Jornal O Cola, “De Letras, para Letras”

Foto de Roman Kraft / Unsplash

Com a sua criação, a 4 de Abril de 2021, por um grupo de alunos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, o jornal O Cola procura dar e ser a voz dos membros da comunidade FLULiana. Visando a luta incessante, contra qualquer tipo de opressão e discurso de ódio, pelo que não poderia ter outro mote senão “De Letras, para Letras”.

Após um mês de árduo trabalho, contando com a colaboração de cada vez mais FLULianos, o O Cola publicou, no passado dia 10 de Maio, a sua Primeira Edição – Opressão/Liberdade De Expressão/Feminismo. Ao longo desta, procurou-se honrar o mês da fundação do jornal, o mês da Luta, da Liberdade e do Esforço, tendo como principal foco a Luta Feminista, abordando, ainda, outros temas, que poderão encontrar no respectivo site do jornal.

Ao percorrer as trinta e duas páginas inaugurativas, é possível explorar temas como: o Feminismo Indígena, a Experiência da Mulher, o Feminismo Negro e a origem obscura da tão conhecida expressão “Dói, não dói? Estudasses.”; temas representativos de uma Luta e de extrema relevância.

 De igual interesse, esta Edição conta também com artigos sobre a Liberdade de Expressão, Igualdade, sobre o bestseller Indomável, de Glennon Doyle, e sobre a banda californiana Xiu Xiu, além de uma análise de um poema de Sylvia Plath, e uma reflexão nostálgica pré-pandémica de uma caloira.

A leitura na íntegra desta edição do jornal permite, a qualquer interessado, obter uma perspectiva diferente da Luta Feminista e da sua importância na actualidade. Enquanto sociedade, não podemos falar da conquista da Liberdade e ignorarmos, ao mesmo tempo, as desigualdades ainda presentes no nosso quotidiano, sendo nossa obrigação fazer frente a toda e qualquer acção de repressão e/ou ódio.

Posto isto, deleitem-se com esta Primeira Edição (de muitas, esperemos) e aproveitem para seguir as redes sociais do O Cola Instagram / Twitter, partilhar, e contribuir para uma nova linha de pensamento que procura estar próxima dos alunos e aproximá-los dos órgãos que os querem representar.