Exame Nacional de Português 639 2020

Valentina Guedes

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8 Março 2017
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Comunicação e Media
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Maldita a hora fui ver a correção, incrível como num dia uma pessoa pode estar feliz e depois se esmorece desta maneira.
Eu na composição falei sobre o conformismo, as pegadas são como que um caminho para a liberdade. As pessoas querem as coisas mas deixam-se levar pelas rotinas. Tendo medos e anseios.
 
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davis

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Alguém sabequando é que saiem os resultados 😬?
3 de agosto.
 

JMPL

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8 Novembro 2019
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Ufff, ainda bem que as correções aqui apresentadas não estavam muito bem.... Quando vi os critérios fiquei bastante contente. Pelo menos certos tenho 81 sem a composição, e as 3 respostas de desenvolvimento e mais escrita. Os 81 são das escolhas múltiplas e esses estão cá. Agora espero que me classifiquem para a positiva. YYYYeesss
 

CFab

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o que é que é uma justificação adequada? é que eu escrevi mesmo uma composiçao sobre esses topicos e usei o cartoon para ilustrar, acho que nao fiz propriamente uma apreciaçao do cartoon....
Imagina, por exemplo, relacionares os refugiados e o seu desejo de liberdade e busca de uma vida melhor com as grades que aprisionam a pessoa da figura. No fundo, explicar a tua visão e defendê-la. Mas não sei, posso estar incorreto e não quero induzir em erro
 
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GMendes

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Estou a entrar em pânico total!!!😂 Tenho neste momento 7,9 valores certos, restando-me 10,9 para conseguir retirar mais 1,6 e atingir no minimo um 9,5 para poder utilizar o exame como prova de ingresso! No entanto tenho o pressentimento que o mesmo não vai acontecer pois tive a verificar os critérios e estão diferentes do que foram as minhas respostas! Para não falar dos descontos de erros ortográficos (que temo que ainda sejam alguns) e da minha parte C, que foi mais texto de opinião do que uma apreciação critica em si!
 
Última edição:

Mafalda_

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Estou a entrar em pânico total!!!😂 Tenho neste momento 7,9 valores certos, restando-me 10,9 para conseguir retirar mais 1,6 e atingir no minimo um 9,5 para poder utilizar o exame como prova de ingresso! No entanto tenho o pressentimento que o mesmo não vai acontecer pois tive a verificar os critérios e estão diferentes do que foram as minhas respostas! Para não falar dos descontos de erros ortográficos (que temo que ainda sejam alguns) e da minha parte C, que foi mais texto de opinião do que uma apreciação critica em si!
É sempre complicado tentarmos prever a nota do exame de português, por ser tão subjetivo. Não te esqueças que nos critérios diz sempre que outros tópicos relevantes também são aceites e, claro, também depende do corretor que corrigir o teu exame.
 
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Ariana_

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Antes de mais, desculpa citar a tua mensagem, mas vi este artigo a ser partilhado, seja aqui, seja noutras redes sociais. Senti necessidade de vos escrever uma pequena mensagem ☺

Bom Senso e Bom Gosto (uma óbvia referência) – Sobre o Exame Nacional de Português

No passado dia 6 de Julho, foram vários os alunos que saíram das suas casas para realizar a prova 639 – Português. Por mais discutível que um exame possa ser, seja pelo formato, seja pela pedagogia que está associada a este modelo, parece-me que todos os anos surge algum artigo a criticar a dita prova, provavelmente no rescaldo do momento e com pouca avaliação criteriosa sobre o assunto. A avaliação do mesmo está logo toldada pelo facto da autora ter feito o mesmo exame e de não ter saído do mesmo satisfeita.

Parece-me claro que quanto mais próximos estamos da dita prova, no caso de correr mal, mais próximos estamos de reclamar sobre ela. Que não me levem a mal – não sou contra a liberdade de expressão, mas peço-vos que me poupem a avaliações feitas poucas horas depois de sair de um exame. Não preciso falar-vos na minha idade, no curso que frequento ou coisa que o valha – não sou nem quero ser uma autoridade a falar-vos. Como muito bem diz a autora, quero ser sucinta e falar de bom senso.

  • Será bom senso começar por dizer que o exame sempre lhe pareceu “despropositado”, pelo simples facto de gostar mais de uns autores do que de outros? É bom senso que o programa seja uma selecção do que gostamos e do que nos fascina e o que não gostarmos é simplesmente retirado? Não queria ser eu a estragar-vos a festa, mas se acham que vão gostar de tudo o que estudam, mesmo que sejam coisas do vosso gosto pessoal – más notícias…. Avaliar o programa de uma disciplina pelo nosso gosto pessoal é dúbio.
  • Será bom senso questionar os excertos colocados, quando nunca existiu uma obrigatoriedade em colocar textos integralmente conhecidos pelos alunos? O que dirão os pobres que fizeram o exame com um poema que provavelmente nunca leram da Sophia de Mello Breyner…?
  • No seguimento disto, qual é o propósito de questionar os excertos, sendo que eram de duas obras opcionais, ou seja, os alunos que foram a exame terão dado e conhecido uma das obras? A verdade é que não tinham de conhecer as duas, o exame não era sobre as duas obras do Eça de Queirós – era sobre dois excertos colocados para os alunos interpretarem de acordo com temáticas que deram nas aulas de Português e que são transversais ao autor.
  • Será bom senso questionar a opção de formato do Grupo III diferente do habitual? Em momento algum na matriz de exame há qualquer referência sobre a tipologia de texto. Nas Aprendizagens Essenciais, que orientam actualmente a concepção destas provas, são vários os tipos de texto que um aluno, ao terminar a disciplina, deverá conseguir conceber. Isto inclui, claro, a apreciação crítica. O enunciado explicava o que pretendia com esta mesma apreciação. Dava orientações sobre o que o texto deveria incluir. Cabe ao aluno interpretar essas orientações e formular o texto, que consistiu na análise de um cartoon (exercício que se encontra em diversos manuais de Português, curiosamente). Portanto, será bom senso criticar uma prova desconhecendo o programa da disciplina?
  • Um pequeno aparte: o texto de opinião não é o único tipo de texto que vos será útil produzir nas vossas licenciaturas nas áreas da comunicação, artes, literatura, humanidades ou ciências sociais. Por coincidência, até estudo numa dessas áreas e confirmo também com experiência de colegas de outros cursos que a recensão crítica de uma obra é um trabalho algo comum. Portanto, a apreciação crítica é um exercício perfeitamente plausível e é tão legítimo como qualquer outro.
  • Será bom senso questionar a legitimidade de um conjunto de perguntas apenas pelo facto de serem diferentes do que a autora esperava? Em 2018, os alunos também não esperavam uma parte C, por exemplo (aliás, nesse ano, nem foram facultadas orientações sobre o número de questões ou as cotações, sendo uma completa incógnita). O exame não tem de corresponder ao que as pessoas pensam que vai sair. Isso tem tudo para correr mal e ficarem revoltados, fazendo uma análise pouco correcta do mesmo. Os alunos estiveram a aprender Português durante três anos, ficando com capacidades de interpretação, escrita, etc. etc. suficientes para conseguirem resolver uma prova que avalia esses mesmos conhecimentos ou os alunos estiveram três anos a aprender um exame de Português?
  • Por último, será bom senso fazer um artigo como guerreiros da saúde mental dos jovens, quando o exame nada pode fazer quanto a isso? Como disse acima, o exame nunca teve de ser o que as pessoas acham que vai aparecer lá. Aliás, muitos alunos não ficaram assim tão surpreendidos, apesar do formato diferente. Saíram perguntas na parte A (que costumavam ser dedicadas ao 12º ano) sobre duas obras de um autor que todos deram e o objectivo era a interpretação e relação desses mesmos excertos. Não das obras integrais, mas dos excertos e das temáticas faladas, que não eram da ignorância dos estudantes. Na parte B saiu Ricardo Reis – heteronímia pessoana, bastante comum nos exames e nada surpreendente.
Basta que o exame mude de formato numa ou noutra questão e a revolta instala-se, como se o objectivo da disciplina fosse a preparação de um arquétipo de exame. Se assim o entendem, então o sistema está claramente a falhar no seu propósito. E que não me interpretem mal nesta avaliação, mas pensemos razoavelmente quando queremos rotular uma prova de “despropositada” ou desadequada. Todos entendemos a surpresa com que possam ter recebido esta prova. Todos entendemos o stress, a ansiedade, a mágoa com que possamos ficar quando as coisas não correm como pretendíamos. No entanto, jamais deixemos toldar os nossos juízos pela sombra da falta de reflexão, da reflexão que nos sai no momento e parece-nos absolutamente razoável, porque estamos angustiados e procuramos identificação. Se queremos avaliar a legitimidade de um exame, façamo-lo com calma e introspecção ou com bom senso e bom gosto, como defenderia um certo senhor da Geração de 70. Acima de tudo, lembrem-se que os resultados não vos definem enquanto pessoas e terão tantas oportunidades quanto conseguirem criar. Boa sorte a todos! 🤗
 
D

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Guest
Os alunos estiveram a aprender Português durante três anos, ficando com capacidades de interpretação, escrita, etc. etc. suficientes para conseguirem resolver uma prova que avalia esses mesmos conhecimentos ou os alunos estiveram três anos a aprender um exame de Português?
Infelizmente muitos professores preparam-nos de forma a que estudemos exames e não a matéria do programa. E depois soltam-se artigos como esse que claramente não sabem o programa 🤷‍♀️ Não culpo propriamente os alunos do secundário porque também fui formatada assim, mas vindo de uma pessoa mais velha é muito estranho ainda pensar assim. Provavelmente alguma frustração do momento.
 

Ariana_

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Infelizmente muitos professores preparam-nos de forma a que estudemos exames e não a matéria do programa. E depois soltam-se artigos como esse que claramente não sabem o programa 🤷‍♀️ Não culpo propriamente os alunos do secundário porque também fui formatada assim, mas vindo de uma pessoa mais velha é muito estranho ainda pensar assim. Provavelmente alguma frustração do momento.
Claro, isto evidencia não uma falha dos alunos, que não são eles que tratam do que é ou não ensinado. Há a falha do sistema em deixar que se perpetue uma ideia de exames-modelo que as pessoas passam anos a treinar, negligenciando o que era mais importante para todos os alunos. Isto não justifica que essas pessoas não tentem fazer uma avaliação menos rescaldada do exame e em identificarem qual é o verdadeiro alvo a criticar...
 

voidlessmind

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Antes de mais, desculpa citar a tua mensagem, mas vi este artigo a ser partilhado, seja aqui, seja noutras redes sociais. Senti necessidade de vos escrever uma pequena mensagem ☺

Bom Senso e Bom Gosto (uma óbvia referência) – Sobre o Exame Nacional de Português

No passado dia 6 de Julho, foram vários os alunos que saíram das suas casas para realizar a prova 639 – Português. Por mais discutível que um exame possa ser, seja pelo formato, seja pela pedagogia que está associada a este modelo, parece-me que todos os anos surge algum artigo a criticar a dita prova, provavelmente no rescaldo do momento e com pouca avaliação criteriosa sobre o assunto. A avaliação do mesmo está logo toldada pelo facto da autora ter feito o mesmo exame e de não ter saído do mesmo satisfeita.

Parece-me claro que quanto mais próximos estamos da dita prova, no caso de correr mal, mais próximos estamos de reclamar sobre ela. Que não me levem a mal – não sou contra a liberdade de expressão, mas peço-vos que me poupem a avaliações feitas poucas horas depois de sair de um exame. Não preciso falar-vos na minha idade, no curso que frequento ou coisa que o valha – não sou nem quero ser uma autoridade a falar-vos. Como muito bem diz a autora, quero ser sucinta e falar de bom senso.

  • Será bom senso começar por dizer que o exame sempre lhe pareceu “despropositado”, pelo simples facto de gostar mais de uns autores do que de outros? É bom senso que o programa seja uma selecção do que gostamos e do que nos fascina e o que não gostarmos é simplesmente retirado? Não queria ser eu a estragar-vos a festa, mas se acham que vão gostar de tudo o que estudam, mesmo que sejam coisas do vosso gosto pessoal – más notícias…. Avaliar o programa de uma disciplina pelo nosso gosto pessoal é dúbio.
  • Será bom senso questionar os excertos colocados, quando nunca existiu uma obrigatoriedade em colocar textos integralmente conhecidos pelos alunos? O que dirão os pobres que fizeram o exame com um poema que provavelmente nunca leram da Sophia de Mello Breyner…?
  • No seguimento disto, qual é o propósito de questionar os excertos, sendo que eram de duas obras opcionais, ou seja, os alunos que foram a exame terão dado e conhecido uma das obras? A verdade é que não tinham de conhecer as duas, o exame não era sobre as duas obras do Eça de Queirós – era sobre dois excertos colocados para os alunos interpretarem de acordo com temáticas que deram nas aulas de Português e que são transversais ao autor.
  • Será bom senso questionar a opção de formato do Grupo III diferente do habitual? Em momento algum na matriz de exame há qualquer referência sobre a tipologia de texto. Nas Aprendizagens Essenciais, que orientam actualmente a concepção destas provas, são vários os tipos de texto que um aluno, ao terminar a disciplina, deverá conseguir conceber. Isto inclui, claro, a apreciação crítica. O enunciado explicava o que pretendia com esta mesma apreciação. Dava orientações sobre o que o texto deveria incluir. Cabe ao aluno interpretar essas orientações e formular o texto, que consistiu na análise de um cartoon (exercício que se encontra em diversos manuais de Português, curiosamente). Portanto, será bom senso criticar uma prova desconhecendo o programa da disciplina?
  • Um pequeno aparte: o texto de opinião não é o único tipo de texto que vos será útil produzir nas vossas licenciaturas nas áreas da comunicação, artes, literatura, humanidades ou ciências sociais. Por coincidência, até estudo numa dessas áreas e confirmo também com experiência de colegas de outros cursos que a recensão crítica de uma obra é um trabalho algo comum. Portanto, a apreciação crítica é um exercício perfeitamente plausível e é tão legítimo como qualquer outro.
  • Será bom senso questionar a legitimidade de um conjunto de perguntas apenas pelo facto de serem diferentes do que a autora esperava? Em 2018, os alunos também não esperavam uma parte C, por exemplo (aliás, nesse ano, nem foram facultadas orientações sobre o número de questões ou as cotações, sendo uma completa incógnita). O exame não tem de corresponder ao que as pessoas pensam que vai sair. Isso tem tudo para correr mal e ficarem revoltados, fazendo uma análise pouco correcta do mesmo. Os alunos estiveram a aprender Português durante três anos, ficando com capacidades de interpretação, escrita, etc. etc. suficientes para conseguirem resolver uma prova que avalia esses mesmos conhecimentos ou os alunos estiveram três anos a aprender um exame de Português?
  • Por último, será bom senso fazer um artigo como guerreiros da saúde mental dos jovens, quando o exame nada pode fazer quanto a isso? Como disse acima, o exame nunca teve de ser o que as pessoas acham que vai aparecer lá. Aliás, muitos alunos não ficaram assim tão surpreendidos, apesar do formato diferente. Saíram perguntas na parte A (que costumavam ser dedicadas ao 12º ano) sobre duas obras de um autor que todos deram e o objectivo era a interpretação e relação desses mesmos excertos. Não das obras integrais, mas dos excertos e das temáticas faladas, que não eram da ignorância dos estudantes. Na parte B saiu Ricardo Reis – heteronímia pessoana, bastante comum nos exames e nada surpreendente.
Basta que o exame mude de formato numa ou noutra questão e a revolta instala-se, como se o objectivo da disciplina fosse a preparação de um arquétipo de exame. Se assim o entendem, então o sistema está claramente a falhar no seu propósito. E que não me interpretem mal nesta avaliação, mas pensemos razoavelmente quando queremos rotular uma prova de “despropositada” ou desadequada. Todos entendemos a surpresa com que possam ter recebido esta prova. Todos entendemos o stress, a ansiedade, a mágoa com que possamos ficar quando as coisas não correm como pretendíamos. No entanto, jamais deixemos toldar os nossos juízos pela sombra da falta de reflexão, da reflexão que nos sai no momento e parece-nos absolutamente razoável, porque estamos angustiados e procuramos identificação. Se queremos avaliar a legitimidade de um exame, façamo-lo com calma e introspecção ou com bom senso e bom gosto, como defenderia um certo senhor da Geração de 70. Acima de tudo, lembrem-se que os resultados não vos definem enquanto pessoas e terão tantas oportunidades quanto conseguirem criar. Boa sorte a todos! 🤗

👏 Eu fiz o exame e literalmente torturei o meu cérebro com estudo ao ponto de ter crises de choro. Não vou mentir, óbvio que uma ou duas coisas no exame foram supreendentes em comparação aos outros exames, mas pelo que eu sei, o IAVE nunca garantiu que a estrutura ia sempre ser a mesma. Há sempre uma incerteza ao que pode acontecer e das alterações que podem ocorrer na prova. Compreendo a frustração, a sério que compreendo. Quanto ao que vi mais queixarem-se online (Ter aparecido as duas obras no primeiro grupo) é assim, eles não pediram NADA que estivesse fora dos excertos. Não era preciso ter dado Os Maias ou A Ilustre Casa de Ramires para entender o que eles queriam. O que deve ser críticado não é a prova, mas sim a maneira como nos martelam a cabeça com ansiedade sobre os exames. Ao longo de três anos todas as semanas havia algum professor que usava o exame como uma desculpa para algo ou para dizer "ah mas quando forem fazer os exames...". Entendo que não seja com o intuito de causar-nos problemas mas é o que acaba por fazer.
 

Ariana_

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Instituição
FLUL
O que deve ser críticado não é a prova, mas sim a maneira como nos martelam a cabeça com ansiedade sobre os exames. Ao longo de três anos todas as semanas havia algum professor que usava o exame como uma desculpa para algo ou para dizer "ah mas quando forem fazer os exames...". Entendo que não seja com o intuito de causar-nos problemas mas é o que acaba por fazer.
Isto é uma falha do sistema de ensino, que infelizmente tem andado formatado para que muitas pessoas (professores e, consequentemente, os próprios alunos) perpetuem uma mentalidade muito negativa em torno dos exames nacionais. Há uma aura muito solene, muito pesada e muito stressante em torno de um conjunto de provas que deveriam estar perfeitamente ao alcance dos alunos.
 
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