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Esta é a continuação da saga 11 Tipos de Professores que já tiveste. Pretendemos documentar mais exemplos de professores que tornam as nossas aulas mais distintas, únicas e, muitas vezes, excêntricas!

Mais uma vez gostaríamos de salientar que nada do que aqui foi mencionado é com a intenção de ofender. Este artigo foi escrito simplesmente por pura diversão.

 

O Judas Amnésico

O típico senhor que na aula de revisões é comum dizer: “Não se preocupem com esta parte da matéria, não sai no teste!”. Só que depois, na hora da verdade, apenas corresponde a “quase” metade da cotação. (Don John)

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O Atleta

Faz cerca de 50 exercícios por aula, dando uma média de 3 minutos para os alunos os resolverem e depois ainda se pergunta porque é que ninguém percebeu nada. Normalmente dá a matéria bastante rapidamente. (blackuro)

A universidade em 6 segundos ?. Bom sábado! www.uniarea.com

Publicado por Uniarea em Sábado, 5 de Março de 2016

 

Escrupuloso Neurótico

Tem uma tabela com a previsão dos conteúdos a lecionar em cada aula. Se não consegue dar 1/5 do sumário previsto, entra em paragem cárdio-respiratória e, após sair do coma, culpa os alunos da falha e castiga-os, esmagando-os com trabalhos e mais trabalhos. Tem também as notas dos alunos todas inventariadas no inexorável e infalível Excel, pelo que a média que lá surge (resultado de rigorosas fórmulas) é a nota com que o aluno fica.

Não é recomendável contra-argumentar com este tipo de professor, pois pode retaliar violentamente, perguntando insistentemente ao aluno se está a duvidar do seu profissionalismo. Reserva apenas dez minutos da aula anterior ao teste para tirar dúvidas, sob risco de se perder muito na sua planificação geral. (LordKelvin)

 

O Chuveiro

O típico professor que, mesmo em dias de sol, com uma humidade relativa do ar de 5%, sempre que abre a boca começa a “chover” (como se por magia). O problema é quando existem ainda vestígios de bolo alimentar, em amílase salivar, prontos a ser disparados pelas vibrações provocadas pelas cordas vocais! (Don John)

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A Barbie (professores do sexo feminino)

É o que nós podemos designar por “dândi feminina”. Tem os seus cinquenta bem puxados, já não vai para nova, mas, mesmo assim, insiste em cobrir-se de maquilhagem e de produtos igualmente eficazes para retardar o processo biológico mais natural que é o envelhecimento. Deve pulverizar-se de quantidades absurdas de pó de arroz, deve untar-se dos mais enganadores óleos rejuvenescedores, pois ela parece que usa máscara… Se olharmos para ela com um olhar mais crítico e maldoso, podemos concluir que ela parece um autêntico palhaço… Tem tantas camadas de base, que quando está a explicar algo e se ri, os alunos temem que tudo aquilo estale…

O ridículo da pobre senhora ascende também ao vestuário exuberante que enverga (“ostenta” talvez fosse o termo correto…). Todos os dias a vemos com uma nova combinação dos vários elementos que compõem o traje vulgar.

Ela, além de cuidar excessiva e imoderadamente da sua imagem, não é propriamente especialista na eleição de palavras do seu léxico para as explicações de matéria que vai dando.

Por esse motivo, recorre àquilo que em Português se designaria Processo de Neoformação de Palavras… Além da prodigiosa capacidade para inventar palavras, ela ainda é capaz de utilizar as expressões mais estapafúrdias (ou em contextos estapafúrdios), julgando que os alunos são pacóvios e iletrados, não conseguindo distinguir o que se pode considerar palavra do que não é. (LordKelvin)

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Saramago’blind

Este tipo de professor não vê tudo branco! Pelo contrário, o único lugar completamente branco é a sua cabeça. Este é o típico professor que tem as suas dificuldades com o Português, apresentando um ligeiro défice cognitivo. Inventa expressões que, apesar de serem, por vezes, sérias repreensões, acabam por ser alvo de chacota e de comentários irónicos (e com razão), pois não fazem sentido nenhum. Ex..: Não vou gastar os holofotes com vocês. (blackuro + LordKelvin + Don John)

 

O Schopenhauerista Deprimente

Tem tendência para ver os assuntos sob um ponto de vista pessimista. O seu mote de vida é: “o otimista é um pessimista mal-informado”, pelo que a sua prioridade é mostrar aos alunos a realidade tal e qual como ela é. Nunca esboça sorrisos e os alunos praticamente nunca lhe veem os dentes (só quando se encoleriza e adquire uma fisionomia animalesca). Assume um aspeto fleumático do início ao fim da aula e só altera o seu estado de serenidade quando nota que algum aluno está mais feliz do que era suposto. Por outro lado, quando se depara com o sofrimento de alguém, não é capaz de dizer nada que atenue a dor, mantendo a sua rigidez e insensibilidade habituais. O seu temperamento pode roçar o do Demónio Sarcástico. Interpreta frequentemente os assuntos do ponto de vista mais negro que pode. Acredita piamente no Destino e acha que o facto de ter ido parar à Educação é uma prova evidente da sua existência.

As aulas são marcadas pela monotonia e imutabilidade. O silêncio sepulcral é bastante prezado e, em certos contextos, a escuridão também o é. (LordKelvin)

 

Professor Universitário

Já lecionou na universidade e ainda não percebeu que passou para o ensino ao secundário. As suas frases mais emblemáticas são “Isso não está no livro/programa? Mas devia estar…”. Adora introduzir termos técnicos para confundir os alunos e é capaz de expor dez a trinta termos novos numa só aula. Frequentemente, os alunos saem de lá estonteados devido ao bombardeamento de tanta informação e demoram semanas para a processar devidamente. (LordKelvin)

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O Esquecido

O professor exemplar que nos dias de prova esquece todos os seus conhecimentos acerca das temáticas em avaliação. Uma espécie considerada problemática e manhosa, mas não oferecem qualquer tipo de perigo físico. Difíceis de domesticar, verdadeiros caçadores de mente (tendo um carinho especial por estudantes sem autoestima e os seus possíveis auxiliares de memória). Adoram cortar e anular. Cuidado! (Don John)

 

 

O Contador de Histórias

Passa as aulas todas a falar da vida dele, acabando por não dar matéria nenhuma, dando assim oportunidade aos alunos de dormir durante esses discursos longos e vagarosos. Normalmente é uma pessoa infeliz ou então que gosta muito de falar. (blackuro)

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