933*147100=137244.3 (consumo em 2018); (consumo em 2019) 137244.3*1.036=142185.0948≠136655.9 - é falso
II. 100-7.1 = 92.9 - é verdadeiro
III. Tens uma taxa de variação positiva, logo é verdadeiro.
IV. 142185.0948*0.95=135075.84006 (consumo em 2020); 100-12.6 = 87.4; 135075.84006/0.874=154549.0160869565 (RDP em 2020); 154549.0160869565*0.126=19473.1760269565 (poupança em 2020); 142185.0948/0.929=153051.7705059203 (RDP em 2019); 153051.7705059203*0.071=10866.6757059203 (poupança em 2019); (19473.1760269565-10866.6757059203)/10866.6757059203*100 = 79.2008573178% (taxa de variação da poupança de 2019 para 2020), que é manifestamente superior a -5% - é falso
V. 154549.0160869565 é superior a 153051.7705059203 - é verdadeiro

Naturalmente, no exame não preservarias tantas casas decimais, terias de arredondar, se não dava-te muito trabalho - mas no computador é só copiar e colar portanto usei valores exactos.
 
Última edição:
Alguém pode ajudar a resolver?
Quanto ao 12:
Podes excluir logo a C e a D, um aumento do défice não causa uma redução do défice por PIB (podem acontecer em simultâneo, mas um não causa o outro). Quanto à B, se o PIB e o défice evoluírem na mesma proporção, o défice em percentagem do PIB manter-se-ia igual.
Por exclusão de partes, é a A, e faz sentido: o défice tem de subir mais (percentualmente) que o PIB para representar uma maior percentagem deste.
Quanto ao 14:
A é falsa porque não aumentou em nenhuma das classes a considerar. Se não aumentou, não aumentou mais nem aumentou menos.
B é falsa. Nem na Letónia nem em Malta diminuiu, ambas têm variação positiva.
C é falsa. Embora tenha aumentado na Lituânia (taxa de variação positiva), não aumentou na Finlândia (taxa de variação negativa).
D é verdadeira. Ambos estes países tiveram taxas de variação negativas, logo o poder de compra ("remuneração real") diminuiu.