IST [Sumário] Modelo de Ensino e Práticas Pedagógicas 2021/2022 - Instituto Superior Técnico

Pedro Cordeiro.

Membro Veterano
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10 Julho 2019
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Curso
Engenharia Aeroespacial
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IST
É isso Pedro! Francisco, deixo-te aqui os critérios atuais de acesso aos Mestrados que, em principio, se irão manter:

Os candidatos a um mestrado de 2.º ciclo do Técnico, ou a um 2.º ciclo de um mestrado integrado do Técnico, serão seriados pela coordenação do curso a que se candidatam tendo em conta os seguintes critérios:
  1. Afinidade entre o curso que possuem e o curso a que se candidatam;
  2. Natureza do grau que possuem;
  3. Sucesso escolar no curso que frequentam.
Nota Mínima de Seriação [C = (0.4 × “Afinidade” + 0.3 × “Natureza”/5 + 0.3 × MFC/200) × 200]

A Afinidade e a Natureza têm uma escala que classifica cada curso/área e cada instituição de origem, respetivamente. A Afinidade é entre 0 e 1 e a Natureza 1, 2, 3, 4 ou 5.
Mais info: Mestrados

Visto que és aluno do 12º Ano deixo-te também um link que te poderá ser útil caso queiras falar com alunos do Técnico mais diretamente: ISTO É Conversa | Núcleo de Apoio ao Estudante • NAPE
Precisamente, contudo temo que a legislação seja atualizada, tal como foi a das Mudanças de Par Instituição/Curso e que passem a prejudicar claramente os alunos que provêm de faculdades onde é mais difícil ter notas mais altas.
 

Francisco Aveiro

Membro Veterano
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14 Maio 2015
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Curso
Engenharia Aeroespacial
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Instituto Superior Técnico
Em segundo lugar, gostava de falar com alguém que tenha estudado ou estude no mestrado de Espaço de Aero, gostava de saber porque dizem que é tão mau, e se com o MEEP tem perspetivas para melhorar, ou é mais uma ilusão e mais vale ir para o estrangeiro de quiser tirar um Master na área.
Obrigado pela ajuda!

Melhora sim. Foram introduzidas novas UCs na área de Espaço e paralelamente foi criado o Minor de Ciências e Tecnologias do Espaço com o DEM, DF, DEEC e DEQ que pode ser um bom complemento ao ramo de espaço.
 
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Pedro Cordeiro.

Membro Veterano
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10 Julho 2019
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Curso
Engenharia Aeroespacial
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IST
Melhora sim. Foram introduzidas novas UCs na área de Espaço e paralelamente foi criado o Minor de Ciências e Tecnologias do Espaço com o DEM, DF, DEEC e DEQ que pode ser um bom complemento ao ramo de espaço.
Muito boa notícia, estiveste nesse mestrado ou estás? Se sim podes contar a tua experiência?
Tendo a certeza que esse é o ramo que pretendo e fazendo uma projeção a muito longo prazo, consideraria entre ir para fora (sendo Delft a prioridade) ou fazer cá o mestrado em veículos e missões, até lá ainda pode mudar muita coisa, mas dificilmente mudarei de ideias quanto ao ramo.
 

Francisco Aveiro

Membro Veterano
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Engenharia Aeroespacial
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Instituto Superior Técnico
Não fiz espaço, fiz aeronaves. Muitas das pessoas que fazem espaço aproveitam para fazer erasmus 1 semestre ou 1 ano de forma a poder ter contacto com alguns tópicos de espaço que não são abordados no IST.
 

davis

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13 Outubro 2014
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MEAer + MEGIE
Instituição
Técnico - ULisboa
Houve uma sessão feita pelo NAPE em conjunto com professores que estiveram por trás dos novos planos curriculares e da extinção dos mestrados integrados e lembro-me dos professores confirmarem que os preços iam aumentar. Para quanto, acho que ainda não sabiam, mas confirmaram que ia aumentar.
Olá, Davis,
De facto as propinas do 1º Ciclo continuarão dependentes da legislação, já as do 2º Ciclo ficam ao critério das faculdades e, no Técnico, prevê-se que sejam equiparadas aos valores praticados atualmente para os Mestrados em Engenharia Informática e de Computadores, Gestão Industrial etc (1063€) e não mais do que isso (posição assumida publicamente já por vários dirigentes da Escola do anterior e atual Conselho de Gestão). Contudo, os valores de propinas para 2021/22 serão ainda propostos pelo Conselho de Gestão ao Conselho de Escola (o que tomará posse em janeiro/2021) que aprovará e enviará para aprovação final no Conselho Geral da ULisboa. As propinas dos mestrados que têm sido criados têm valores diferentes não por ser uma política nova do Técnico para devido às características desses cursos, públicos que terão tendência a frequentar e equiparação a cursos congéneres em Portugal. Não quero com isto dizer que nenhum futuro 2º Ciclo originário de um MI não terá um valor na ordem dos 2000, contudo até agora o que tem sido dito é o contrário, acho pouco provável. Vamos ter de esperar para ver. 🙂
Acho que o passo natural no imediato é equiparar as propinas de mestrado de todos os mestrados desintegrados aos valores praticados nos não integrados, os tais 1063€. Mas não tenho qualquer dúvida que no médio/longo prazo o Técnico irá subir o valor das propinas para o ir alinhando com outras escolas europeias e porque sabe o valor que a formação do Técnico tem no mercado.

Quanto aos valores dos novos mestrados, e de quem está a frequentar um deles, o mestrado em causa é similar em termos de conteúdos/abordagem a outros do Técnico, bem como em grande parte do público que o está a frequentar. Em todo o mestrado apenas foi criada uma cadeira específica para o mesmo, sendo todas as restantes de mestrados que já existiam no Técnico, de alunos a pagar os tais 1063€ ou o valor da propina de licenciatura. O que naturalmente já levantou a questão (legítima) em alunos do nosso mestrado da diferença de valores praticados em algo que na sua essência é basicamente o mesmo, e é algo que agora com a desintegração dos outros mestrados será certamente amplificado.

Ou o Técnico realmente diferencia estes novos mestrados, posicionando na área dos mestrados executivos (o que não é o caso atual quer na forma como no conteúdo), ou o Técnico terá de fazer um alinhamento de valores entre todos os mestrados, e não me parece que isso no médio longo prazo passe por diminuir o valor destes novos mestrados, ou já o teria feito desde o início.

Eu tenho algum receio de como vão fazer o PIC1, ou seja ao nível da Licenciatura, uma vez que existe a possibilidade de desenvolvermos o projeto em empresas, no entanto há cadeiras a decorrer simultaneamente com o projeto. Tenho ainda mais receio de ser logo o primeiro ano a apanhar isto. Vou ser a cobaia basicamente 😅
Também tenho alguma curiosidade para ver como vão implementar. Diria que não será desenvolver projectos em empresas, mas sim desenvolver projectos com empresas, no sentido que haverá pouco tempo para estares efetivamente na empresa em causa pelos motivos que apontas. Estou atualmente a fazer o equivalente ao PIC2 de mestrado num projecto de uma entidade externa ao Técnico e é basicamente isso que acontece.

Precisamente, contudo temo que a legislação seja atualizada, tal como foi a das Mudanças de Par Instituição/Curso e que passem a prejudicar claramente os alunos que provêm de faculdades onde é mais difícil ter notas mais altas.
Não há quaisquer alterações nesse sentido, as instituições têm total controlo na seriação, e o Técnico usa isso para beneficiar os seus alunos. Diria que o vai continuar a fazer por motivos óbvios.
 
Matrícula
28 Maio 2020
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Minors
  • Há a introdução de minors no cursos se o aluno assim o desejar. Os minors são 18 ECTS fazendo parte do grupo de "Opções livres"
  • Os minors disponíveis serão: Ambientes Extremos, Aplicações da Matemática à Engenharia, Aplicações de Engenharia em Saúde, Big Picture Thinking para a Sustentabilidade, Ciência de Dados, Ciências e Tecnologias do Espaço, Ciências e Tecnologias Quânticas, Ciências Nucleares Aplicadas, Computação de Elevado Desempenhado, Design Thinking, Economia Circular, Empreendedorismo e Inovação, Energy for the Future, Engenharia Humanitária, Física Contemporânea, Física Médica, Gestão Ambiental, Gestão Industrial e de Sistemas, Indústria 4.0 Sustentável, Informática, Instrumentação Electrónica e Sistemas de Aquisição de Dados, Inteligência Artificial, Matemática Computacional Aplicada às Finanças, Nanoengenharia e Microssistemas, Nanomaterias e Fabricação Avançada, Património Cultural e Tecnologias, Produção de Electricidade Renovável, Robótica e Sistemas Inteligentes, Sistemas e Métodos de Apoio à Decisão, Smart Cities, Spatial Data Sciences, Tecnologias Biológicas, Tecnologias da Internet, Tecnologias Fotónicas, Tecnologias Multimédia
    • Os minors estão disponíveis no seguinte link: Técnico Lisboa - Autenticação com a respetiva organização curricular
    • Se alguém não tiver acesso e tiver interesse, por favor comentar ou enviar PM :)

Eu não tenho acesso, mas tenho curiosidade em conhecer esses Minors.
 

Wraak

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5 Dezembro 2015
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Curso
Computer Science

Wraak

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5 Dezembro 2015
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Curso
Computer Science
Muito obrigado!
Nesse caso, os minors que mais me interessam seriam:
  • Ciências e Tecnologias Quânticas
  • Tecnologias Biológicas
  • Física Contemporânea
Obrigado por saciares a minha curiosidade! 🤣
Estão em anexos as páginas. Acho que os links das cadeiras são públicos.
 

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  • tec_quanticas.pdf
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  • fisica_contemp.pdf
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Joãop.p.t

Membro Caloiro
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19 Fevereiro 2021
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1
Olá! Estou algo confuso e com duvidas em relação ao MEPP do IST.
Estando no 3o ano (ano de transição) do mestrado integrado em engenharia biologica, com mais do que uma cadeira por fazer, é possível ou não a inscrição no mesmo mestrado ou pelo menos a realização de cadeiras de 2o ciclo?
E se quiser fazer alteração de mestrado ( por exemplo mestrado em bioengenharia em medicina regenerativa e de precisao)? Terei que primeiro completar todas as cadeiras de 1o ciclo e só depois proceder à candidatura a mestrado?
 

davis

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Curso
MEAer + MEGIE
Instituição
Técnico - ULisboa
Olá @Joãop.p.t
Olá! Estou algo confuso e com duvidas em relação ao MEPP do IST.
Estando no 3o ano (ano de transição) do mestrado integrado em engenharia biologica, com mais do que uma cadeira por fazer, é possível ou não a inscrição no mesmo mestrado ou pelo menos a realização de cadeiras de 2o ciclo?
E se quiser fazer alteração de mestrado ( por exemplo mestrado em bioengenharia em medicina regenerativa e de precisao)? Terei que primeiro completar todas as cadeiras de 1o ciclo e só depois proceder à candidatura a mestrado?
Segundo o site do Técnico:

POSSO INSCREVER-ME A UC’s DO SEGUNDO CICLO MESMO NÃO TENDO TERMINADO O PRIMEIRO CICLO?
Sim, até 60 ECTS. No caso dos alunos em transição para o mestrado de continuidade, este limite é alargado podendo-se inscrever a
todas as UC exceto dissertação. Se não for num mestrado de continuidade, a inscrição em avanço não garante o acesso ao mesmo.


Ou seja, do que se percebe daqui:
1) Se continuares para o mestrado de eng. biológica podes fazer todas as cadeiras excepto a dissertação, enquanto acabas as cadeiras de licenciatura.
2) Se fosses para outro mestrado, podes fazer até 60 ECTS, mas quando acabasses a licenciatura terias de concorrer a esse mestrado para o continuar e ter a creditação dos ECTS feitos em avanço.
 
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