Petição - REALIZAR APENAS EXAMES QUE SEJAM PROVAS DE INGRESSO

Ariana_

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Como correu a petição para cancelar o peso dos exames na nota final do secundário?
Bem, como deves saber, os exames nacionais este ano não afectam as notas internas dos alunos, salvo casos em que o aluno possa fazer melhoria. Nesses casos, sempre que a nota for superior à interna, substitui.
 

Pedro D. Jesus

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Bem, como deves saber, os exames nacionais este ano não afectam as notas internas dos alunos, salvo casos em que o aluno possa fazer melhoria. Nesses casos, sempre que a nota for superior à interna, substitui.
Sim mas isso é só por causa da pandemia. Estava a perguntar por exemplo, quando a pandemia desaparecer 😂
 

Ariana_

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Sim mas isso é só por causa da pandemia. Estava a perguntar por exemplo, quando a pandemia desaparecer 😂
Em princípio, voltaremos às habituais regras, posto que não houve ainda nenhuma alteração que não as consideradas "extraordinárias".
 
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Pedro D. Jesus

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Em princípio, voltaremos às habituais regras, posto que não houve ainda nenhuma alteração que não as consideradas "extraordinárias".
Pois. Seria melhor se fosse o contrário. Para ser honesto, no ano passado quando estava no 11º ano, tirou me a pressão toda essa decisão. E ainda por cima, caso tivesse uma nota negativa ou positiva baixa, a média ia descer, o que era algo que não queria. Mas pronto, espero que mudem de ideias. Iria diminuir imenso o stress dos alunos no geral.
 

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Pois. Seria melhor se fosse o contrário. Para ser honesto, no ano passado quando estava no 11º ano, tirou me a pressão toda essa decisão. E ainda por cima, caso tivesse uma nota negativa ou positiva baixa, a média ia descer, o que era algo que não queria. Mas pronto, espero que mudem de ideias. Iria diminuir imenso o stress dos alunos no geral.
O problema está em perderes a regulamentação criada ao abrigo da avaliação a nível nacional. Já podes ver só neste último ano os casos de directores suspensos por aproveitarem esta excepção para inflacionarem notas.

É uma espada de dois gumes, tanto cria stress e pressão de ser bem sucedido numa única prova, mas também assegura um mínimo de justiça no concurso ao Superior quando os professores são obrigados a justificar casos como: - Como assim os alunos obtiveram em média 18 na sua aula e chegaram ao exame e não passaram do 14? -
 

Pedro D. Jesus

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O problema está em perderes a regulamentação criada ao abrigo da avaliação a nível nacional. Já podes ver só neste último ano os casos de directores suspensos por aproveitarem esta excepção para inflacionarem notas.

É uma espada de dois gumes, tanto cria stress e pressão de ser bem sucedido numa única prova, mas também assegura um mínimo de justiça no concurso ao Superior quando os professores são obrigados a justificar casos como: - Como assim os alunos obtiveram em média 18 na sua aula e chegaram ao exame e não passaram do 14? -
Hun? Acho que os professores da universidade sabem que uma coisa é media do secundário e outra é nota de exame. Há professores que é difícil tirar boa nota porque fazem testes demasiado difíceis para o que dão na aula, e depois há professores que nem estudar é preciso. Por exemplo, no meu caso, havia um rumor que a minha professora copiava questões do marido que dava aulas numa escola superior em termos de notas à minha. E provavelmente o ritmo e dificuldade das aulas eram diferentes. Mas podia ser mentira.
Então para chegar a um meio termo entre os nossos pontos de vista, podiam fazer com que a média dos exames apenas tivessem peso na média da disciplina em que requer prova de ingresso. Ou seja, imagina que vou para um curso que só seja necessário 1 prova de ingresso. Mas fiz duas no ano. Essa necessária fazia impacto na média final dessa disciplina, e depois fazia outravez na nota de ingresso, mas a outra já não. Acho que era um bom meio termo.
 

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Hun? Acho que os professores da universidade sabem que uma coisa é media do secundário e outra é nota de exame. Há professores que é difícil tirar boa nota porque fazem testes demasiado difíceis para o que dão na aula, e depois há professores que nem estudar é preciso. Por exemplo, no meu caso, havia um rumor que a minha professora copiava questões do marido que dava aulas numa escola superior em termos de notas à minha. E provavelmente o ritmo e dificuldade das aulas eram diferentes. Mas podia ser mentira.
Então para chegar a um meio termo entre os nossos pontos de vista, podiam fazer com que a média dos exames apenas tivessem peso na média da disciplina em que requer prova de ingresso. Ou seja, imagina que vou para um curso que só seja necessário 1 prova de ingresso. Mas fiz duas no ano. Essa necessária fazia impacto na média final dessa disciplina, e depois fazia outravez na nota de ingresso, mas a outra já não. Acho que era um bom meio termo.
Seria um compromisso aceitável.

Falei do caso da média interna vs média exame pois tenho familiares professores que, se dão nota alta e o aluno sai com negativa no exame, ficariam em apuros com o diretivo e afins.
 
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Pedro D. Jesus

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Falei do caso da média interna vs média exame pois tenho familiares professores que, se dão nota alta e o aluno sai com negativa no exame, ficariam em apuros com o diretivo e afins.
Pois, entendo. Caso um aluno tenha 19 na média interna e depois mal chega a um 6 no exame, há algo de errado que não está certo.
 

Ariana_

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Hun? Acho que os professores da universidade sabem que uma coisa é media do secundário e outra é nota de exame. Há professores que é difícil tirar boa nota porque fazem testes demasiado difíceis para o que dão na aula, e depois há professores que nem estudar é preciso. Por exemplo, no meu caso, havia um rumor que a minha professora copiava questões do marido que dava aulas numa escola superior em termos de notas à minha. E provavelmente o ritmo e dificuldade das aulas eram diferentes. Mas podia ser mentira.
Então para chegar a um meio termo entre os nossos pontos de vista, podiam fazer com que a média dos exames apenas tivessem peso na média da disciplina em que requer prova de ingresso. Ou seja, imagina que vou para um curso que só seja necessário 1 prova de ingresso. Mas fiz duas no ano. Essa necessária fazia impacto na média final dessa disciplina, e depois fazia outravez na nota de ingresso, mas a outra já não. Acho que era um bom meio termo.
Acho um péssimo meio termo porque ia enviesar as notas e não só. Primeiro coloca uma complexidade burocrática porque a nota do aluno iria variar consoante os cursos a que se candidata. E depois seria super injusto um aluno que tem 1 PI só influencia essa nota, mas alunos de cursos como Medicina veriam as suas notas afectadas em 3 disciplinas porque são 3 provas de ingresso. Não me parece, de todo, um bom critério.

Percebo as queixas de stress e pressão que existe em torno dos exames nacionais, mas pesarem 30% na nota final não é imenso e dá sempre uma margem para que o aluno possa tirar uma nota um pouco abaixo da sua interna sem que a sua média final seja altamente prejudicada.
 

Pedro D. Jesus

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Acho um péssimo meio termo porque ia enviesar as notas e não só. Primeiro coloca uma complexidade burocrática porque a nota do aluno iria variar consoante os cursos a que se candidata. E depois seria super injusto um aluno que tem 1 PI só influencia essa nota, mas alunos de cursos como Medicina veriam as suas notas afectadas em 3 disciplinas porque são 3 provas de ingresso. Não me parece, de todo, um bom critério.

Percebo as queixas de stress e pressão que existe em torno dos exames nacionais, mas pesarem 30% na nota final não é imenso e dá sempre uma margem para que o aluno possa tirar uma nota um pouco abaixo da sua interna sem que a sua média final seja altamente prejudicada.
Pois. Há sempre alguém que fica prejudicado e outros não. Por exemplo, esses 30% podem não parecer muito mas para os casos dos alunos que têm uma média interna de 10 e precisam de um 8,5 para passar no exame, há um stress imenso pois se já era difícil durante o ano letivo, imagina no exame.
 

Edgar H

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Pois. Há sempre alguém que fica prejudicado e outros não. Por exemplo, esses 30% podem não parecer muito mas para os casos dos alunos que têm uma média interna de 10 e precisam de um 8,5 para passar no exame, há um stress imenso pois se já era difícil durante o ano letivo, imagina no exame.
Os exames nacionais supostamente são instrumentos de avaliação global, feitos para avaliar as aprendizagens desenvolvidas durante a disciplina. Se são justos e adequados ao seu objetivo é outra conversa e não interessa diretamente para esta discussão (não é um problema da legislação, mas sim de quem os faz).
Dito isto, e supondo que cumprem a sua função, se um aluno não atinge um certo valor é porque, supostamente, não desenvolveu as aprendizagens necessárias para progredir na disciplina (o princípio é o mesmo do que nos testes, apesar de poder ter outros motivos que estão em baixo). Ainda por cima, há a margem de 1,5 valor.
O que eu disse é polémico, eu sei, mas os 30%, em si, não é o problema de todo. A cultura/obsessão dos exames, a própria estrutura da prova, a deficiente preparação ou desigualdade da mesma entre alunos, etc. Isso, sim, é o problema e não se resolve com a abolição dessa percentagem na CIF (esta abolição não teria impacto nenhum nas mesmas, inclusive).
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Resumindo, para mim, os três maiores problemas do ensino secundário (relacionados com esta discussão) são:
- As diferenças entre alunos na mesma e escola e entre escolas- Desigualdades socioeconómicas dos alunos, condições das escolas, professores, etc.
- A desvalorização da saúde mental- A saúde mental ainda é pouco valorizada e a falta de apoio nesse campo cria as tais situações de ansiedade, aproveitamento baixo, depressões, entre outros.
- A cultura dos exames- Apesar das percentagens e de serem provas de ingresso, a aprendizagem tem de ser mais virada para ela mesma e não para a realização de uma prova. Como? Ainda não pensei o suficiente, mas é mudar a mentalidade, diria eu.
 

NemoExNihilo

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- A cultura dos exames- Apesar das percentagens e de serem provas de ingresso, a aprendizagem tem de ser mais virada para ela mesma e não para a realização de uma prova. Como? Ainda não pensei o suficiente, mas é mudar a mentalidade, diria eu.

Queria só intervir nesta discussão para pegar neste ponto e destacar que me parece que este é um problema que, sim, se torna muito notório no caso particular dos exames nacionais, mas ele existe também em relação a grande parte dos restantes momentos de avaliação.

Para (tentar) ser sucinto, dá-se a matéria para fazer os testes em vez de se fazer os testes porque se deu a matéria; todo o processo de ensino está construído, ou é apresentado, de tal forma que o objectivo final se reduz sempre a um momento de avaliação, que quase parece ter a sua existência auto-garantida e independente da aprendizagem propriamente dita. Ou seja, em vez de os instrumentos de avaliação serem úteis apenas na medida em que permitam confirmar que o processo de ensino-aprendizagem ocorreu conforme esperado, e eventualmente ajudarem a identificar as falhas que devem ser corrigidas nesse mesmo processo (que, é importante lembrarmo-nos, tem dois lados: quem ensina, que nem sempre ensina bem, e quem aprende, que nem sempre aprende bem...), quase parece que é o processo de ensino-aprendizagem que ocorre de forma a que se possa ter dado matéria suficiente para efectuar o momento de avaliação, que acaba por estar no centro de todo o ensino.

E, obviamente, embora seja pessoalmente a favor de toda e qualquer medida que possa retirar peso aos exames (e em particular a sua abolição), acho bastante importante reconhecermos que este problema não lhes é exclusivo.

Mas... enfim, não posso começar a arengar sobre o sistema de ensino, agora não tenho tempo... 🤐
 

Edgar H

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Queria só intervir nesta discussão para pegar neste ponto e destacar que me parece que este é um problema que, sim, se torna muito notório no caso particular dos exames nacionais, mas ele existe também em relação a grande parte dos restantes momentos de avaliação.

Para (tentar) ser sucinto, dá-se a matéria para fazer os testes em vez de se fazer os testes porque se deu a matéria; todo o processo de ensino está construído, ou é apresentado, de tal forma que o objectivo final se reduz sempre a um momento de avaliação, que quase parece ter a sua existência auto-garantida e independente da aprendizagem propriamente dita. Ou seja, em vez de os instrumentos de avaliação serem úteis apenas na medida em que permitam confirmar que o processo de ensino-aprendizagem ocorreu conforme esperado, e eventualmente ajudarem a identificar as falhas que devem ser corrigidas nesse mesmo processo (que, é importante lembrarmo-nos, tem dois lados: quem ensina, que nem sempre ensina bem, e quem aprende, que nem sempre aprende bem...), quase parece que é o processo de ensino-aprendizagem que ocorre de forma a que se possa ter dado matéria suficiente para efectuar o momento de avaliação, que acaba por estar no centro de todo o ensino.
Concordo. Apesar de me ter focado nos exames, é a tendência geral de todo o ensino.
E, obviamente, embora seja pessoalmente a favor de toda e qualquer medida que possa retirar peso aos exames (e em particular a sua abolição), acho bastante importante reconhecermos que este problema não lhes é exclusivo.
Não concordo 😅 . "toda e qualquer medida" ia acabar com um problema e começar outro, que, na minha opinião, seria pior (apenas iam tirar os exames e passavam a ter em conta as notas internas e outros métodos de seriação subjetivos) .

P.S.: Eu sei que tens um modelo completamente diferente, mas eu acho que é liberdade a mais e é difícil de aplicar. Não me vou alongar mais, porque não é o assunto do tópico e exigia uma discussão muito mais extensa (que qualquer dia podemos ter, se quiseres🥴).
 

Pedro D. Jesus

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P.S.: Eu sei que tens um modelo completamente diferente, mas eu acho que é liberdade a mais e é difícil de aplicar. Não me vou alongar mais, porque não é o assunto do tópico e exigia uma discussão muito mais extensa (que qualquer dia podemos ter, se quiseres🥴).
Este tópico pode não ser o sitio correto mas calma, sempre podem abrir vocês um e discutir. Ou então discutir por mensagem privada. Troca de ideias é sempre muito bom! Ainda por cima se for sobre matemática. Né? @mariacarapito 😂
 

NemoExNihilo

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Não concordo 😅 . "toda e qualquer medida" ia acabar com um problema e começar outro, que, na minha opinião, seria pior (apenas iam tirar os exames e passavam a ter em conta as notas internas e outros métodos de seriação subjetivos) .

Obviamente que "toda e qualquer medida" era uma hipérbole. Eu posso ser idiota, mas não sou assim tão idiota. 😉

Um comentário adicional que acho que vale a pena fazer: a inflação das notas só existe, ou só é verdadeiramente problemática, porque há uma necessidade de seriação dos alunos a nível nacional. Já há muito tempo que acredito que a actual clivagem entre ensino "inferior" e ensino superior é mais motivada pela tradição do que pela necessidade propriamente dita, e se a removêssemos, ou aligeirássemos, esse problema deixaria de se manifestar tão intensamente.

Sim, sei que há toda a questão espinhosa do reconhecimento internacional, Bolonha e afins, e sinceramente não vejo uma forma fácil e indolor de quebrar o status quo, mas não posso deixar de pensar que talvez fizesse algum sentido imaginar um mundo sem essa divisão...

P.S.: Eu sei que tens um modelo completamente diferente, mas eu acho que é liberdade a mais e é difícil de aplicar. Não me vou alongar mais, porque não é o assunto do tópico e exigia uma discussão muito mais extensa (que qualquer dia podemos ter, se quiseres🥴).

Bem... não posso recusar tão gentil convite. Quando tivermos ambos tempo, porventura? 😊
 

Edgar H

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Eu posso ser idiota, mas não sou assim tão idiota.
Eu sei. Não te estava a chamar de idiota. Desculpa se ficaste com essa sensação.
Eu interpretei no sentido em que apoiavas a ideia que anda já há alguns anos pelo parlamento de acabar com os exames nacionais. Do que eu tenho visto sobre isso, a ideia é aquilo que eu disse em cima: " apenas iam tirar os exames e passavam a ter em conta as notas internas e outros métodos de seriação subjetivos ".
Ou seja, eu pensei que aceitavas essa mudança, mesmo não tendo nada a ver com o teu modelo.
Quando tivermos ambos tempo, porventura? 😊
Sim, seria interessante😊.
Ou então discutir por mensagem privada.
Acho que seria interessante para alguns lerem, mas não depende só de mim. Logo se vê😋.
 
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NemoExNihilo

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Eu sei. Não te estava a chamar de idiota. Desculpa se ficaste com essa sensação.

Eu é que me estava a chamar de idiota. Desculpa, a minha tendência para o humor auto-depreciativo nem sempre ajuda à clareza da comunicação. 😞

Acho que seria interessante para alguns lerem, mas não depende só de mim e logo se vê.

Terminando por aqui o meu off-topic sobre esse assunto, pela minha parte, não tenho qualquer objecção a que quaisquer debates ou discussões sejam feitos publicamente nesta Ágora, que é o mesmo que dizer, neste Fórum; ao mesmo tempo, também vejo algumas potenciais vantagens de debatermos mais privadamente. Subscrevo o logo se vê...
 

Pedro D. Jesus

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Claro que sim!
Falar sobretudo sobre matemática é algo bastante interessante. Nem consigo perceber como é que há gente que não gosta de matemática. 🤔
Mas pronto… o mau gosto não se discute. 😂😂
Exatamente. E quanto maior o nosso conhecimento na matemática, mais profundas e interessantes são as discussões 🥰
 
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