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Este é o mote do movimento pelo alojamento estudantil criado pelos alunos da Universidade do Minho no dia 9 de setembro.

O aumento exponencial de jovens estudantes da Universidade do Minho proporcionou uma luta para o aluguer de quarto, sendo que o custa médio é de 200€, e o apoio financeiro dado pelo Estado para alojamento é de 170€. Esta medida existe com o objetivo do alojamento não ser um entrave para estudar. O presidente da AAUM na conferência de imprensa também refere que é doloroso não ter sido construída nenhuma residência na Universidade do Minho, desde 1998.



Com este movimento os estudantes ambicionam “Que sejam pública e imediatamente clarificados os prazos e estados de conclusão dos empreendimentos propostos no Plano Nacional de Alojamento no Ensino Superior (PNAES) para as cidades de Braga e Guimarães (…)”, “que sejam equitativamente distribuídas as diligências do Governo na criação de soluções para o aumento do número de camas em todo o País”,” Que seja aumentado o Orçamento de Estado para o Ensino Superior, com vista à criação de um Fundo para a construção imediata de residências universitárias públicas”, “Que seja promovido o diálogo no sentido da cooperação entre os municípios e instituições de utilidade pública locais com o Governo para a disponibilização imediata de camas para as cidades de Braga e Guimarães” e “Que sejam tomadas diligências para a regularização do preço médio de alojamento no mercado imobiliário circundante aos campi da Universidade do Minho”.

A parte simbólica do movimento consiste em colocar uma pequena pedra num dos vários contentores no campus de Gualtar, Couros, Congregados e Azurém. De seguida, assinar a petição online através do QRCode disponível no site.