Trajes académicos

Luca_black

Membro Caloiro
Matrícula
21 Outubro 2019
Mensagens
1
Tenciono entrar em ciências do desporto não universidade do porto
Diariamente não uso roupas muito femininas
Será que posso trajar como o traje de home sendo uma mulher?
 

hum

Membro Veterano
Matrícula
5 Setembro 2015
Mensagens
263
Curso
Engenharia Electrotécnica e de Computadores
Instituição
FEUP
Não.
Mas depressa te habituas a usar a saia e tecnicas para andar mais a vontade, do tipo, usar uns boxers por cima das meias para nao cairem e nao se ver nada, usar a capa de certa maneira para tapar as pernas e estar mais a vontade, etc...
O pior serão sempre os sapatos, mas há uns que mal teem tacao e não são tão maus.

Eu também antes de entrar para a faculdade só usava roupa de homem, sempre detestei roupa de mulher, se tinha usado saias 3 vezes antes já tinha sido muitas vezes e acabei por me adaptar bem e ganhar algumas tecnicas para a saia nao me fazer confusao
 

DiogoBarbosa

Membro Caloiro
Matrícula
5 Julho 2018
Mensagens
4
Curso
História
Instituição
FLUP - Faculdade de Letras
Boa noite,

De modo a fazer uma breve contextualização, ingressei no Ensino Superior em setembro de 2019. Aderi à praxe de uma faculdade da Universidade do Porto, mas acabei por sair em meados de dezembro por motivos diversos. No entanto, com o avançar do tempo e a aproximação do mês de maio (e de todas as festividades dessa época), os assuntos relacionados com o traje despoletaram em mim grande curiosidade. Pelo que percebi ao ler alguns comentários, todos os universitários têm o direito de trajar, visto que não é um símbolo exclusivamente praxístico.
Mas quem não anda na praxe pode na mesma ter padrinhos/madrinhas ou isso só existe com a praxe?
E, no caso de não sermos "apadrinhados", como é que devemos/podemos aprender todos as tradições, códigos e regras para o bom uso do traje?
Há dias próprios, comemorações ou eventos em que os alunos que não andam na praxe mas têm o traje podem-no usar?

Agradeço desde já a disponibilidade e todas as informações serão bem-vindas!
 

Gonçalo Santos Silva

Politécnicos Advocate
Matrícula
4 Junho 2016
Mensagens
10,723
Curso
Farmácia
Instituição
ESS-IPP
Boa noite,

De modo a fazer uma breve contextualização, ingressei no Ensino Superior em setembro de 2019. Aderi à praxe de uma faculdade da Universidade do Porto, mas acabei por sair em meados de dezembro por motivos diversos. No entanto, com o avançar do tempo e a aproximação do mês de maio (e de todas as festividades dessa época), os assuntos relacionados com o traje despoletaram em mim grande curiosidade. Pelo que percebi ao ler alguns comentários, todos os universitários têm o direito de trajar, visto que não é um símbolo exclusivamente praxístico.
Mas quem não anda na praxe pode na mesma ter padrinhos/madrinhas ou isso só existe com a praxe?
E, no caso de não sermos "apadrinhados", como é que devemos/podemos aprender todos as tradições, códigos e regras para o bom uso do traje?
Há dias próprios, comemorações ou eventos em que os alunos que não andam na praxe mas têm o traje podem-no usar?

Agradeço desde já a disponibilidade e todas as informações serão bem-vindas!
Padrinho/Madrinha é algo simbólico pelo que qualquer um pode ter essa tradição mesmo não sendo de praxe, claro que por norma quem é de praxe só vai apadrinhar quem for de praxe também e aí já existem algumas regras extra, creio eu.
Quanto ao traje, sendo estudante, podes andar com ele sempre que te apetecer, não tem essa de eventos em que alunos que não andam na praxe podem usar porque podem literalmente sempre que quiserem.
Códigos e regras para o bom uso do traje creio que esteja escrito em algum lado, mas qualquer coisa também podes perguntar a alguém que já traje, de certo que te devem responder a qualquer dúvida.
 

DiogoBarbosa

Membro Caloiro
Matrícula
5 Julho 2018
Mensagens
4
Curso
História
Instituição
FLUP - Faculdade de Letras
Padrinho/Madrinha é algo simbólico pelo que qualquer um pode ter essa tradição mesmo não sendo de praxe, claro que por norma quem é de praxe só vai apadrinhar quem for de praxe também e aí já existem algumas regras extra, creio eu.
Quanto ao traje, sendo estudante, podes andar com ele sempre que te apetecer, não tem essa de eventos em que alunos que não andam na praxe podem usar porque podem literalmente sempre que quiserem.
Códigos e regras para o bom uso do traje creio que esteja escrito em algum lado, mas qualquer coisa também podes perguntar a alguém que já traje, de certo que te devem responder a qualquer dúvida.
Muito obrigado pelos esclarecimentos!
 
Matrícula
13 Dezembro 2017
Mensagens
21
Curso
Engenharia Química
Instituição
Universidade de Aveiro - UA
No que toca ao traje não existe nenhuma lei sobre a sua utilização. Não existe nada que te obrigue a fazer seja o que for em relação a isso. Não existe nenhum polícia no país que te veja trajado na rua e que vá ter contigo para te pedir a identificação de aluno. É uma peça de roupa, tu usas-o como queres e fazes o que queres com ele. O que existe é valores sociais, "regras" sociais e a única consequência de não as seguir é a descriminação dessa mesma sociedade. Esta por seu lado é composta por várias pessoas diferentes com opiniões e princípios morais diferentes que vão desde os extremistas "Só quem faz praxe é que se pode trajar" até às pessoas com bom senso "O traje é teu, faz o que quiseres com ele, a única coisa que importa é que te divirtas e te sintas bem com isso". Agora, a escolha é vossa.
Para aqueles que não querem seguir as "regras" e querem fazer do traje o que bem lhes apetecer: força! É o vosso direito!
Para aqueles que acham que a "tradição" é que é importante e não se calam com o "o único traje é o nacional!" ; "Os emblemas não são para ser usados a toa!" Etc etc. Bom para vocês! Deixem as pessoas que não concordam com vocês viver em paz que elas também não vos chateiam.
E para aqueles que têm questões sobre como a praxe e o traje funcionam, não existe nada melhor do que consultar o vossa código de praxe! Todas as "regras" que existem sobre o traje estão lá escritas e se não estão lá escritas não existem, não importa o que os vosso colegas digam ou façam. Se existe uma "lei" que diga o que podem e o que não podem fazer é esse código.
Resumindo, as únicas respostas para qualquer pergunta sobre a compra/utilização de trajes é: "Faz o que quiseres, ninguém te pode impedir de nada e é teu direito fazeres o que quiseres com ele!" e "Se o teu objetivo é atuar de acordo com as "regras" de praxe da tua região, consulta o teu código de praxe, a resposta está lá. Se não estiver, é porque podes fazer o que quiseres."
 

Lazuli

Aspie Lunática
Colaborador Editorial
Matrícula
24 Maio 2017
Mensagens
6,487
Curso
História da Arte
Instituição
Letras, Coimbra
E para aqueles que têm questões sobre como a praxe e o traje funcionam, não existe nada melhor do que consultar o vossa código de praxe! Todas as "regras" que existem sobre o traje estão lá escritas e se não estão lá escritas não existem, não importa o que os vosso colegas digam ou façam. Se existe uma "lei" que diga o que podem e o que não podem fazer é esse código.
Pior parte do que escreveste. Muitos códigos de praxe estão cheios de invenções de quem os escreveu e não devem ser vistos assim. Antes é necessário saber história. A praxe é o que os estudantes fazem dela, não um código, o problema é que a atenção que dão a estes evoluiu de tal maneira que não deixa as coisas fluir existindo muito o "faço porque é assim, está no código" sem qualquer emoção ou entendimento sobre o que se faz. Quanto ao "fazer o que quiseres", obviamente que ninguém te vai prender, a questão é que o traje faz parte de uma cultura académica a que muitos estudantes dão valor e claro que não o respeitar vai ofender quem dá valor a essa mesma cultura. Isso não é extremo desde que seja bem argumentado. Agora não digas num tópico de discussão que temos de ignorar se alguém faz algo que não gostamos porque o ignorar e deixar acontecer é das piores coisas que se pode fazer a uma discussão. E digo isto como alguém que tem opiniões e práticas que ofendem esses dois extremos. E há muitas discussões a serem tidas em relação ao traje e Praxe.
 
  • Like
Reactions: Joana Praia
Matrícula
13 Dezembro 2017
Mensagens
21
Curso
Engenharia Química
Instituição
Universidade de Aveiro - UA
Pior parte do que escreveste. Muitos códigos de praxe estão cheios de invenções de quem os escreveu e não devem ser vistos assim. Antes é necessário saber história. A praxe é o que os estudantes fazem dela, não um código, o problema é que a atenção que dão a estes evoluiu de tal maneira que não deixa as coisas fluir existindo muito o "faço porque é assim, está no código" sem qualquer emoção ou entendimento sobre o que se faz. Quanto ao "fazer o que quiseres", obviamente que ninguém te vai prender, a questão é que o traje faz parte de uma cultura académica a que muitos estudantes dão valor e claro que não o respeitar vai ofender quem dá valor a essa mesma cultura. Isso não é extremo desde que seja bem argumentado. Agora não digas num tópico de discussão que temos de ignorar se alguém faz algo que não gostamos porque o ignorar e deixar acontecer é das piores coisas que se pode fazer a uma discussão. E digo isto como alguém que tem opiniões e práticas que ofendem esses dois extremos. E há muitas discussões a serem tidas em relação ao traje e Praxe.
Eu comecei essa parte por dizer "E para aqueles que têm questões sobre como a praxe e o traje funcionam" e se não foi claro eu digo por outras palavras. Não me estou a referir a o que deve ou não deve ser, estou me a referir ao que é. Ou seja, para quem quer saber como a praxe funciona naquela época naquela universidade deve ler o código porque é pelo código que a praxe se segue e portanto é o código que tem as respostas sobre essa mesma praxe. Eu não estou a dizer que o que lá está escrito é o correto e o que deve ser feito. Não! Existe coisas em diversas códigos com que eu não concordo e nunca na vida iria seguir e não é por causa disso que seria pior trajado.

"Muitos códigos de praxe estão cheios de invenções de quem os escreveu e não devem ser vistos assim." Não percebi. O código de praxe foi feito por quem o escreveu portanto não são invenções. Talvez não fosse isso que querias dizer mas para mim isso não faz sentido.

"Agora não digas num tópico de discussão que temos de ignorar se alguém faz algo que não gostamos"
Se esse algo não te diz respeito então sim tens que ignorar. Se esse algo é algo que uma pessoa está a fazer por gosto e sinceramente não te perturba minimamente então som deves ignorar.
Dizer a uma pessoa que quer usar o traje de uma certa maneira que não o pode fazer porque é contra a tradição e restringir lhe a liberdade de fazer o que mais gosta com a sua vida é o mesmo que dizer a uma pessoa homossexual que não pode gostar de pessoas do mesmo sexo porque é contra a "tradição" e restringir lhe a liberdade de fazer o que lhe faz feliz.

A maneira como uma pessoa se veste não é da tua conta e a forma como uma pessoa usa um traje não é diferente. Se tu não gostas, fixe, é a tua opinião e tens todo o direito a tê-la. Mas deixa essa opinião para ti mesmo e deixa as pessoas que pensam diferente de ti de serem felizes ao fazer algo que, again, não prejudica NADA para além da tua opinião.
 

Lazuli

Aspie Lunática
Colaborador Editorial
Matrícula
24 Maio 2017
Mensagens
6,487
Curso
História da Arte
Instituição
Letras, Coimbra
Eu comecei essa parte por dizer "E para aqueles que têm questões sobre como a praxe e o traje funcionam" e se não foi claro eu digo por outras palavras. Não me estou a referir a o que deve ou não deve ser, estou me a referir ao que é. Ou seja, para quem quer saber como a praxe funciona naquela época naquela universidade deve ler o código porque é pelo código que a praxe se segue e portanto é o código que tem as respostas sobre essa mesma praxe. Eu não estou a dizer que o que lá está escrito é o correto e o que deve ser feito. Não! Existe coisas em diversas códigos com que eu não concordo e nunca na vida iria seguir e não é por causa disso que seria pior trajado.

"Muitos códigos de praxe estão cheios de invenções de quem os escreveu e não devem ser vistos assim." Não percebi. O código de praxe foi feito por quem o escreveu portanto não são invenções. Talvez não fosse isso que querias dizer mas para mim isso não faz sentido.
As respostas sobre a praxe estão na história e na discussão quanto ao seu futuro, não no código ou nos códigos. Quando o código de 57 foi publicado em Coimbra a maioria dos seguidores da praxe oral não se via nele acusando-o de ter invenções ou nem soube da sua existência. O que quis dizer com invenções são coisas como isto. Passadas décadas até hoje são redigidos códigos em instituições até contemporâneas e a maioria inicia-se com coisas como "é história", "é tradição", apesar de ter coisas que não o são - é um reescrever da história que muitas vezes é usado para cometer praxes abusivas e retirar direitos aos caloiros como o uso do traje (e qualquer pesquisa mínima da sua história revela logo que essa suposta história é mentira, mas infelizmente poucos vão procurar saber e muitos caloiros pensam que não podem usar o traje. A praxe não deve seguir este sentido pelo que me chateio sempre que alguém vê os códigos como algo a ler e respeitar como praxe só porque "é assim na instituição X porque está no código". Muitas vezes tenho de o usar num argumento se vir que a pessoa o leva mesmo a sério mas ai de mim concordar com tudo mesmo que seja tradição (como se ela não fosse mutável apesar de ser "decretada"...).

"Agora não digas num tópico de discussão que temos de ignorar se alguém faz algo que não gostamos"
Se esse algo não te diz respeito então sim tens que ignorar. Se esse algo é algo que uma pessoa está a fazer por gosto e sinceramente não te perturba minimamente então som deves ignorar.
Dizer a uma pessoa que quer usar o traje de uma certa maneira que não o pode fazer porque é contra a tradição e restringir lhe a liberdade de fazer o que mais gosta com a sua vida é o mesmo que dizer a uma pessoa homossexual que não pode gostar de pessoas do mesmo sexo porque é contra a "tradição" e restringir lhe a liberdade de fazer o que lhe faz feliz.

A maneira como uma pessoa se veste não é da tua conta e a forma como uma pessoa usa um traje não é diferente. Se tu não gostas, fixe, é a tua opinião e tens todo o direito a tê-la. Mas deixa essa opinião para ti mesmo e deixa as pessoas que pensam diferente de ti de serem felizes ao fazer algo que, again, não prejudica NADA para além da tua opinião.
Mesmo raciocínio: Eu disse que as pessoas têm o direito de ter uma opinião sobre isso tal como elas têm o direito de ter uma opinião sobre a nossa. Caso nunca te tenhas apercebido há muita gente que usa a desculpa do "Com o meu traje eu faço o que quero" para não lavar a capa porque um dia alguém inventou que era tradição porque "a sujidade são as memórias". Não há lei nenhuma que mande as pessoas lavar a capa, não vão presas por andarem sujas até porque como são pretas mal se nota, mas tem de haver o mínimo de noção. O traje é académico e por isso é assunto de toda a academia e como ele é usado é assunto de toda a academia (ou pelo menos dos estudantes). Não é como uma peça de roupa qualquer que compras numa loja de moda. Comparar o uso do traje a homossexuais é só a coisa mais disparatada. Quando as pessoas DECIDEM (usar o traje é uma ESCOLHA, a sexualidade não) usar o traje sabem que estão a vestir uma peça com séculos de história e à qual a comunidade dá valor. Vão haver opiniões sobre a forma como os estudantes o tratam. Não estou a dizer que adoro o traje. Eu seria completamente a favor de uma reforma no traje e até estou a planear usar o masculino, estou a dizer que o "faço o que quero" é um péssimo argumento porque não diz nada e pode ser aproveitado por pessoas mal intencionadas. "Porque eu o vejo de forma X e não Y e como tal decidi fazer Z" é uma estratégia muito mais aceitável e fomenta muito melhor a discussão. Se eu tenho uma opinião vou expressa-la sim porque a forma como se pensa o traje afecta sim todos os estudantes pois o seu futuro será baseado nas opiniões do presente e nem pensar que alguma vez vou manter uma opinião para mim quando há tanta informação da qual as pessoas estão ignorantes.
 
Última edição:
  • Like
Reactions: Francisco Aveiro

N&M

Membro
Matrícula
14 Setembro 2015
Mensagens
50
DÚVIDAS SOBRE PRAXE PODEM ENCONTRAR RESPOSTA AQUI, neste documento que aborda os temas mais importantes e as dúvidas mais comuns.
 

Joana Praia

Membro
Matrícula
24 Setembro 2018
Mensagens
11
Curso
Medicina
Instituição
FCS - UBI
Não sei quanto a Coimbra. Mas acho "delicioso " que na UBI o código de praxe refira explicitamente que quem for Anti praxe não pode usar traje académico.


VINCULAÇÃO À PRAXE Artigo 3o - Estão vinculados à Praxe todo e qualquer estudante da UBI, podendo no entanto, quem o quiser, declarar-se objetor de Praxe (anti-praxe) sendo consequentemente banido de todos os atos académicos (Batismo, Latada, Enterro do Caloiro, Bênção das Pastas e uso de Traje Académico).

O que é pior é que quem realmente é anti-praxe mas quer seguir a tradição académica ve-se limitado e descriminado com o que aí é referido. Acaba por não usar traje, abrindo caminho à sua desvalorização.

"Um código que diz que um objector de praxe é o mesmo que um anti-praxe e que, por isso, não pode ir à bênção de finalistas, usar traje e participar em qualquer acto académico.

Mais ainda: um código que aceita que as pessoas não sejam "pela Praxe" pedindo, ainda assim (e bem), que pelo menos a respeitem, contudo não demonstra, por sua vez, essa mesma atitude para com quem não quis ser humilhado nas praxes.

Se é pedido respeito, seja igualmente respeitada a diferença, ao invés de se ostracizar uma pessoa que não quis ser praxada (porque muitas supostas “praxes” estão longe de ser sequer aceitáveis), proibindo-a de exercer a sua cidadania académica (pois que tem direito a ir aos actos académicos e a trajar, ao contrário do que se apregoa)." - Notas & Melodias (link abaixo; 6 de fevereiro de 2013)


Não andei na praxe e vou continuar a usar o traje da UBI com orgulho na academia, pois isso é sim o importante. Não se sintam pressionados a não usar o traje porque não andaram na praxe, pois ainda existem pessoas que não fizeram praxe a fazê-lo (não se sintam sozinhos, ainda existimos).
É triste criarem-se "regras" só porque sim e sem qualquer lógica justificativa de tal (provavelmente ao dizerem coisas do género é a única maneira que conseguem "convencer" erradamente mais caloiros a ser praxados com medo de serem excluídos da comunidade e tradições académicas)

Aproveito e deixo o link para lerem a análise completa do Notas & Melodias acerca do código de praxe da UBI (ao antigo, se bem que o atual permanece igual): Notas a Códigos de Praxe I (UBI)
 
Última edição:
Matrícula
19 Julho 2017
Mensagens
11
Boa tarde, tenho uma duvida.
No traje da UBI, quem nao tenha feito praxe, pode bordar a estrela na capa. Obrigada ;)
 
Thread starter Tópicos Semelhantes Forum Replies Date
D Trajes acadêmicos M23 Tradições Académicas 1
João_Melo332 FLUL Emails académicos Universidade de Lisboa 8
Tópicos Semelhantes