Trajar em ano de pandemia

madalenamcb

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Boa noite a todos!
A minha faculdade não teve opção de praxe online, por isso nada sabemos sobre o traje, o bem trajar, etc. Alguém sabe se, tendo em conta que não fomos praxados e nem sequer foi por nossa opção, poderemos praxar para o próximo ano e trajar do ''modo praxistico'', com todas as regras específicas, celebrações, elementos e insígnias?

De qualquer modo aproveito para perguntar: quando é que é suposto podermos começar a utilizar o traje?

Muito obrigada!
 
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Gonçalo Santos Silva

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Guest
Como o Gonçalo disse, não é necessário ir às praxes para trajar, e mais: o traje é direito de qualquer estudante, quer vá ou não às praxes. Qualquer suposto código que diga o contrário deve ser ignorado pois está a ir contra os vossos direitos como estudante. Alias, antigamente o traje era obrigatório então nem faz sentido haverem estudantes a dizer que é "tradicional" não se usar traje até ser praxado X vezes, basta ligar estas coisas e perceber o quão contraditório é.

Sobre as confusões do que afinal é da praxe ou não, esta análise de um antigo estudante poderá explicar melhor que eu:

Só dar uma opinião aqui:
Duvido imenso que deixem pessoas que nunca foram praxadas, praxar sem mais nem menos. Provavelmente lá arranjarão uma maneira.
Na realidade não há nada na praxe em si, pelo menos escrito cá, que impeça alguém que não foi praxado de praxar. Há cursos que proíbem de praxar quem não vai a uma % de praxes para supostamente ser mais justo e evitar abusos já que já estiveram do outro lado mas sinceramente isso na minha opinião tem mais desvantagens que vantagens. Uma atividade até entendo, mas na prática uma percentagem faz com que as pessoas tenham de ir a X praxes se quiserem continuar na praxe e devemos ao máximo de evitar qualquer situação em que as pessoas se sintam obrigadas a fazer alguma coisa, por qualquer razão (até porque aqui duram de Setembro a Abril e não é qualquer um que tem tempo para isso). E o que acontece mais é que há pessoas que gostavam de praxar e não podem e é só uma situação desvantajosa para toda a gente e para a praxe que acaba com menos pessoas do que poderia ter à custa disto.
 

Gonçalo Santos Silva

Politécnicos Advocate
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Na realidade não há nada na praxe em si, pelo menos escrito cá, que impeça alguém que não foi praxado de praxar. Há cursos que proíbem de praxar quem não vai a uma % de praxes para supostamente ser mais justo e evitar abusos já que já estiveram do outro lado mas sinceramente isso na minha opinião tem mais desvantagens que vantagens. Uma atividade até entendo, mas na prática uma percentagem faz com que as pessoas tenham de ir a X praxes se quiserem continuar na praxe e devemos ao máximo de evitar qualquer situação em que as pessoas se sintam obrigadas a fazer alguma coisa, por qualquer razão (até porque aqui duram de Setembro a Abril e não é qualquer um que tem tempo para isso). E o que acontece mais é que há pessoas que gostavam de praxar e não podem e é só uma situação desvantajosa para toda a gente e para a praxe que acaba com menos pessoas do que poderia ter à custa disto.

Por acaso não sabia disso, sempre tive a ideia que não se podia, mas de qualquer das formas ainda assim acho que é provável que façam algumas atividadezinhas num curto espaço de tempo mais não seja para ensinar coisas de praxe senão também há o risco de haver adesão de pessoas que não vão saber o que fazer ao certo.