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Todos nós já ouvimos isto, é o comentário constante, relacionado com a teoria de que temos vidas facilitadas, por “apenas” estudarmos.

Não podemos estar cansados no fim de um dia de aulas, porque “nascemos cansados”, ou porque estivemos sentados o dia todo. E estamos mortos depois de uma noitada a estudar, chegando ao ponto de não conseguirmos conciliar mais informação. Mas apenas somos estudantes, que devemos escolher cursos com “saídas profissionais” para um dia “sermos alguém”.



A nossa geração já não luta apenas para “ser alguém”, queremos que todos o possam ser. Seja através da Greta, de simpatia a um motorista, de trabalho em organizações de voluntariado. Sem esquecer, o mundo profissional que sentimos cada vez mais próximo e queremos aprender as “soft skills” que as empresas procuram, as competências que não nos são proporcionadas a 100% no mundo universitário.

Há uma coisa que vos dou razão, nascemos com a facilidade de ter liberdade desde a opção de escolha, à liberdade de expressão, e nós queremos dar valor e uso ao que tanto lutaram para conquistarmos. Mas deixem-nos fazer isto “à nossa maneira”, com os meios e objetivos que temos agora.

Vivemos numa pressão constante, e na constante pressão de retribuir o que nos foi dado. Cansa sermos uma geração “rasca” que se esforça todos os dias pra fazer diferença na vida de alguém, de algo, e de tudo.

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Este texto faz parte de uma série de textos de opinião de alunos do ensino secundário e superior sobre a sua visão do ensino e da educação.

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