Medicina

Muito obrigada pela resposta! Mas habitualmente que médias normalizadas de curso permitem fazer o ano comum no Porto? E quais os melhores hospitais para fazer o ano comum?

Mas que isto não te tire o sono xD o ano comum é o menor das preocupações, é só um ano e dá para todos.
(sem bem que tranquilo este ano... -.-)
 

Mas que isto não te tire o sono xD o ano comum é o menor das preocupações, é só um ano e dá para todos.
(sem bem que tranquilo este ano... -.-)
Muito obrigada pela tua opinião! Estou atualmente no 5 ano de medicina e estudo em Lisboa, mas sou natural de Amarante. Como viver em Lisboa acarreta muitas despesas e outros inconvenientes gostava de conseguir colocação no Norte após terminar o curso, daí a minha preocupação 😊.
 
Muito obrigada pela tua opinião! Estou atualmente no 5 ano de medicina e estudo em Lisboa, mas sou natural de Amarante. Como viver em Lisboa acarreta muitas despesas e outros inconvenientes gostava de conseguir colocação no Norte após terminar o curso, daí a minha preocupação 😊.

eu percebo e "fiz o mesmo"... este ano em casa está a permitir-me ter um conforto financeiro relativo. 1100€ em lisboa ou na terrinha é dinheiro muito diferente.
vê as médias do excel e compara então... o último ano foi anormal e reduziram muito as vagas em lisboa, para o ano podem-se lembrar de inventar outra qualquer. qq coisa avisa.
 
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por acaso ninguém tem um Katzung versão pt para venda? 😅😅
 
por acaso ninguém tem um Katzung versão pt para venda? 😅😅
Já a pensar em farmaco? O katzung está na vossa drive em inglês e as tabelas importantes estão nos ppts isto se estás efetivamente a pensar em farmaco e se estás digo-te já que não é com o livro que se tem boas notas... 😕
 
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Muito obrigada pela resposta! Mas habitualmente que médias normalizadas de curso permitem fazer o ano comum no Porto? E quais os melhores hospitais para fazer o ano comum?
Repara que Porto - e Grande Porto - implica inúmeros hospitais. Uns têm claramente médias mais acessíveis do que outros... mas diria que, à exceção de quem tem médias mesmo muito baixas para a sua faculdade, quase todos ficam nas suas primeiras opções. As escolhas de cada pessoa para o ano comum variam mesmo de pessoa para pessoa, e quase todos se encaixam bem.
Na escolha da especialidade+local para ela é que cada vez é mais difícil os astros alinharem-se para muita gente 😒

Há uns powerpoints sobre vários hospitais a correr por aí, mas tem atenção que: há mesmo coisas que mudam de ano para ano (por exemplo, hospitais que não pediam aos IFGs para fazer noites/fds passarem a pedir); com o covid19, muitos anos comuns ficaram com caraterísticas bem diferentes, e não sabemos bem o que voltará atrás no fim disto tudo e o que não voltará.
 
Boa noite! Não sei se é este o sítio indicado mas gostaria de esclarecer algumas questões acerca de uma das supostas saídas profissionais de medicina, investigação médica, uma vez que não encontro muita informação a respeito.
-Após terminar os 6 anos do mestrado de medicina é possível enveredar logo pela área de investigação ou é necessário primeiro tirar alguma especialidade ou doutoramento em investigação?
-Investigação em medicina funciona como nas outras áreas das ciências por bolsas ou é possível maior estabilidade? Ou estas apenas é conseguida em part-time com a parte clinica ou leccionamento de aulas?
-Sentem que a medicina dá boas bases para seguir investigação ou é preferível outros cursos de licenciatura e depois mestrado?
- É fácil seguir para a investigação ou a maior parte dos alunos segue para a parte clínica como é a parte mais focada do curso?
- Por último, diriam que medicina é uma boa opção para quem ainda não tenha muitas certezas acerca do que quer fazer no futuro como dá alguma liberdade de escolhas?
Desculpem todas as perguntas mas é que estou um pouco perdida ahahaha.
 
Olá @AnaCarvalho0245 !!

Vou tentar responder às tuas questões! Eu vou para o 3° ano e não estou pessoalmente ligada à parte da investigação (ou seja, projetos em que os estudantes se podem envolver durante o curso - conheço, sim, quem esteja e vou basear um pouco das minhas respostas por aí), por isso, não tenho a experiência do curso até ao final para te poder dar respostas super completas.
-Após terminar os 6 anos do mestrado de medicina é possível enveredar logo pela área de investigação ou é necessário primeiro tirar alguma especialidade ou doutoramento em investigação?
Logo como estudante de medicina, podes te inscrever em estágios de investigação, na FML existe o GAPIC, por exemplo, e começar a crescer nessa área desde cedo. Temos vários professores (uns são médicos, outros não), que investigam no IMM, e que orientam muitos destes alunos nos vários projetos. Portanto, não me parece que seja necessário seguir esse caminho de especialidade ou doutoramento para se poder começar a ter algum contacto com a investigação. Pode ajudar, sim, a afunilar a área que se estuda/investiga e a obter conhecimentos mais específicos.

Tenho amigos que concluíram uma licenciatura na área da saúde (ciências biomédicas e ciências da saúde, por exemplo) e já integram equipas de investigação na universidade, ao mesmo tempo que fazem o mestrado. Mesmo ao longo do curso, foram fazendo estágios, voluntariando-se junto dos professores - isso também permite facilitar os contactos e as oportunidades pós-curso.
-Investigação em medicina funciona como nas outras áreas das ciências por bolsas ou é possível maior estabilidade? Ou estas apenas é conseguida em part-time com a parte clinica ou leccionamento de aulas?
Daquilo que já ouvi, é muito à base de bolsas...
Varia de pessoa para pessoa. Tenho ideia que um dos professores que já tive é médico, mas não exerce a parte clínica, só a parte de investigação. E outros conciliam tudo. Até mesmo a parte clínica, com investigação e aulas.
-Sentem que a medicina dá boas bases para seguir investigação ou é preferível outros cursos de licenciatura e depois mestrado?
Lá está, ainda não fiz o curso todo, mas parece-me que, se o foco for maioriamente a investigação, acho mais proveitoso uma licenciatura + mestrado na área da saúde. Medicina dá algumas bases úteis para o contexto da investigação, mas não é quase nada em comparação com a parte clínica, doentes, doenças, etc, e mais ainda, tendo em conta a duração do curso. Vale a pena, sim, se a pessoa gostar da parte clínica também. Nada invalida que uma pessoa queira seguir medicina, mesmo que seja só inicialmente com o propósito da investigação, os gostos até podem mudar com a experiência e o passar dos anos a estudar, we never know, mas diria que serão muitos anos a estudar coisas que talvez não sejam o interesse principal. Claro que noutra licenciatura abordam as bases do corpo humano e doenças, mas de uma forma mais geral e acabam por investir mais tempo em técnicas de laboratório e conhecimentos mais específicos para alguém que vai fazer investigação.
- É fácil seguir para a investigação ou a maior parte dos alunos segue para a parte clínica como é a parte mais focada do curso?
Não sei ao certo, mas há de tudo. Uns seguem só a parte clínica, outros conciliam clínica e investigação e outros só investigação. Depois depende dos gostos que vais desenvolvendo ao longo do curso e, por vezes, a especialidade também.
Tive uma professora muito querida, este ano, que tirou licenciatura em bioquímica, se não estou em erro, tirou mestrado, e durante essa parte do percurso dela começou logo a fazer investigação. Depois, entrou em medicina (acho que nessa altura até iniciou o doutoramento e tudo) e começou a ganhar um gosto muito grande pela parte clínica, com a experiência no curso/estágios e isso, sem perder o interesse pela investigação. Mais tarde, escolheu oncologia, já que é uma especialidade que, para além da componente clínica expectável que lhe agradava, tem todo um mundo de investigação em desenvolvimento, como sabemos. E é um desses exemplos que referi, em que conciliam a parte clínica com a de investigação e aulas.
- Por último, diriam que medicina é uma boa opção para quem ainda não tenha muitas certezas acerca do que quer fazer no futuro como dá alguma liberdade de escolhas?
Acho que sim! Considero que é até durante o curso que vais encontrando realmente as áreas com as quais te identificas mais. Apesar de haverem pessoas que entram no curso ja com uma ideia muito definida do que querem fazer, mesmo no que toca à especialidade, acho que, ao longo do percurso, com tanto conhecimento novo adquirido, prática e contacto com docentes, especialidades, hospitais, doentes, tudo isto tem um impacto e vai modulando as nossas preferências, que terão um resultado no final do curso. De qualquer forma, já sabes que a maior parte do curso vai incidir sobre aquilo que já referi acima. O longo percurso em Medicina é mais entusiasmante, no meio de todo o stress e exigência, se tiveres algum interesse nisso à partida.

Espero ter ajudado! :)
Quem tiver mais conhecimento e experiência que eu neste assunto, complementem ou corrijam-me à vontade :p
 
Penso que medicina é um dos melhores cursos para seguir investigação médica. Primeiro porque é o que oferece bases de ciência médica + medicina clínica, que é uma grande vantagem para fazer a ponte da bancada para o mundo real. Depois, se seguires uma especialidade adquires um conhecimento extremamente profundo nessa área, o que te permite identificar problemas reais que podem ser investigados. Qualquer formação em métodos de investigação que achas que o curso possa não ter pode ser complementado através de cadeiras opcionais, juntares-te a grupos de investigação durante o curso ou fazer formações pós graduadas.

Acho que não vemos tantos médicos 100% na investigação principalmente por 2 motivos (minha opinião, com base nas pessoas que conheço): 1 - muitas pessoas vão para o curso para exercer clínica ou adquirem o gosto pela clínica ou longo do curso e 2 - a carreira científica em Portugal e lá fora no geral não compensa como a clínica, é mais precária e com menos benefícios.

No entanto é possível conciliar as 2 coisas. Quem segue especialidade médica tem grelhas de internato que pedem a realização e publicação de trabalhos de investigação. Há quem faça o básico para fazer o currículo (ex: casos clínicos, revisões simples em revistas de sociedades portuguesas), mas há quem use isto como uma oportunidade para aprender sobre desenho de estudos, desenvolver revisões sistemáticas, investigação pré-clínica, e trabalhe em estudos de investigação original clínica com doentes no contexto da sua especialidade (aqui, o apoio do serviço e dos seus recursos é muito importante para termos trabalhos de qualidade, desafiar internos a participar em projetos de investigação e/ou permitir a dinamização do serviço pelos próprios internos). Esta experiência é muito útil para o futuro especialista poder exercer a sua atividade clínica em paralelo com uma atividade em investigação como investigador principal em ensaios clínicos por exemplo.

Médicos podem também ir para o laboratório candidatando-se a bolsas de investigação como outros formados em ciências/saúde, usando os seus conhecimentos para aliar a clínica à ciência básica, ou podem ir para a indústria farmacêutica (eu sei, sou chato) dando aconselhamento médico e assumindo a responsabilidade médica nos programas desenvolvimento clínico dos produtos, estando na linha da frente da aprovação de muitos novos medicamentos. O Dr Saúde que dava na Sic não tem uma especialidade concluída, mas isso não o impediu de desenvolver uma carreira de sucesso como consultor na indústria farmacêutica.
 
Última edição:
Muito obrigado pelas vossas respostas e experiências! Foram muito úteis.
Tendo em conta que a investigação não é a vertente principal do curso, qual é que acham que é a universidade que permite uma melhor formação nesta área através de cadeiras opcionais/ possibilidade de participar em grupos de investigação já existentes para além de uma boa parte clínica?
 
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Muito obrigado pelas vossas respostas e experiências! Foram muito úteis.
Tendo em conta que a investigação não é a vertente principal do curso, qual é que acham que é a universidade que permite uma melhor formação nesta área através de cadeiras opcionais/ possibilidade de participar em grupos de investigação já existentes para além de uma boa parte clínica?
Não te sei dizer qual a melhor universidade em específico para isso, porque apesar de saber um pouco do que é que se passa noutras faculdades, não é a mesma coisa que ser estudante dessas mesmas faculdades e conhecer como é que tudo funciona, por experiência própria, para fazer algum tipo de comparação de melhor ou pior.
Falando apenas da faculdade onde estudo, sim, acho que a FML tem bastantes opções, tanto extracurriculares, como na parte do plano curricular optativo (existem várias opções para fazermos aquele x número de créditos até ao final do 5° ano), para participar na componente de investigação logo desde os primeiros anos do curso e daí para a frente. Na parte da componente clínica, acho que todas as faculdades são boas, não me parece que hajam diferenças importantes e é o foco principal na metade final do curso.

+ info no site da faculdade: Apoios para a Investigação
 
São só imagens, gente, poupem esse dinheiro xD
Nós ainda utilizamos o Netter (até ao final do 2º ano) e a @MedDreamer já se livrou do livro dela e vendeu-o. Só não vendo o "meu", porque me emprestaram ahahahah
(Se precisarem do pdf da 7ª edição eu tenho!)
Olá! Já vi em algumas mensagens tuas que tens em PDF a 7a edição do livro Netter. Eu provavalemnete vou agora para o 1o ano e ainda não sei se compro (é tão caro) ou se dá para estudar com ele em PDF. E também não sei se é preferível em inglês ou português (eu não sou assim muito boa em inglês). Também já vi à venda edições mais antigas (4 e 5) muito mais baratas, mas por serem mais antigas não sei se valem a pena.

Podes me mandar o PDF e esclarecer me estas dúvidas?

adrianasoousa01@gmail.com
 
Olá! Já vi em algumas mensagens tuas que tens em PDF a 7a edição do livro Netter. Eu provavalemnete vou agora para o 1o ano e ainda não sei se compro (é tão caro) ou se dá para estudar com ele em PDF. E também não sei se é preferível em inglês ou português (eu não sou assim muito boa em inglês). Também já vi à venda edições mais antigas (4 e 5) muito mais baratas, mas por serem mais antigas não sei se valem a pena.

Podes me mandar o PDF e esclarecer me estas dúvidas?

adrianasoousa01@gmail.com
Olá Adriana!

Enviei-te mensagem privada!

Pela minha experiência pessoal, acho que dá na boa para estudares pelo Netter, através do computador.
É um atlas de anatomia, ou seja, muitas imagens e pouquíssimo texto em comparação. Se ainda fosse um livro de texto grande, como o Rouvière, por exemplo, sim, talvez poderia não ser o melhor para as pessoas que não gostam de ler muita coisa pelo computador e preferem pelo papel; depende mesmo das preferências e métodos de estudo de cada um.

Eu considero preferível a versão em inglês, porque o português é do brasil e alguns dos termos anatómicos não se dizem da mesma forma em português de pt, ou seja, tens que estar com o dobro da atenção e confirmar com outra fonte em português de pt. A maioria do texto aparece nas legendas das imagens e são termos com uma palavra ou pouco mais do que isso, portanto não tens que ser uma pro em inglês para perceber o que é que está a assinalar na imagem.

A desvantagem das edições mais antigas é que têm menos imagens que a 7a edição. Algumas dessas novas imagens foram desenhadas por outros autores e estão muito boas, ajuda sempre a complementar o estudo das imagens e cortes já anteriormente existentes.

O meu conselho é, no início, tenta usar o PDF. Se vires que não te adaptas bem e preferes o livro em papel, compras. Quem sabe, adaptas-te a ver isso no computador e poupas esse dinheiro.
 
Olá Adriana!

Enviei-te mensagem privada!

Pela minha experiência pessoal, acho que dá na boa para estudares pelo Netter, através do computador.
É um atlas de anatomia, ou seja, muitas imagens e pouquíssimo texto em comparação. Se ainda fosse um livro de texto grande, como o Rouvière, por exemplo, sim, talvez poderia não ser o melhor para as pessoas que não gostam de ler muita coisa pelo computador e preferem pelo papel; depende mesmo das preferências e métodos de estudo de cada um.

Eu considero preferível a versão em inglês, porque o português é do brasil e alguns dos termos anatómicos não se dizem da mesma forma em português de pt, ou seja, tens que estar com o dobro da atenção e confirmar com outra fonte em português de pt. A maioria do texto aparece nas legendas das imagens e são termos com uma palavra ou pouco mais do que isso, portanto não tens que ser uma pro em inglês para perceber o que é que está a assinalar na imagem.

A desvantagem das edições mais antigas é que têm menos imagens que a 7a edição. Algumas dessas novas imagens foram desenhadas por outros autores e estão muito boas, ajuda sempre a complementar o estudo das imagens e cortes já anteriormente existentes.

O meu conselho é, no início, tenta usar o PDF. Se vires que não te adaptas bem e preferes o livro em papel, compras. Quem sabe, adaptas-te a ver isso no computador e poupas esse dinheiro.
Obrigada! Vou mesmo fazer isso agora no início
 
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Boa tarde!
Alguém quer dar um concelho para quem no próximo ano letivo vai fazer o sexto ano de medicina ? Existe alguma preparação que aconcellham devido às exigência do sexto ano e tb à atual situação pandémica em que vivemos?
 
Boa tarde!
Alguém quer dar um concelho para quem no próximo ano letivo vai fazer o sexto ano de medicina ? Existe alguma preparação que aconcellham devido às exigência do sexto ano e tb à atual situação pandémica em que vivemos?

Estuda muito. Custa muito. É uma maratona e não vale a pena fazer sprints de 1km e parar durante 10 minutos para arfar, mais vale ir correndo devagarinho e chegar ao fim.
Vai bem disposto/a para os estágios, aplica-te mas não te esqueças que tens a PNA para fazer.
 
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As coisas começam a entrar noutro nível completamente diferente e a ter um apoio público declarado que não vi nas outras tentativas:

 
As coisas começam a entrar noutro nível completamente diferente e a ter um apoio público declarado que não vi nas outras tentativas:

Espero, muito sinceramente, que isso não vá avante
 
Espero, muito sinceramente, que isso não vá avante
O problema é que os tempos mudaram. Nunca vi a comunicação social abordar tanto a questão como uma espécie de tentativa constante para incendiar a opinião pública. Passaram 10 anos. Nos últimos anos vimos muitas "notícias" sobre facs de medicina privadas aqui e acolá, projetos travados. Mas agora acho mesmo que não vai ser assim.
Abriram 6 vagas nos Açores. Não conheço muito do ensino lá. Apenas poucas opiniões trocadas este semestre por causa das aulas síncronas. Mas 6 vagas nos Açores são 6 alunos a mais em Coimbra a partir do 4 ano. Não me parece de todo algo positivo.
Creio que de alguma forma é tempo de nos insurgir de uma forma um pouco mais forte do que as tentativas até agora.
As cartas no dia da PNA não tiveram a presença suficiente. Nem o protesto em 2017 em frente à Assembleia ou a petição realizada no mesmo ano para a diminuição das vagas. Desconheci outras tentativas de manifesto 😞
E o problema é que a opinião pública está de tal forma bem moldada que é difícil sequer estabelecer comunicação no sentido de explicar a verdadeira realidade. Isso é triste.
 
Espero, muito sinceramente, que isso não vá avante

Também gostava que não fosse, mas claramente o governo vai fazer tudo ao seu alcance para que aconteça. Já queriam antes e a pandemia é uma "desculpa" perfeita para dizer que precisamos de mais médicos. E eventualmente a Católica vai conseguir ter condições para não ser chumbada pela A3ES. Há anos que se alerta para os problemas do numerus clausus. Mesmo quando passámos a ter falta de vagas para o IFE não foi feito nada e até querem piorar. Só daqui a uns anos, quando estiver muito mau, é que talvez se faça alguma coisa. Nessa altura receio que vamos estar como Espanha (o concurso deste ano foi há uns dias e foram 16 176 candidatos para 7 512 vagas) e vão ser necessários muitos anos para se corrigir os problemas criados atualmente 😞