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Os diplomados dos cursos profissionais vão poder candidatar-se ao ensino superior sem terem de fazer exames nacionais, como acontece com os estudantes do ensino secundário. Trata-se de uma nova via de acesso, através da ponderação da nota final do curso profissional e da prova de aptidão profissional, avançou o Jornal de Notícias.

A medida faz parte do Contrato para a Legislatura até 2023, que foi assinado esta sexta-feira pelo primeiro-ministro, António Costa, e pelos reitores e presidentes dos politécnicos. O objetivo passa por alargar a base social do ensino superior, numa altura em que o Governo já deixou claro que ergueu a bandeira da redução das desigualdades no ensino superior.



Contudo, de acordo com o mesmo jornal, a medida é limitada e pressupõe uma adesão voluntária por parte das instituições de ensino profissional. Por isso, segundo o ministro da Ciência e Ensino Superior, Manuel Heitor, só fará “sentido ocorrer onde há mais proximidade com as escolas profissionais”.

Entre os outros assuntos do Contrato para a Legislatura está a exigência das universidades de um acesso mais facilitado a fundos comunitários. O documento reforça ainda a verba para o ensino superior em 2% em 2020, ou mais 55 milhões de euros.